A musa fitness Gracyanne Barbosa já é figura conhecida na TV. Além de ter participado da 25ª edição do Big Brother Brasil, ela também apareceu no seriado Arcanjo Renegado. Em conversa com a coluna, a famosa falou sobre a presença de Belo na novela Três Graças e disse que espera apenas um convite de Amauri Soares para entrar na trama de Aguinaldo Silva.
Vem aí?
Três Graças, aliás, caiu na boca do povo ao colocar Belo e Viviane Araújo, que viveram um romance na vida real, como ex-namorados também na ficção. À coluna Fabia Oliveira, ela afirmou que acompanha como pode o trabalho do ex-marido e que está feliz com as conquistas dele.
“Muito feliz com o sucesso do Belo na novela, a gente fica muito feliz que ele está realizando esse sonho, é um cara que merece demais, é dedicado, um profissional excelente, e a novela tá maravilhosa”, afirmou a famosa, que participou do ensaio de rua realizado pela União da Ilha neste fim de semana, no Rio de Janeiro.
Questionada pela reportagem se ela também toparia participar da novela das 21h, a musa brincou e disse que está apenas aguardando o convite de Amauri Soares, diretor-executivo da TV Globo:
“Eu sou uma pessoa que, profissionalmente, quando as portas se abrem, a gente tem que aceitar. Óbvio que eu aceitaria, seria uma honra muito grande. Poder participar seria uma honra, claro que eu aceitaria”, contou Gracyanne.
Dança dos Famosos
Ainda este ano, a influenciadora vai retornar para a Dança dos Famosos, quadro exibido dentro do Domingão com Huck. No ano passado, ela se machucou durante uma apresentação e precisou deixar a atração.
Apesar do susto, Gracyanne disse não se arrepender de ter aceitado o desafio. “Nenhum arrependimento. A Dança foi incrível, mesmo que eu não tenha conseguido terminar, tudo o que eu consegui aprender foi sensacional. Não vejo a hora de voltar”, garantiu.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou o ex-jogador do Juventude, Ênio, emprestado à Chapecoense, por fraude e manipulação de competição esportiva.
A denúncia foi apresentada no dia 30 de janeiro e aponta a atuação do atleta em esquema de manipulação de apostas envolvendo partidas da Série A do Campeonato Brasileiro de 2025. O processo também trata da ocultação de valores superiores a R$ 1,9 milhão, que teriam sido obtidos de forma ilícita.
As duas partidas em questão foram os confrontos contra o Vitória, em Caxias do Sul, na primeira rodada da competição, realizada no dia 29 de março, e no jogo contra o Fortaleza, pela 8ª rodada. A partida contra o Leão do Pici aconteceu no dia 10 de março, em Fortaleza.
Segundo o promotor Manoel Figueiredo Antunes, o atleta solicitou ou aceitou vantagem patrimonial para, de forma deliberada, receber cartões amarelos nestes dois confrontos. Ainda de acordo com o Ministério Público, a investigação apurou que, antes dos jogos, houve aumento anormal de apostas na modalidade “cartão de jogador”, indicando que os apostadores já tinham conhecimento prévio do resultado do lance.
O MPRS, ainda informou que, no dia 20 de maio de 2025, hdois mandados de busca foram realizados na operação, um na casa do jogador e outro no armário de uso pessoal dele, no Estádio Alfredo Jaconi, casa do Juventude.
Pronunciamento do jogador
Em abril de 2025, Ênio se manifestou sobre as acusações que sofria na época, em relação ao jogo contra o Vitória. Nas redes sociais, o jogador negou qualquer envolvimento em manipulação e justificou os motivos que o fizeram levar o cartão amarelo.
A coluna teve acesso a capturas de tela de mensagens trocadas entre integrantes do grupo denominado “Geração Z”, que planejava ataques com bombas e explosivos improvisados em Brasília (DF), no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP).
As conversas ocorreram em aplicativos de troca de mensagens. Em um dos grupos, intitulado “02/02 – O Grande Dia”, os participantes discutem ferramentas e instrumentos que seriam utilizados para atacar forças de segurança.
