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  • Quem é o empresário preso por vender uma tonelada de chocolate vencido

    Quem é o empresário preso por vender uma tonelada de chocolate vencido

    apreensão chocolates

    Humberto de Jesus Silva, é o empresário e dono de um estabelecimento comercial no bairro São Bento, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro (RJ), preso em flagrante na tarde dessa quarta-feira (18/03) por vender chocolates com data de validade vencida e embalagens adulteradas. A prisão ocorreu após investigações da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Baixada Fluminense (DRFC-BF).

    Segundo as investigações, o empresário produzia etiquetas com datas de validade futuras e as colava sobre as embalagens de chocolate vencidas, além de cortar a parte da embalagem que continha a data de validade em outros produtos. Mais de uma tonelada de chocolate impróprio para o consumo foi apreendida no local.

    Prisão

    A Polícia Civil do Rio de Janeiro desarticulou, nesta quarta-feira (18/3), um esquema criminoso de venda de alimentos vencidos na Baixada Fluminense. A ação resultou na apreensão de cerca de uma tonelada de chocolate impróprio para consumo e na prisão em flagrante do dono de uma mercearia em Duque de Caxias.

    A operação foi conduzida por agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Baixada Fluminense (DRFC-BF), após informações de inteligência apontarem irregularidades em um estabelecimento localizado no bairro São Bento.

    Durante a fiscalização, os policiais constataram que o responsável pelo comércio adulterava as datas de validade dos produtos. Segundo as investigações, ele remarcava as embalagens com novas etiquetas e, em alguns casos, retirava completamente as informações originais para dificultar a identificação da irregularidade.

    No interior do estabelecimento, os agentes encontraram grande quantidade de chocolates vencidos, armazenados de forma inadequada e prontos para serem comercializados ao público.

    Diante da situação, o comerciante foi preso em flagrante pelos crimes de venda de mercadoria imprópria para consumo e adulteração de produto alimentício. Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia.

    A Polícia Civil segue com as investigações para apurar se há outros envolvidos no esquema e a possível distribuição dos produtos adulterados para outros pontos da região.

  • TCE apura possível irregularidade funcional e falhas no FGTS na Câmara de Bujari

    TCE apura possível irregularidade funcional e falhas no FGTS na Câmara de Bujari

    O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) expediu citação no âmbito do Processo nº 146.803-TCE/AC, que trata de inspeção realizada na Câmara Municipal de Bujari. A medida foi publicada no Diário Eletrônico da Corte e é assinada pelo secretário das Sessões, Luciano Oliveira de Melo, por determinação do conselheiro relator Ronald Polanco Ribeiro.

    A inspeção foi instaurada em cumprimento ao item 4 do Acórdão nº 13.777/2022/Plenário, exarado nos autos do Processo Eletrônico nº 140.406. O objetivo é apurar possível acumulação remunerada de cargos públicos pela senhora Maria de Jesus Mendes Rodrigues, além de identificar eventuais responsáveis e quantificar possível dano ao erário, caso seja constatada irregularidade.

    O processo também investiga a regularidade no recolhimento do depósito de FGTS incidente sobre o 13º salário referente ao exercício de 2020.

    Conforme a citação, o senhor Adaildo dos Santos Oliveira foi formalmente citado para, querendo, apresentar justificativa no prazo de 15 dias úteis, com base no Relatório Preliminar de Análise Técnica constante às folhas 1948/1960 dos autos.

    O TCE-AC informou que o relatório técnico está disponível para consulta no Portal do Gestor, no endereço eletrônico oficial do Tribunal, mediante acesso com usuário e senha utilizados nos sistemas da Corte, bem como no Sistema de Processo Eletrônico.

    A Corte advertiu que, caso não seja apresentada defesa no prazo estabelecido, o citado ficará sujeito aos efeitos da revelia, nos termos do artigo 48, §3º, da Lei Complementar Estadual nº 38/1993.

  • Infra-BR: saiba tudo sobre índice que mapeia a infraestrutura do país. Veja vídeo

    Infra-BR: saiba tudo sobre índice que mapeia a infraestrutura do país. Veja vídeo

    19/03/2026 14:50, atualizado 19/03/2026 14:51

    metropoles.com

    Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) lançou, esta semana, a plataforma Infra-BR, que avalia, estado por estado, as condições de infraestrutura do país em seis dimensões, além de 20 componentes e 67 indicadores.

    Para entender mais sobre a ferramenta, a plataforma é tema de um bate-papo exclusivo do Metrópoles com o presidente do conselho, o engenheiro Vinicius Marchese.

