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  • Real Brasília se retira da Série A1 feminina por falta de patrocínio

    Real Brasília se retira da Série A1 feminina por falta de patrocínio

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    O Real Brasília anunciou, pelo Instagram, a saída da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. O clube relembrou parte da história, assim como títulos, e revelou que o motivo da…

  • Série Custe o Que Custar, da Netflix, é baseada em uma história real?

    Série Custe o Que Custar, da Netflix, é baseada em uma história real?

    Lançada pela Netflix nesta quinta-feira (1º), Custe o Que Custar despertou curiosidade ao apostar em uma trama densa sobre o desaparecimento de uma adolescente e a busca incansável do pai por respostas. O realismo da narrativa fez muitos espectadores se perguntarem se a história teria sido inspirada em fatos reais.

    Apesar da aparência verossímil, a série não retrata um caso real. A produção é uma adaptação do livro Run Away, lançado em 2019 por Harlan Coben, autor conhecido por transformar medos cotidianos em suspenses cheios de tensão psicológica.

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    Em Custe o que Custar, Simon (James Nesbitt) é um personagem que tem a vida considerada perfeita: família estruturada e amorosa, um ótimo emprego e uma casa linda. Mas tudo muda repentinamente quando Paige (Ellie de Lange), sua filha mais velha, foge de casa.

    Depois de encontrar a filha em uma situação triste e vulnerável, sob os efeitos de drogas em um parque da cidade, o pai tem a chance de trazê-la de volta, mas a presença de uma pessoa pode ameaçar sua estrutura familiar de modo irreversível.

    Custe o Que Custar tem oito episódios e já figura com 6,7 de avaliação no IMDb. Os melhore episódios, segundo os usuários, são os dois últimos, com 8,8 cada.

  • Ataques dos EUA destroem duas embarcações ligadas ao narcotráfico

    Ataques dos EUA destroem duas embarcações ligadas ao narcotráfico

    O Comando Sul dos Estados Unidos anunciou uma nova ofensiva com ataques militares, desta vez atingindo duas embarcações utilizadas pelo narcotráfico em águas internacionais.

    Em comunicado, o comando informou que, sob a gestão do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, duas embarcações foram atingidas nesta quarta-feira (31/12), sob a justificativa de integrarem organizações terroristas.

    “Informações de inteligência confirmaram que as embarcações estavam transitando por rotas conhecidas de narcotráfico e envolvidas em atividades de narcotráfico. Um total de cinco narcoterroristas foram mortos durante essas ações — três na primeira embarcação e dois na segunda”, informou o comando.

    O governo não informou o número total de vítimas atingidas pelos ataques americanos, mas destacou que as ações estão intensificadas nas regiões do Caribe, do Pacífico Oriental e do Atlântico Sul.

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    Ofensiva

    É a segunda ofensiva do governo americano a embarcações somente nesta semana. Em 30 de dezembro, ataques militares atingiram três embarcações utilizadas pelo narcotráfico.

    Segundo o comunicado oficial, as embarcações viajavam em comboio e eram operadas por grupos classificados pelo governo norte-americano como Organizações Terroristas Designadas.

    Informações de inteligência indicaram que os barcos seguiam rotas conhecidas do narcotráfico e haviam feito transferências de drogas entre si antes da ação militar.

    Durante o primeiro ataque, três pessoas apontadas como integrantes dessas organizações morreram a bordo de uma das embarcações. As tripulações dos outros dois barcos abandonaram os veículos antes dos ataques subsequentes, que resultaram no afundamento das embarcações.

  • Motorista invade preferencial e colide com motociclista em Rio Branco

    Motorista invade preferencial e colide com motociclista em Rio Branco

    A motociclista Eliane de Oliveira de Paula, de 39 anos, ficou ferida após ter sua motocicleta atingida por um carro na noite desta quinta-feira (1º), no cruzamento da Rua Rádio…

  • Bolsonaro e irmão apostam na Mega da Virada e ganham na quadra

    Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta-feira (1º) que acertou a quadra na Mega da Virada deste ano. Em publicação nas redes sociais, ele comemorou o resultado…

  • A partir desta quinta-feira 1º de janeiro, pesquisas eleitorais devem ser registradas na Justiça Eleitoral até 5 dias antes da divulgação

    A partir desta quinta-feira 1º de janeiro, pesquisas eleitorais devem ser registradas na Justiça Eleitoral até 5 dias antes da divulgação