“Levem bomba, gasolina, pedra e a porra toda, porque quando estourar vai dar merda pra caralho”, aconselha um dos integrantes.
Em outro trecho, um homem que se apresenta como ex-militar afirma já ter participado de manifestações e diz que irá montar uma lista “de coisas e de como fazer em conflitos de manifestação”.
“Temos que usar todas as nossas experiências e táticas para combater toda essa raça de podridão de políticos”, diz uma das mensagens.
Em outra conversa, um integrante compartilha um manual que ensina a fabricar um coquetel molotov. Ele também sugere o uso de estilingues, fogos de artifício e bombas contra a polícia.
Áudios
A coluna também teve acesso a gravações de áudio compartilhadas entre o grupo. Nos registros de voz, um homem aparentemente convida outra pessoa para se juntar ao grupo que, segundo ele, é composto por cinco pessoas: “A gente vai fazer uns ataques para chamar a atenção”, diz.
Em outro trecho, ele diz que está tudo certo, e que a “missão” — como se refere ao ataque terrorista. “A gente vai fazer essa missão antes do dia 2, tá ligado?”, informa.
O homem ainda questiona a pessoa com quem conversa se ela é do Rio de Janeiro. “Relaxa, você vai entender o que a gente ‘tá’ querendo fazer, entendeu? Só quero saber se tu ‘tá’ disposto a fazer. Vai ser seguro, cara. A gente já ‘tá’ planejando o que a gente vai fazer”.
A operação
A ação, deflagrada nesta segunda (2) e batizada de Operação Break Chain, foi conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e resultou, até o momento, na prisão de três pessoas.
Segundo a polícia, os investigados planejavam manifestações antidemocráticas com emprego de bombas caseiras e coquetéis molotov.
No Rio, o alvo seria a área em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro da cidade. Os atos estavam previstos para ocorrer às 14h desta segunda (2).
A investigação começou após a DRCI identificar grupos de mensagens e perfis em redes sociais criados para organizar protestos simultâneos em diferentes estados do país.
Investigações
A Polícia Civil verificou que, embora se apresentassem como movimentos apartidários e anticorrupção, os integrantes promoviam discursos de radicalização e incentivavam ações violentas.
Inicialmente, a operação previa o cumprimento de medidas cautelares contra quatro pessoas. No entanto, novas informações obtidas ao longo da manhã levaram à identificação de outros 13 envolvidos, o que motivou a representação por mais mandados de busca e apreensão, posteriormente autorizados pela Justiça.
Os investigadores constataram que o grupo compartilhava instruções para a fabricação de artefatos incendiários improvisados.
Entre os materiais identificados estavam orientações para montagem de coquetéis molotov e de bombas caseiras contendo objetos como pregos e bolas de gude.
De acordo com a Polícia Civil, o conteúdo analisado apontava estímulo direto a ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos.
A avaliação dos investigadores é de que as ações planejadas tinham potencial para causar pânico, desordem e risco à população.
Os alvos
Os investigados são suspeitos de incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefatos explosivos ou incendiários.
Segundo a polícia, todos tinham atuação ativa nos grupos monitorados e participavam do direcionamento das ações, incluindo a escolha de locais considerados sensíveis do ponto de vista institucional.
A operação cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão em endereços localizados na capital, na Região Metropolitana e no interior do estado. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou nesta segunda-feira (2/2) que “há a possibilidade” de o Palácio do Planalto enviar ao Congresso a mensagem de indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF) apenas após o Carnaval, marcado para 17 de fevereiro.
“Há um diálogo em curso entre o presidente da República e o presidente do Congresso [Davi Alcolumbre]. A previsão de envio após o Carnaval é uma possibilidade, mas não quero adiantar nada, porque essa conversa está sendo travada entre os dois presidentes. Eles irão avaliar o melhor momento para que a mensagem seja encaminhada. Certamente, não será antes do Carnaval”, declarou o líder a jornalistas após a sessão de abertura dos trabalhos do Congresso.
