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  • Atleta de vôlei, Key Alves mostra rosto da filha Rosamaria pela 1ª vez

    Atleta de vôlei, Key Alves mostra rosto da filha Rosamaria pela 1ª vez

    Key Alves deu à luz Rosamaria, sua filha com o cantor Bruno Rosa, no dia 26 de dezembro. Nas primeiras fotos, a jogadora profissional de vôlei optou por não mostrar a aparência da bebê. Na última sexta-feira (2/1), a atleta, entretanto, decidiu acabar com o mistério e fez a alegria dos fãs ao apresentar o rostinho da garota.

    “2026 é tempo de Rosamaria. Vocês pediram tanto e está aí a nossa princesa para vocês. Pensamos muito em mostrá-la, mas é impossível deixar essa fofura anônima. Ela é uma boneca que Deus nos deu de presente e precisa ser vista”, declarou.

     

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    Na sequência, ela ainda brincou com os seguidores. “Agora aguentem, meu Instagram é todo dela. Que Deus abençoe vocês e suass família”, completou.

    No dia do nascimento de Rosamaria, a jogadora de vôlei publicou um vídeo e mostrou o primeiro contato com a filha. “Eternizado na nossa história. Obrigada Deus, por nos unir primeiramente e nos fortalecer na benção do senhor em construir nossa família.
    Rosamaria”, disse. Confira:

     

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  • Quem é o militar da Marinha que espancou mulher por “amar demais”

    Quem é o militar da Marinha que espancou mulher por “amar demais”

    O 2º sargento da Marinha do Brasil preso em flagrante na madrugada dessa sexta-feira (2/1), em Cuiabá, é  Rafael da Cruz Fontoura, de 37 anos. Ele passou a ser investigado por uma sequência de agressões físicas, psicológicas e patrimoniais contra a ex-mulher dentro da residência do casal, no bairro Jardim Presidente 2, região do Coxipó da Ponte.

    Fontoura foi identificado formalmente como o autor das agressões no boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil do Mato Grosso o qual a coluna teve acesso.

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    A vítima, de 38 anos, relatou aos policiais que foi atacada com socos, chutes, puxões de cabelo, mordidas e um golpe na cabeça desferido com um pedaço de madeira.

    Ela também afirmou ter sido arrastada pelo chão e submetida a insultos verbais durante a crise de violência

    Segundo o registro oficial, além das agressões, o militar quebrou diversos objetos da casa.

    Quando a equipe policial chegou ao local, encontrou a mulher em estado de choque, com hematomas visíveis nos braços, no corpo e queixando-se de fortes dores na cabeça.

    Tentativa de justificar a violência

    Durante o atendimento da ocorrência e posteriormente em interrogatório, Rafael Fontoura negou inicialmente as agressões.

    Em seguida, passou a admitir confronto físico, mas tentou inverter a responsabilidade, alegando que teria “perdido o controle” por questões emocionais ligadas ao relacionamento.

    De acordo com o relato colhido pela polícia, o militar afirmou que agiu movido por sentimentos intensos e chegou a justificar a violência como consequência de “amar demais” a mulher.

    Prisão em flagrante

    Diante da materialidade das lesões e da narrativa da vítima, os policiais deram voz de prisão ao sargento, que foi encaminhado à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher.

    O flagrante foi ratificado pelos crimes de lesão corporal consumada, violência doméstica e dano ao patrimônio.

    O boletim também registra que a Capitania Fluvial de Cuiabá foi oficialmente comunicada sobre a prisão, conforme protocolo aplicado em casos envolvendo militares das Forças Armadas

    O caso segue sob apuração da Polícia Civil, e medidas protetivas em favor da vítima devem ser analisadas pelo Judiciário. A Marinha do Brasil ainda não se manifestou publicamente sobre eventuais providências administrativas.