    Nova regra vale inclusive para levantamentos iniciados em 2025, mas publicados em 2026; normas seguem Lei das Eleições e resolução do TSE

    As regras sobre pesquisas eleitorais estão previstas na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e na Resolução TSE nº 23.600/2019. Foto: captadas 

    A partir desta quinta-feira (1º), todas as pesquisas de opinião pública sobre as eleições gerais de 2026 devem ser registradas na Justiça Eleitoral com até cinco dias de antecedência em relação à divulgação dos resultados. A determinação também se aplica a pesquisas que tenham sido iniciadas em 2025, mas que forem divulgadas somente a partir de agora.

    As regras estão previstas na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e na Resolução TSE nº 23.600/2019, e visam dar mais transparência e controle sobre a publicação de sondagens eleitorais em ano de pleito. O objetivo é evitar a divulgação de dados sem a devida comprovação metodológica e sem que a Justiça Eleitoral tenha ciência prévia, garantindo maior segurança informativa ao processo eleitoral.

    As regras sobre pesquisas eleitorais

    Conforme o artigo 33 da Lei das Eleições, as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos, são obrigadas, para cada pesquisa, a registrar, junto à Justiça Eleitoral, algumas informações.

    Dentre elas:
    • Quem contratou a pesquisa, com CPF ou CNPJ;
    • Valor e origem dos recursos gastos, com cópia de nota fiscal;
    • Metodologia e período de realização da pesquisa;
    • Plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico e área física de realização do trabalho a ser executado, intervalo de confiança e margem de erro
    • Sistema interno de controle e verificação, conferência e fiscalização da coleta de dados e do trabalho de campo, incluindo nome do profissional de estatística responsável;
    • Questionário completo aplicado ou a ser aplicado;
    • Em qual unidade da Federação a pesquisa será realizada;

    Enquanto a Lei nº 9.504/1977 regulamenta as pesquisas eleitorais, a Resolução TSE nº 23.600/2019 disciplina o registro e a publicação desses levantamentos. Conforme o dispositivo, o cadastro de toda pesquisa eleitoral, realizada ou publicada, a partir de 1º de janeiro de 2026 deve ser feito no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle).

    A empresa ou entidade de cadastro deverá submeter os arquivos em formato PDF e são responsáveis quanto à legibilidade e à integridade do arquivo submetido. O documento pode ser alterado, desde que não tenha passado o prazo de cinco dias para a divulgação do resultado.

    Multas e outras medidas sancionadoras

    Conforme esses dispositivos, a divulgação de pesquisa eleitoral sem o prévio registro das informações sujeita os responsáveis a uma multa no valor de R$ 53.205 a R$ 106.410. Esses valores também correspondem a multa em caso dedivulgação de pesquisa fraudulenta. Esta prática é crime e punível, além de multa, com detenção de seis meses a um ano.

    Diferenças entre Pesquisas e Enquetes Eleitorais

    Dentre a possibilidade de levantamento de opinião pública sobre candidatas e candidatos, existem as pesquisas e enquetes eleitorais. Apesar de terem objetivos similares, elas são diferentes em sua execução e rigor processual e, portanto, possuem regramentos diferentes conforme a Lei 9.504/2017 e a Resolução TSE 23.600/2019.

    Enquanto a pesquisa eleitoral é um levantamento de opinião pública com plano amostral e uso de método científico, que deve respeitar todos os pontos acima citados, a enquete eleitoral é entendida como uma sondagem de opiniões sem esses elementos em sua realização.

    Essa diferenciação é importante porque, a partir de 15 de agosto dos anos eleitorais — início da campanha eleitoral —, as enquetes são proibidas, conforme a Lei das Eleições. Assim, cabe exercício do poder de polícia contra a divulgação dessas enquetes, incluindo expedição de ordem para que seja removida, sob pena de crime de desobediência.

    Além disso, a enquete que for divulgada como pesquisa eleitoral será reconhecida como pesquisa de opinião pública sem registro na Justiça Eleitoral, passível de multas e sanções.

    Consulta de pesquisas registradas

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possui um ambiente próprio para consulta de pesquisas registradas. Além da consulta pública, as coligações, partidos políticos, candidatos e o Ministério Público Eleitoral podem ter acesso ao sistema interno, mediante requerimento à Justiça Eleitoral. Também é possível ter acesso à verificação, à fiscalização de coleta de dados das entidades e das empresas que divulgarem as pesquisas eleitorais.

