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  • Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou a mobilização de forças de segurança para a fronteira de seu país com a Venezuela, “juntamente com todos os recursos de assistência disponíveis, em caso de um fluxo maciço de refugiados”. O comunicado foi postado em uma rede social na manhã deste sábado (3/1) após a confirmação de ataques dos Estados Unidos a quatro cidades venezuelanas.

    O presidente norte-americano Donald Trump também informou ter capturado o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele.

    Veja o anúncio de Petro feito neste sábado:

    Acabamos de terminar consejo de seguridad nacional desde las 3 am.

    Se despliega la fuerza pública en la frontera, se despliega toda la fuerza asistencial que dispongamos en caso de entrada masiva de refugiados.

    La embajada de Colombia en Venezuela está activa a llamadas de…

    — Gustavo Petro (@petrogustavo) January 3, 2026

    O presidente colombiano reforçou, na nota, que repudia “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”.

    Conflitos internos entre povos são resolvidos pacificamente pelos próprios povos. Este é o princípio da autodeterminação, que é o fundamento do sistema das Nações Unidas, escreveu Gustavo Petro.

    Em comunicado oficial, o governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas do país a se mobilizarem contra o que chamou de ataque imperialista. “O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, informa o texto.

    Segundo o governo venezuelano, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto que declara Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinando a adoção imediata de medidas para proteger a população, assegurar o funcionamento das instituições republicanas e enfrentar a agressão armada.

    Reação internacional

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    Já o presidente da Argentina, Javier Milei, também reagiu aos acontecimentos envolvendo a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”.

    A mensagem foi publicada ao repostar uma notícia de um site que afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do país.

    Ataque dos EUA à Venezuela

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

     

     

     

     

  • Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo

    Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo

    O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, condenou neste sábado (3/1) os bombardeios dos Estados Unidos contra alvos em diferentes regiões do país e anunciou a ativação de todas as capacidades militares para a defesa do território nacional.

    Durante a ofensiva, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi capturado pelas forças norte-americanas. 

    Em pronunciamento, Padrino López classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” e afirmou que as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) estão mobilizando todos os recursos disponíveis em resposta à ofensiva.

    Segundo ele, os ataques atingiram instalações militares e áreas urbanas, incluindo o complexo de Fort Tiuna, em Caracas, além de localidades nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

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    Ainda de acordo com o ministro, mísseis e foguetes teriam sido disparados a partir de helicópteros de combate norte-americanos durante a madrugada. Ele disse que informações sobre mortos e feridos ainda estão sendo apuradas, mas indicou que há registro de vítimas civis em áreas residenciais.

    “Esta invasão representa a maior afronta que o país já sofreu”, declarou López.

    O ministro afirmou ainda que foi decretado estado de comoção externa em todo o território venezuelano, com base na Constituição e em leis de segurança nacional.

     

    Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo - destaque galeria3 imagensMaduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber NobelNicolás MaduroFechar modal.MetrópolesNicolás Maduro1 de 3

    Nicolás Maduro

    Gabinete de Imprensa da Presidência da VenezuelaMaduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber Nobel2 de 3

    Maduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber Nobel

    Gabinete de Imprensa da Presidência da VenezuelaNicolás Maduro3 de 3

    Nicolás Maduro

    Jesus Vargas/Getty Images

    Estado de prontidão

    Com a medida, as FANB entraram em estado de prontidão operacional, com a mobilização de meios terrestres, aéreos, navais, fluviais e de mísseis.

    Segundo o governo, a resposta envolve uma articulação entre forças militares, policiais e organizações populares, descrita como uma “fusão popular-militar-policial” para garantir a defesa integral do país.

    Padrino López rejeitou a presença de tropas estrangeiras e afirmou que a ofensiva não tem relação com o combate ao narcotráfico, como alegado por Washington, mas sim com interesses estratégicos e a tentativa de promover uma mudança de regime.

    Ele também apelou à comunidade internacional e a organismos multilaterais para que condenem o que classificou como violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.

    Onde está Maduro?

    O governo venezuelano declarou emergência nacional e afirmou desconhecer o paradeiro do líder chavista.

    A vice-presidente, Delcy Rodríguez, exigiu “prova imediata de vida” do presidente e da primeira-dama, e acusou os EUA de serem responsáveis por mortes de civis e militares durante os ataques.

    A crise aprofunda a tensão entre Washington e Caracas, que vinha se intensificando nos últimos meses em meio a sanções, acusações envolvendo tráfico de drogas e uma crescente presença militar dos EUA no Caribe e na América Latina.

  • “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela

    “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela

    O presidente da Argentina, Javier Milei, se manifestou sobre o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezeuela, na manhã deste sábado (3/1). O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados.