O presidente do Senado, senador Alcolumbre (União-AP), encerrou o ano insatisfeito com o governo após a indicação de Jorge Messias para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.
Em reação, o senador marcou rapidamente a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para 10 de dezembro, o que deixaria pouco tempo para a articulação da aprovação.
O governo, por sua vez, demorou a enviar ao Congresso a mensagem formal de indicação, etapa necessária para o início do processo, gesto interpretado por Alcolumbre como provocação. Diante disso, a sabatina acabou desmarcada.
O trânsito na Esplanada dos Ministérios será alterado nesta terça-feira (3/2) com o fechamento parcial do Eixo Monumental.
As vias N1 e L4 da Esplanada, serão parcialmente fechadas por volta 9h30, o motivo é a realização da cerimônia de apresentação de cartas credenciais dos novos embaixadores, que acontecerá no Palácio do Planalto, com participação do presidente Lula.
O Gabinete de Segurança Institucional, compartilhou a informação de que a via N1 na Praça dos Três Poderes até a altura da Estrada Parque das Nações, na L4, será interditada e pede para que os motoristas que precisem passar pelo espaço optem pelo percurso da via N2, acessando o Palácio do Planalto e seus Anexos.
As pistas deverão ficar fechadas até o término do evento.
Tate McRae e Lady Gaga durante a 68ª cerimônia do Grammy Awards, que ocorreu na noite de domingo (1º/2)
Ousadia no tapete vermelho
No Grammy 2026, vários looks tiveram como ponto principal a ousadia. Uma das produções que mais chamou a atenção neste quesito, foi a da cantora Chappell Roan, que vestiu a grife Mugler. O traje faz referência ao vestido Nipple Ring, criado pela marca em 1998.
Look da etiqueta Mugler, usado pela artista Chappell Roan
Vestido Nipple Ring, da Mugler
Outra artista que se destacou pelo visual, foi a cantora Addison Rae. Para a ocasião, optou por vestir uma peça branca da maisonAlaïa. O look foi interpretado pelo público como uma referência à atriz Marilyn Monroe.
Addison Rae no tapete vermelho do Grammy 2026
Addison Rae referenciando Marilyn Monroe no tapete vermelho
Já a cantora Lady Gaga usou um vestido da marca Matières Fécales; grife focada em peças com estética pós-humana e animalesca. Gaga optou por uma peça preta com penas, que remetia a um corvo.
Lady gaga no tapete vermelho do Grammy de 2026
Protestos contra o ICE
Para além dos looks, o tapete vermelho e a entrega de prêmios do Grammy 2026 também foram marcados pelos protestos contra o ICE. O serviço de imigração norte-americana tem sido o protagonista de situações polêmicas nas últimas semanas.
Em resposta, artistas como Billie Eilish, Justin e Hailey Bieber e Joni Mitchell se mostraram contra as políticas migratórias atuais, assim como as atitudes do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O protesto ocorreu por meio de broches com os dizeres “ICE Out”.
Um trabalho conjunto entre o Departamento de Inteligência da Polícia Civil do Acre e a Delegacia-Geral de Sena Madureira resultou, nesta segunda-feira, 2, na prisão de V. C. S., de 62 anos, acusado de cometer um homicídio há 27 anos. O suspeito foi localizado em uma propriedade rural, na altura do km 60 da BR-364, […]
O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), realiza nesta segunda-feira, 21, a retirada de balseiros acumulados nos pilares da passarela em construção sobre o Rio Amônia, no município de Marechal Thaumaturgo. A ação tem caráter preventivo e visa preservar a estrutura, evitando a obstrução do […]
A polêmica envolvendo um vídeo de Ana Castela pilotando um jet ski ganhou ainda mais força nas redes sociais após críticas públicas de Luana Piovani.
A gravação, publicada pela própria cantora, mostra o momento em que ela conduz a moto aquática com um amigo na garupa e acaba caindo no mar durante uma manobra. O episódio dividiu opiniões e levantou questionamentos sobre a regularidade da condução do equipamento.