  • Ministro da Defesa da Venezuela acusa EUA de atacar áreas civis

    Ministro da Defesa da Venezuela acusa EUA de atacar áreas civis

    O ministro da Defesa da Venezuela , Vladimir Padrino López, acusou os Estados Unidos de atacarem áreas civis da capital, Caracas. Em vídeo publicado neste sábado (3/1), ele afirmou que o país resistirá às tropas estrangeiras.

    O governo norte-americano atacou a capital venezuelana e capturou o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

    De acordo com Padrino, os EUA conduziram uma operação de mudança de regime  “deplorável” e “criminosa”. Ele acrescentou que forças invasoras “bárbaras” profanaram a “terra sagrada”. “Esta invasão representa a maior afronta que o país já sofreu”, afirmou o general.

    Padrino convocou cidadãos e soldados a se unirem para resistir à invasão norte-americana.

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    “Eles nos atacaram, mas não nos vencerão. Formaremos uma muralha de resistência indestrutível. Nossa vocação é a paz, mas nossa herança é a luta pela liberdade”, afirmou.

    O ministro também acrescentou que as autoridades venezuelanas estavam tentando calcular o número de civis mortos ou feridos durante ataques de helicópteros em áreas urbanas.

    EUA X Venezuela

    • A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
    • Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
    • No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
    • Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
    • A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
    • Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.

    Ataque à Venezuela

    O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país. A informação foi divulgada neste sábado (3/1), na rede Truth Social.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

  • Trump diz que ataque à Venezuela foi uma “operação brilhante”

    Trump diz que ataque à Venezuela foi uma “operação brilhante”

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descreveu o ataque norte-americano contra a Venezuela e celebrou o sucesso da operação que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, classificando-a como uma “operação brilhante”, neste sábado (3/1).

    Em ligação ao The New York Times, Trump afirmou que a operação foi muito bem planejada.

    “Muito bom planejamento, tropas excelentes e pessoas incríveis. Foi uma operação brilhante, na verdade”, contou Trump.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    Trump confirmou ter capturado Maduro e tê-lo levado para fora do país venezuelano. A informação foi divulgada na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a Venezuela.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.

    Leia também

    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu uma prova de vida do presidente Nicolás Maduro.

    Segundo Delcy Rodríguez, Maduro está desaparecido. Ela afirmou que, “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.

    “O presidente Maduro já tinha sido muito claro e avisou o povo venezuelano que uma agressão desta natureza por desespero da voracidade energética dos EUA poderia acontecer”, pontuou a vice-presidente.

    Em comunicado, o governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

  • Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

    Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

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    Ministros e assessores do governo Lula farão uma reunião de emergência na manhã deste sábado (3/1) para discutir a invasão à Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro anunciada mais cedo por Donald Trump.

    O encontro, segundo apurou a coluna, está previsto para as 10h no Itamaraty. Há a expectativa de que o presidente Lula participe remotamente — o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

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    Lula, segundo apurou a coluna, já foi informado por assessores sobre o anúncio feito por Trump. O presidente brasileiro ainda avalia se retornará antes para Brasília. Até então, o petista só pretendia voltar do recesso na segunda-feira (6/1).

  • Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

    Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

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    Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.

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    Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.

    EUA x Venezuela

    • A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
    • Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
    • No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
    • Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
    • A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
    • Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.

    O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

  • Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

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    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu, neste sábado (3/1), uma prova de vida do presidente Nicolás Maduro, após ele ter sido capturado pelo governo dos Estados Unidos, em meio a ataques na Venezuela. Veja vídeo:

    Segundo Delcy Rodríguez, Maduro está desaparecido. Ela afirmou que, “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.

    “O presidente Maduro já tinha sido muito claro e avisou o povo venezuelano que uma agressão desta natureza por desespero da voracidade energética dos EUA poderia acontecer”, pontuou a vice-presidente.

    Trump confirmou ter capturado Maduro e tê-lo levado para fora do país venezuelano. A informação foi divulgada na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a Venezuela.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.