    Na rede social X, o presidente argentino celebrou o ataque e repetiu o bordão usado desde sua campanha. “La libertad avanza. Viva la libertad, carajo [A liberdade avança. Viva a liberdade, caralho]”, escreveu Milei.

    “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela - destaque galeria4 imagensMiguel Díaz CanelGustavo PetroEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás MaduroFechar modal.MetrópolesJavier Milei1 de 4

    Javier Milei

    Reprodução / Redes sociaisMiguel Díaz Canel2 de 4

    Miguel Díaz Canel

    Reprodução / Redes sociaisGustavo Petro3 de 4

    Gustavo Petro

    Reprodução / Redes sociaisEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro4 de 4

    EUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro

    Reprodução/Truth Social

    Reação internacional

    Outros líderes internacionais reagiram ao bombardeio estadunidense na Venezuela. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais afirmando que Caracas estaria sob bombardeio. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela. Estão bombardeando Caracas com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”, escreveu.

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

    Leia também

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    Ataque dos EUA à Venezuela

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

     

     

  • Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

    Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

    Ministros e assessores do governo Lula farão uma reunião de emergência na manhã deste sábado (3/1) para discutir a invasão à Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro anunciada mais cedo por Donald Trump.

    O encontro, segundo apurou a coluna, está previsto para as 10h no Itamaraty. Há a expectativa de que o presidente Lula participe remotamente — o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

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    Lula, segundo apurou a coluna, já foi informado por assessores sobre o anúncio feito por Trump. O presidente brasileiro ainda avalia se retornará antes para Brasília. Até então, o petista só pretendia voltar do recesso na segunda-feira (6/1).

  • Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

    Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

    Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.

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    Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.

    EUA x Venezuela

    • A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
    • Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
    • No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
    • Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
    • A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
    • Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.

    O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

  • Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu, neste sábado (3/1), uma prova de vida do presidente Nicolás Maduro, após ele ter sido capturado pelo governo dos Estados Unidos, em meio a ataques na Venezuela. Veja vídeo:

    Segundo Delcy Rodríguez, Maduro está desaparecido. Ela afirmou que, “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.

    “O presidente Maduro já tinha sido muito claro e avisou o povo venezuelano que uma agressão desta natureza por desespero da voracidade energética dos EUA poderia acontecer”, pontuou a vice-presidente.

    Trump confirmou ter capturado Maduro e tê-lo levado para fora do país venezuelano. A informação foi divulgada na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a Venezuela.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.

    O governo venezuelano acusou os Estados Unidos de atacarem a região. Em comunicado, o presidente Nicolás Maduro declarou emergência em todo o país.

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    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia o comunicado, segundo a imprensa internacional.

    O governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

    “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, afirmou o governo.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se pronunciou nas redes sociais, alegando que “estão bombardeando Caracas” neste momento. “Alerta para o mundo inteiro, atacaram a Venezuela. Estão bombardeando com mísseis. A OEA (Organização dos Estados Americanos) e a ONU (Organização das Nações Unidas) devem se reunir imediatamente”.

  • Vice-secretário de Estado dos EUA sobre Maduro: “Tirano enfrentará justiça”

    Vice-secretário de Estado dos EUA sobre Maduro: “Tirano enfrentará justiça”

    O vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, elogiou a ação dos EUA contra a Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro vai enfrentar justiça.

    “Um novo amanhecer para a Venezuela! O tirano se foi. Ele agora – finalmente – enfrentará justiça por seus crimes”, afirmou Landau no X.

    A new dawn for Venezuela! 🙏 The tyrant is gone. He will now—finally—face justice for his crimes. 🇺🇸🇻🇪 pic.twitter.com/oNhW6b9soh

    — Christopher Landau (@DeputySecState) January 3, 2026

    O vice-secretário reproduziu uma publicação do presidente dos EUA, Donald Trump, que confirmou o ataque à Venezuela e a captura de Maduro.

    A vice do regime da Venezuela, Delcy Rodriguez, disse que o regime desconhece o paradeiro do ditador venezuelano e sua esposa.

  • Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

    Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o ataque militar dos EUA à Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país.

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e o seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com a sua esposa, capturado e levado para fora o país”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

    Trump acrescentou que a operação foi feita em conjunto com a Polícia dos EUA e que daria mais detalhes em breve. Ele também anunciou uma coletiva de imprensa às 13h, no horário de Brasília, no resort de Mar-a-Lago, na Flórida.