Marinha se manifestou em nota
Diante da repercussão, a Marinha do Brasil se manifestou sobre o caso. Em resposta enviada à coluna Fábia Oliveira, a Autoridade Marítima informou que tem ciência do vídeo, amplamente divulgado nas redes sociais, mas destacou que não pode divulgar informações de caráter pessoal que permitam a identificação de indivíduos, nem dados sobre eventual habilitação ou situação administrativa específica, em razão da Lei Geral de Proteção de Dados.
No posicionamento, a Marinha ressaltou que realiza ações permanentes de fiscalização do tráfego aquaviário em todo o país, incluindo embarcações de esporte e recreio, como motos aquáticas.
Segundo o órgão, essas ações têm como foco a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição hídrica. A nota também informa que, sempre que irregularidades são constatadas, medidas administrativas são adotadas conforme a legislação vigente.
Ainda de acordo com a resposta, procedimentos de fiscalização não são divulgados de forma individualizada, especialmente quando envolvem dados protegidos por lei.
Leia a nota na íntegra
“A Marinha do Brasil informa que tem ciência do vídeo mencionado, amplamente divulgado em redes sociais. Entretanto, em observância à Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), não é possível divulgar informações de caráter pessoal que permitam a identificação de indivíduos, tampouco dados relacionados a eventual habilitação ou situação administrativa específica.
Ressalta-se que a Autoridade Marítima realiza ações permanentes de fiscalização do tráfego aquaviário, incluindo a condução de embarcações de esporte e recreio, como as motos aquáticas, com foco na segurança da navegação, na salvaguarda da vida humana e na prevenção da poluição hídrica. Sempre que constatadas irregularidades, são adotadas as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação vigente.
Por fim, esclarece-se que procedimentos de fiscalização não são divulgados de forma individualizada, especialmente quando envolvem dados protegidos por lei.”
Entenda a polêmica
O vídeo que motivou a repercussão foi publicado no final do mês passado. Nas imagens, Ana Castela aparece pilotando o jet ski com o amigo Odorico Reis na garupa.
Após a queda, a situação é tratada com tom de brincadeira na legenda e no comentário feito pelo acompanhante, o que contribuiu para a divisão de opiniões entre internautas.
Luana Piovani fez questão de manifestar indignação e protestou publicamente em um vídeo de um ativista que questionava a atitude da sertaneja:
“Toma vergonha @anacastelacantora, melhor chamar alguém pra cuidar da sua imagem que tá cagada atrás de cagada”, escreveu a atriz, deixando clara sua desaprovação em relação ao comportamento exibido no vídeo.
O Grammy Awards 2026, realizado neste domingo (1/2) na Crypto.com Arena, em Los Angeles, extrapolou o universo musical e se consolidou como um dos eventos culturais mais politizados dos últimos anos. Entre performances grandiosas, vitórias históricas e homenagens emocionantes, a cerimônia, que marcou a 68ª edição da premiação, foi marcada por discursos contundentes sobre imigração, críticas diretas ao presidente Donald Trump e uma reação pública do próprio chefe do Executivo ainda durante a madrugada, colocando a premiação no centro do debate político global.
Protestos contra o ICE marcam a abertura do Grammy 2026
Antes mesmo dos discursos e das premiações, o Grammy 2026 já dava sinais claros de que seria uma noite de posicionamento político. Diversas celebridades usaram o tapete vermelho para condenar as recentes ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE). Nomes como Billie Eilish, Justin e Hailey Bieber, Kehlani e a veterana Joni Mitchell exibiram broches com a frase “ICE Out” [Fora ICE], transformando o acessório em um símbolo silencioso de protesto e solidariedade aos imigrantes.
Justin Bieber e Hailey Bieber no tapete vermelho do Grammy 2026
Trevor Noah usa humor afiado
Pelo sexto ano consecutivo como apresentador, Trevor Noah abriu a cerimônia com um monólogo que rapidamente deixou claro o tom da noite. Em meio a piadas sobre a indústria musical, o comediante sul-africano fez referências diretas ao presidente dos Estados Unidos, arrancando aplausos da plateia.