    O governo venezuelano acusou os Estados Unidos de atacarem a região. Em comunicado, o presidente Nicolás Maduro declarou emergência em todo o país.

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    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia o comunicado, segundo a imprensa internacional.

    O governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

    “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, afirmou o governo.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se pronunciou nas redes sociais, alegando que “estão bombardeando Caracas” neste momento. “Alerta para o mundo inteiro, atacaram a Venezuela. Estão bombardeando com mísseis. A OEA (Organização dos Estados Americanos) e a ONU (Organização das Nações Unidas) devem se reunir imediatamente”.

  • Militar da Marinha agride ex-mulher e diz ter agido por “amar demais”

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    A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, na madrugada de sexta-feira (2/1), um 2º sargento da Marinha do Brasil, de 37 anos, acusado de submeter a ex-mulher a uma sequência de agressões físicas, ameaças e violência psicológica dentro de uma residência no bairro Jardim Presidente 2, em Cuiabá.

    Segundo a investigação, a mulher, de 38 anos, havia deixado o estado meses antes para tentar recomeçar a vida em São Paulo, após o rompimento do relacionamento.

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    O retorno a Mato Grosso ocorreu depois de o militar afirmar que a filha do casal estaria doente. A Polícia apura que a informação foi usada como estratégia para forçar a presença da vítima no local.

    No dia em que a mulher se preparava para voltar a São Paulo, o sargento passou a agir para impedir a saída dela, ocultando documentos pessoais e da criança. A situação rapidamente evoluiu para uma crise violenta.

    De acordo com o registro policial, o militar passou a proferir ofensas, intimidar a vítima e, em seguida, partiu para agressões diretas, incluindo socos, chutes, puxões de cabelo e mordidas. Em determinado momento, ele utilizou um objeto de madeira para golpeá-la.

    Além das agressões, o suspeito destruiu parte do interior da casa, quebrando móveis e eletrodomésticos.

    Durante o ataque, o militar gravou vídeos da residência destruída e encaminhou o material a terceiros ligados à mulher, atribuindo a eles a responsabilidade pelos danos.

    A vítima relatou que nunca havia formalizado denúncias anteriores por medo, dependência financeira e receio de represálias. Disse ainda que, ao longo dos anos, sofreu constantes tentativas de isolamento e desqualificação pessoal.

    Prisão e versão rejeitada

    A Polícia Militar foi acionada novamente já durante a madrugada e encontrou o suspeito ainda no imóvel. Ele apresentava escoriações compatíveis com luta corporal.

    Em depoimento à Polícia Civil, o militar tentou justificar a violência com um discurso emocional. Disse que teria “perdido o controle” por ainda “amar demais” a esposa e por não aceitar o fim do relacionamento.

    O delegado responsável rejeitou a versão apresentada, considerando os depoimentos, o estado da vítima e os elementos materiais reunidos no local. A prisão em flagrante foi ratificada pelos crimes de lesão corporal qualificada, injúria e dano, sem concessão de fiança.

    O militar permanece detido e à disposição da Justiça.

  • Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas

    Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas

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    Após o que o governo venezuelano classificou como um ataque militar dos Estados Unidos contra seu território, governos e líderes internacionais passaram a reagir às acusações de “agressão armada” contra a Venezuela. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou os ataques a Caracas, acrescentando que capturou o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais afirmando que Caracas estaria sob bombardeio. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela. Estão bombardeando Caracas com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”, escreveu.

    Veja: 

    Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas - destaque galeria3 imagensJavier MileiMiguel Díaz CanelFechar modal.MetrópolesGustavo Petro1 de 3

    Gustavo Petro

    Reprodução / Redes sociaisJavier Milei2 de 3

    Javier Milei

    Reprodução / Redes sociaisMiguel Díaz Canel3 de 3

    Miguel Díaz Canel

    Reprodução / Redes sociais

     

    Em comunicado oficial, o governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas do país a se mobilizarem contra o que chamou de ataque imperialista. “O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, informa o texto.