  • Militar da Marinha agride ex-mulher e diz ter agido por “amar demais”

    Militar da Marinha agride ex-mulher e diz ter agido por “amar demais”

    A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, na madrugada de sexta-feira (2/1), um 2º sargento da Marinha do Brasil, de 37 anos, acusado de submeter a ex-mulher a uma sequência de agressões físicas, ameaças e violência psicológica dentro de uma residência no bairro Jardim Presidente 2, em Cuiabá.

    Segundo a investigação, a mulher, de 38 anos, havia deixado o estado meses antes para tentar recomeçar a vida em São Paulo, após o rompimento do relacionamento.

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    O retorno a Mato Grosso ocorreu depois de o militar afirmar que a filha do casal estaria doente. A Polícia apura que a informação foi usada como estratégia para forçar a presença da vítima no local.

    No dia em que a mulher se preparava para voltar a São Paulo, o sargento passou a agir para impedir a saída dela, ocultando documentos pessoais e da criança. A situação rapidamente evoluiu para uma crise violenta.

    De acordo com o registro policial, o militar passou a proferir ofensas, intimidar a vítima e, em seguida, partiu para agressões diretas, incluindo socos, chutes, puxões de cabelo e mordidas. Em determinado momento, ele utilizou um objeto de madeira para golpeá-la.

    Além das agressões, o suspeito destruiu parte do interior da casa, quebrando móveis e eletrodomésticos.

    Durante o ataque, o militar gravou vídeos da residência destruída e encaminhou o material a terceiros ligados à mulher, atribuindo a eles a responsabilidade pelos danos.

    A vítima relatou que nunca havia formalizado denúncias anteriores por medo, dependência financeira e receio de represálias. Disse ainda que, ao longo dos anos, sofreu constantes tentativas de isolamento e desqualificação pessoal.

    Prisão e versão rejeitada

    A Polícia Militar foi acionada novamente já durante a madrugada e encontrou o suspeito ainda no imóvel. Ele apresentava escoriações compatíveis com luta corporal.

    Em depoimento à Polícia Civil, o militar tentou justificar a violência com um discurso emocional. Disse que teria “perdido o controle” por ainda “amar demais” a esposa e por não aceitar o fim do relacionamento.

    O delegado responsável rejeitou a versão apresentada, considerando os depoimentos, o estado da vítima e os elementos materiais reunidos no local. A prisão em flagrante foi ratificada pelos crimes de lesão corporal qualificada, injúria e dano, sem concessão de fiança.

    O militar permanece detido e à disposição da Justiça.

  • Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas

    Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas

    Após o que o governo venezuelano classificou como um ataque militar dos Estados Unidos contra seu território, governos e líderes internacionais passaram a reagir às acusações de “agressão armada” contra a Venezuela. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou os ataques a Caracas, acrescentando que capturou o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais afirmando que Caracas estaria sob bombardeio. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela. Estão bombardeando Caracas com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”, escreveu.

    Veja: 

    Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas - destaque galeria2 imagensJavier MileiFechar modal.MetrópolesGustavo Petro1 de 2

    Gustavo Petro

    Reprodução / Redes sociaisJavier Milei2 de 2

    Javier Milei

    Reprodução / Redes sociais

     

    Em comunicado oficial, o governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas do país a se mobilizarem contra o que chamou de ataque imperialista. “O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, informa o texto.

    Leia também

    Segundo o governo venezuelano, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto que declara Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinando a adoção imediata de medidas para proteger a população, assegurar o funcionamento das instituições republicanas e enfrentar a agressão armada.

    Reação internacional

    O presidente da Argentina, Javier Milei, também reagiu aos acontecimentos envolvendo a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”.

    A mensagem foi publicada ao repostar uma notícia de um site que afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do país.

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

     

    Mais detalhes

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o suposto ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

    O governo também confirmou a mobilização da Força Armada Nacional Bolivariana e a instalação de comandos de defesa integral em todos os estados e municípios.

    Paralelamente, a diplomacia venezuelana informou que levará o caso a fóruns internacionais, como o Conselho de Segurança da ONU, a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e o Movimento dos Países Não Alinhados (MNOAL).

    O governo declarou ainda que se reserva o direito de exercer a legítima defesa, conforme previsto no artigo 51 da Carta das Nações Unidas, e fez um apelo por solidariedade internacional.

    Entenda o caso

    • A capital da Venezuela, Caracas, registrou diversas explosões na madrugada deste sábado (3/1).
    • O governo venezuelano atribuiu os ataques aos Estados Unidos e decretou emergência em todo o país.
    • “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, afirma o comunicado oficial, citado pela imprensa internacional.

    Imagens que circulam nas redes sociais mostram explosões em diferentes pontos da cidade, com colunas de fumaça e chamas visíveis. Até o momento, não há informações oficiais sobre vítimas nem confirmação independente das acusações.