  • Ficco/AM prende brasileiro com R$ 800 mil em espécie por suspeita de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos

    Ficco/AM prende brasileiro com R$ 800 mil em espécie por suspeita de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos

    Homem foi detido ao sair de agência bancária em Manaus; polícia investiga origem dos valores e possível vínculo com crimes contra a administração federal

    A Ficco/AM reforçou a importância das denúncias da população e reafirma seu compromisso com o combate qualificado às organizações criminosas. Foto: cedida 

    A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (Ficco/AM) prendeu em flagrante, um cidadão por suspeita de lavagem de dinheiro, com indícios de desvio de recursos públicos federais. O homem foi detido ao sair de uma agência bancária em Manaus transportando aproximadamente R$ 800 mil em espécie.

    A ação foi resultado de denúncias e trabalho de inteligência. O preso foi conduzido à sede da Polícia Federal, onde estão sendo adotados os procedimentos legais cabíveis. As investigações seguem para apurar a origem dos valores e eventuais ligações com crimes contra a administração pública.

    A Ficco/AM é composta por Polícia Federal, PRF, Secretaria de Segurança do AM, Polícia Civil, Polícia Militar e órgãos de inteligência e penitenciária. A força atua na integração de informações e no combate qualificado ao crime organizado no estado.

  • Real Brasília se retira da Série A1 feminina por falta de patrocínio

    Real Brasília se retira da Série A1 feminina por falta de patrocínio

    O Real Brasília anunciou, pelo Instagram, a saída da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. O clube relembrou parte da história, assim como títulos, e revelou que o motivo da retirada é a perda do patrocínio master da agremiação.

    “Apesar de inúmeras diligências realizadas na busca pela manutenção da modalidade, o clube se encontra diante de impasse insuperável, pois não obtivemos a continuidade do patrocínio master, o que torna inviável a participação do Real Brasília no Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 na temporada de 2026”, diz parte do comunicado.

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    O clube ressaltou que foi necessário tomar essa decisão. “Mesmo reconhecendo a importância da modalidade e às vésperas da realização do Campeonato Mundial de Futebol Feminino no Brasil, somos forçados, pelas circunstâncias, a tomar essa difícil, porém responsável, decisão”, explicou.

    O Real Brasília esteve na elite do futebol feminino durante seis temporadas e fez frente aos times mais tradicionais da modalidade.

    “Registramos nossos mais sinceros agradecimentos a todas as atletas, profissionais, comissões técnicas e colaboradores que contribuíram para essas relevantes conquistas, incluindo a permanência por seis temporadas na Primeira Divisão do futebol feminino nacional, reconhecendo a competência e a excelência do trabalho desenvolvido por esses profissionais, que deixaram marcada a presença do Real Brasília no cenário do futebol feminino local e nacional”, completou.

     

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    Um post compartilhado por Real Brasília (@realbrasiliaoficial)

    Leia a nota completa:

    “O Real Brasília, em 2019, foi procurado por atletas que não possuíam clube para disputar o Campeonato Feminino. Após estudos internos, o clube aceitou estruturar a modalidade, formando uma equipe que se sagrou campeã do Distrito Federal já em seu primeiro ano de competição, feito que se repetiu por seis temporadas consecutivas.

    Essa decisão foi tomada em prestígio ao futebol feminino, mesmo não havendo, à época, obrigação regulamentar para a manutenção da modalidade, uma vez que o clube não disputava competições nacionais no futebol masculino.

    Assim, já em 2020, o Real Brasília disputou o Campeonato Brasileiro Feminino Série A2 e obteve êxito na classificação para a Série A1 (Primeira Divisão do Campeonato Nacional Feminino), na qual se manteve por cinco temporadas consecutivas, inclusive garantindo o direito esportivo de participação na Série A1 em 2026.

    Ao longo dessa caminhada, o clube enfrentou inúmeros desafios e barreiras, entre eles episódios de difamação injusta que lhe causou severos prejuízos, o período da pandemia de COVID-19, no qual todos os contratos e salários foram mantidos rigorosamente em dia, e, mais recentemente, uma apenação aplicada sem que tivesse sido assegurado o elementar direito de defesa. Tais situações estão sendo enfrentadas com as medidas administrativas e judiciais cabíveis.

