
O caso de Seu Boinha, que tem 69 anos, é pai do influenciador Francisco Garcia e teve parte do crânio guardada na barriga após uma cirurgia na cabeça, causou uma onda de mensagens e orações por sua recuperação.
Nas redes sociais, o filho do idoso tem compartilhado os detalhes da recuperação e cada etapa do acompanhamento médico. No domingo (1º/2), o rapaz voltou a falar sobre o caso para atualizar seus seguidores.
“O quadro do meu pai é extremamente grave, por alguns motivos importantes: ele teve um AVC isquêmico e hemorrágico (associação muito séria); precisou de craniectomia descompressiva (retirada de parte do crânio); está há 7 dias sem despertar, está há mais de 24h sem sedação e sem resposta. Agora, apresentou febre, o que pode indicar infecção ou inflamação neurológica. Tudo isso reduz as chances, sim. Mas — e isso é muito importante — não zera”, explicou Francisco Garcia.
Detalhes do acompanhamento médico
Ainda nos stories do Instagram, o influencer deu mais detalhes do acompanhamento dos especialistas: “O que os médicos costumam observar nesse momento: reação a dor, movimento espontâneo, reflexos neurológicos (pupila, tosse, engasgo); tomografias ou ressonâncias; e origem da febre (infecção pulmonar, urinária, meningite, etc.)”, observou, antes de completar:
“Às vezes, o cérebro demora mais para reagir, principalmente após sangramento e edema cerebral importantes”, comentou ele, que relatou os motivos que podem estar causando a febre em Seu Boinha.
“A febre não é um bom sinal, mas também é comum em pacientes graves: pode ser infecção (pulmão, cateter, urina); ou pode ser febre neurológica (o cérebro perde controle da temperatura), Ela precisa ser investigada rápido, porque infecção piora o prognóstico”, disse.
Desabafo sobre o estado do pai
Em seguida, Francisco Garcia desabafou: “Sendo muito humano e realista com vocês. Hoje, o quadro do seu pai é de alto risco de morte, isso é verdade. Mas também é verdade que: ainda existe vida; atividade cerebral sendo monitorada; e existem decisões médicas em andamento”, pontuou.
E finalizou: “Muitas famílias já ouviram ‘não reagiu ainda’ e, mesmo assim, houve algum nível de recuperação — às vezes mínima, às vezes maior. Cada cérebro reage de um jeito”, encerrou.







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