Ao comentar a ausência de Nicki Minaj, Noah ironizou dizendo que a rapper estaria “na Casa Branca com Donald Trump discutindo assuntos muito importantes”.
Em outro momento, afirmou que o Grammy estava sendo exibido “completamente ao vivo” porque, caso houvesse edição, “o presidente processaria a CBS em US$ 16 bilhões”, em referência direta ao processo movido por Trump contra o programa 60 Minutes.
A piada mais incisiva veio após a vitória de Billie Eilish em Canção do Ano.
“Esse prêmio é quase tão desejado quanto Trump quer a Groenlândia”, disse Noah, completando: “Como a ilha do Epstein acabou, ele precisa de uma nova para passar o tempo com Bill Clinton”. A fala provocou risos no público e repercussão imediata fora do teatro.
Trevor Noah
Trump reage nas redes e ameaça processo
A resposta do presidente não demorou. Às 1h da manhã, Trump usou sua rede social para atacar Trevor Noah, classificar o Grammy como “virtualmente intragável” e insinuar que poderia processar o apresentador.
Na publicação, Trump negou qualquer ligação com Jeffrey Epstein, apesar de seu nome constar em registros divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça, assim como o do ex-presidente Bill Clinton.
O embate público reforçou a dimensão política que a cerimônia assumiu, ampliando sua repercussão para além do entretenimento e dominando o noticiário internacional nas horas seguintes.
Bad Bunny transforma o palco em manifesto pró-imigração
Se Trevor Noah lançou as provocações iniciais, foi Bad Bunny quem protagonizou um dos discursos mais aplaudidos da noite. Ao subir ao palco para receber seu prêmio, o artista porto-riquenho iniciou sua fala com um direto “ICE Out”, em crítica explícita às políticas de imigração e às ações da agência de controle de fronteiras dos Estados Unidos.
“Não somos selvagens. Não somos animais. Não somos alienígenas. Somos humanos e somos americanos”, afirmou, sob aplausos intensos da plateia.
A fala ganhou força especial em um contexto de endurecimento do discurso anti-imigração no país e rapidamente viralizou nas redes sociais.
A presença política de Bad Bunny deve continuar em evidência: o cantor está confirmado como atração do show do intervalo do Super Bowl no próximo domingo (8/2), o que aumenta a expectativa sobre novos posicionamentos públicos.
Bad Bunny
Billie Eilish e a defesa direta dos imigrantes
A vitória de Billie Eilish em Canção do Ano com Wildflower também foi marcada por um discurso de forte teor político. Ao agradecer pelo prêmio, a artista fez uma declaração direta e simbólica: “Ninguém é ilegal em terras roubadas”.
A frase foi interpretada como uma crítica ao histórico de colonização e às atuais políticas migratórias dos Estados Unidos. Nas redes sociais, a fala dividiu opiniões, mas recebeu amplo apoio de artistas, ativistas e fãs, consolidando Billie como uma das vozes mais ativas politicamente de sua geração.
Finneas O’Connell e Billie Eilish durante o discurso
Novos artistas reforçam o tom de resistência
O discurso político não ficou restrito aos grandes nomes da noite. Ao vencer a categoria de Artista Revelação, a britânica Olivia Dean se emocionou ao lembrar sua história familiar.
“Estar aqui como neta de um imigrante é algo que eu nunca imaginei”, afirmou, visivelmente comovida.
A fala reforçou o clima de solidariedade e resistência que atravessou a cerimônia, especialmente entre artistas mais jovens, que usaram o palco para abordar identidade, pertencimento e diversidade.
Olivia Dean
Entre música e política, um Grammy longe da neutralidade
Ao longo de mais de seis horas de cerimônia, o Grammy 2026 deixou claro que não pretende ocupar um lugar neutro no debate público. Entre piadas afiadas, discursos emocionados e respostas presidenciais em tempo real, a maior noite da música se consolidou como um reflexo direto das tensões políticas e sociais do momento.
Mais do que premiar álbuns e artistas, o evento mostrou que arte, cultura e política seguem profundamente entrelaçadas — e que o palco do Grammy continua sendo um dos espaços mais visíveis para essa disputa.