    No entanto, apesar de inúmeras diligências realizadas na busca pela manutenção da modalidade, o clube se encontra diante de impasse insuperável, pois não obtivemos a continuidade do patrocínio master, o que torna inviável a participação do Real Brasília no Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 na temporada de 2026.

    Mesmo reconhecendo a importância da modalidade e às vésperas da realização do Campeonato Mundial de Futebol Feminino no Brasil, somos forçados, pelas circunstâncias, a tomar essa difícil, porém responsável, decisão.

    Registramos nossos mais sinceros agradecimentos a todas as atletas, profissionais, comissões técnicas e colaboradores que contribuíram para essas relevantes conquistas, incluindo a permanência por seis temporadas na Primeira Divisão do futebol feminino nacional, reconhecendo a competência e a excelência do trabalho desenvolvido por esses profissionais, que deixaram marcada a presença do Real Brasília no cenário do futebol feminino local e nacional.

    Que tenhamos todos um ano de 2026 pródigo de bênçãos e conquistas.

    Cordialmente,

    Real Brasília Futebol Clube”.

  • Salário mínimo de R$ 1.621 entrou em vigor nesta quinta-feira com reajuste de 6,79%

    Salário mínimo de R$ 1.621 entrou em vigor nesta quinta-feira com reajuste de 6,79%

    Aumento de R$ 103 deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia, segundo Dieese. Reajuste segue INPC acumulado de 4,18% em 12 meses.

    O reajuste, de 6,79% ou R$ 103, foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O salário mínimo anterior era de R$ 1.518. Foto: captada 

    O novo salário mínimo, no valor de R$ 1.621, passa a valer a partir desta quinta-feira (1º) em todo o país. O reajuste de 6,79% (R$ 103 a mais) sobre o valor anterior de R$ 1.518 foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10, seguindo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de 4,18% nos últimos 12 meses.

    Segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo valor injetará R$ 81,7 bilhões na economia, considerando os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação. O reajuste ocorre em um cenário de restrições fiscais mais rígidas, mas busca preservar o poder de compra dos trabalhadores de menor renda.

    Entenda

    A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de dois anos.

    No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.

    No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.

    Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.

  • Confira os 10 feriados nacionais e 9 pontos facultativos de 2026

    Confira os 10 feriados nacionais e 9 pontos facultativos de 2026

    Calendário oficial tem 10 feriados e 9 pontos facultativos; apenas um feriado cai no fim de semana, a Proclamação da República (15 de novembro, domingo)

    Confira os feriados nacionais e pontos facultativos de 2026. Foto: Inteligência artificial

    O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos divulgou a portaria que estabelece os feriados nacionais e pontos facultativos para 2026. O calendário oficial inclui 10 feriados e 9 pontos facultativos, abrangendo datas cívicas e religiosas, além de períodos como o Carnaval e as vésperas de Natal e Ano Novo. Apenas um feriado cairá no fim de semana: a Proclamação da República, em 15 de novembro, que será num domingo.

    A portaria determina que as datas devem ser observadas pelos órgãos da administração pública federal, sem comprometer serviços essenciais à população. Fica vedada a antecipação de pontos facultativos em desacordo com a norma, e apenas feriados estaduais (data magna) e municipais (centenários) poderão ser adotados localmente. A medida visa garantir uniformidade e organização no funcionamento dos serviços públicos ao longo de 2026.

    Confira o calendário de feriados nacionais e pontos facultativos em 2026:
    • 1º de janeiro, Confraternização Universal (feriado nacional);
    • 16 de fevereiro, carnaval (ponto facultativo);
    • 17 de fevereiro, carnaval (ponto facultativo);
    • 18 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14h);
    • 3 de abril, Paixão de Cristo (feriado nacional);
    • 20 de abril (ponto facultativo);
    • 21 de abril, Tiradentes (feriado nacional);
    • 1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);
    • 4 de junho, Corpus Christi (ponto facultativo);
    • 5 de junho (ponto facultativo);
    • 7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional);
    • 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);
    • 28 de outubro, Dia do Servidor Público federal (ponto facultativo);
    • 2 de novembro, Finados (feriado nacional);
    • 15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional);
    • 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (feriado nacional);
    • 24 de dezembro, Véspera do Natal (ponto facultativo após as 13h);
    • 25 de dezembro, Natal (feriado nacional); e
    • 31 de dezembro, Véspera do Ano Novo (ponto facultativo após as 13h).