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    Segundo o governo venezuelano, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto que declara Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinando a adoção imediata de medidas para proteger a população, assegurar o funcionamento das instituições republicanas e enfrentar a agressão armada.

    Reação internacional

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha afirmou neste sábado que acompanha a situação na Venezuela com “grande preocupação”. O comunicado obtido pela Reuters, o governo alemão está em contato próximo com a embaixada em Caracas, e uma equipe de crise deve se reunir ainda hoje para discutir o cenário.

    O ministro das Relações Exteriores da Itália disse que o país monitora a situação na Venezuela com atenção especial à comunidade italiana que vive no país. De acordo com ele, a primeira-ministra Giorgia Meloni está sendo informada constantemente sobre os desdobramentos.

    Já o presidente da Argentina, Javier Milei, também reagiu aos acontecimentos envolvendo a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”.

    A mensagem foi publicada ao repostar uma notícia de um site que afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do país.

    Mais detalhes

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares.
    • O ataque ocorreu em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas da soberania e da igualdade.
    • Segundo o texto, o suposto ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

    Ainda de acordo com o documento, o governo também confirmou a mobilização da Força Armada Nacional Bolivariana e a instalação de comandos de defesa integral em todos os estados e municípios.

    Paralelamente, a diplomacia venezuelana informou que levará o caso a fóruns internacionais, como o Conselho de Segurança da ONU, a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e o Movimento dos Países Não Alinhados (MNOAL).

    O governo declarou ainda que se reserva o direito de exercer a legítima defesa, conforme previsto no artigo 51 da Carta das Nações Unidas, e fez um apelo por solidariedade internacional.

    Explosões, fumaça e chamas visíveis

    Imagens que circulam nas redes sociais mostram explosões em diferentes pontos da cidade, com colunas de fumaça e chamas visíveis. Até o momento, não há informações oficiais sobre vítimas nem confirmação independente das acusações.

    Vídeo do ataque:

    

    Entenda o caso

    • A capital da Venezuela, Caracas, registrou diversas explosões na madrugada deste sábado (3/1).
    • O governo venezuelano atribuiu os ataques aos Estados Unidos e decretou emergência em todo o país.
    • “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, afirma o comunicado oficial, citado pela imprensa internacional.

     

  • Fim de semana começa quente, mas frente fria muda o tempo em São Paulo

    Fim de semana começa quente, mas frente fria muda o tempo em São Paulo

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    O sábado (3/1) começa com sol entre muitas nuvens e sensação de tempo abafado , em São Paulo. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas sobem ao longo do dia e os termômetros podem chegar aos 28 °C na capital.

    A partir do meio da tarde, há previsão de pancadas de chuva com trovoadas, que podem ocorrer de forma isolada, mas com pontos de moderada a forte intensidade.

    Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), há risco de rajadas de vento e raios, além de possibilidade de alagamentos, inundações pontuais e queda de árvores, principalmente entre o fim da tarde e o início da noite. A orientação é sair de casa preparado e ficar atento aos alertas meteorológicos ao longo do dia.

    Previsão no litoral

    No litoral paulista, o sábado será de sol entre nuvens e tempo abafado. Ao longo do dia, especialmente entre a tarde e a noite, a aproximação de uma frente fria deve provocar pancadas de chuva, com risco de temporais isolados, raios e rajadas de vento. As temperaturas variam entre mínimas de 21 °C a 22 °C e máximas próximas dos 29 °C, com sensação térmica mais elevada, segundo o CGE.

    Leia também

    Já no domingo (04/01), a frente fria avança rapidamente pelo litoral paulista, mantendo o tempo instável, mas com tendência de diminuição das chuvas ao longo do dia. O sistema traz alívio para o calor dos últimos dias, com temperaturas mais amenas, variando entre mínima de 19 °C e máxima que não deve passar dos 24 °C.