    Acompanhe a entrevista completa:

  • Trump cita Irã ao defender US$ 200 bilhões ao Pentágono: “Preço baixo”

    Trump cita Irã ao defender US$ 200 bilhões ao Pentágono: “Preço baixo”

    Anna Moneymaker/Getty Images
    Presidente Donald Trump assina ordens executivas no Salão Oval em Washington, DC. Trump toma posse para seu segundo mandato como 47º presidente dos Estados Unidos - Metrópoles

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (19/3), que pode solicitar até US$ 200 bilhões em novo financiamento para o Pentágono, classificando-o como um “pequeno preço a pagar” para manter a capacidade militar do país diante do conflito com o Irã.

    “Queremos estar na melhor forma em que já estivemos. É um pequeno preço a pagar para garantir que permaneçamos firmes”, disse ao defender o reforço orçamentário.

    Apesar da menção direta ao Irã, Trump ressaltou que o pedido de recursos não se limitaria a um possível confronto no Oriente Médio.

    “Estamos pedindo por muitas razões, além do que estamos falando sobre o Irã”, afirmou.

    O republicano negou que os EUA estivessem com falta de qualquer armamento. Segundo ele, a administração estava sendo “criteriosa” sobre seus gastos.

  • 84% rejeitam Erika Hilton na Comissão da Mulher, diz pesquisa RealTime

    84% rejeitam Erika Hilton na Comissão da Mulher, diz pesquisa RealTime

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Erika Hilton na Comissão da Mulher

    Um levantamento da Real Time Big Data indica que a maioria dos brasileiros rejeita a indicação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados. Segundo a pesquisa, 84% dos brasileiros são contra a gestão dela no colegiado.

    O estudo também mostra que apenas 16% concordam com a indicação da parlamentar, enquanto 84% discordam. O nível de conhecimento sobre o caso é elevado: 82% dos entrevistados afirmaram já ter tomado conhecimento da nomeação, contra 18% que disseram não conhecer o tema.

    Leia aqui a íntegra da pesquisa.

    O levantamento ouviu 1.200 eleitores em todo o país, entre os dias 17 e 18 de março de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

    Nesta quarta-feira (19), Erika Hilton presidiu sua primeira reunião da Comissão das Mulheres. A sessão foi marcada por conflitos com deputadas de direita.

    Por renda, o maior apoio aparece entre os que recebem mais de cinco salários mínimos (27%), contra 15% entre os que ganham até dois salários mínimos e 11% na faixa de dois a cinco salários mínimos. Já no recorte religioso, 23% dos católicos concordam com a indicação, ante apenas 5% dos evangélicos.

    A pesquisa também mediu a repercussão da fala do apresentador Carlos Roberto Massa, o Ratinho, sobre o caso. Para 61% dos entrevistados, a declaração foi correta e eles afirmam que diriam o mesmo. Outros 20% consideram que a fala foi correta, mas exagerada, enquanto 19% avaliam que foi preconceituosa.

    “Ela é trans. Para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias. Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher”, disse Ratinho, ao vivo em seu programa no SBT.

  • MPF recorre de decisão que validou regras de escolas militares

    MPF recorre de decisão que validou regras de escolas militares

    O Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) contra sentença da Justiça Federal no Acre que julgou improcedente ação civil pública sobre regras impostas a estudantes de escolas militares e cívico-militares. A decisão considerou que essas instituições possuem natureza diferenciada e que a adoção de padrões rígidos de conduta integra o exercício regular do poder disciplinar, sem configurar violação de direitos.

    No recurso assinado pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias, o MPF sustenta que a sentença afastou indevidamente a proteção constitucional de direitos fundamentais ao admitir restrições que atingem diretamente a liberdade de expressão, a intimidade e a vida privada dos alunos.

    Segundo o órgão, embora o modelo militar possua especificidades, isso não autoriza a imposição de regras desproporcionais. O MPF argumenta que as exigências relacionadas à aparência e ao comportamento dos estudantes não possuem relação comprovada com a melhoria da qualidade do ensino e não atendem aos critérios de adequação, necessidade e proporcionalidade exigidos pela Constituição.

    A manifestação também contesta o entendimento da sentença de que não haveria discriminação. Para o MPF, normas aparentemente neutras produzem impactos desiguais, atingindo com maior intensidade estudantes pretos e pardos, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIA+. Nessa perspectiva, o órgão aponta a existência de discriminação indireta e possível racismo institucional, ao restringir formas de expressão ligadas à identidade e à cultura desses grupos.

    O recurso ainda demonstra que a aplicação dessas regras tem gerado constrangimentos, sanções disciplinares e impactos negativos no ambiente escolar, comprometendo a pluralidade e o desenvolvimento dos alunos. Para o MPF, o espaço educacional deve garantir diversidade, inclusão e liberdade, valores incompatíveis com a imposição de padrões baseados exclusivamente na lógica disciplinar militar.

    No recurso, o MPF requer a reforma da sentença para que sejam afastadas as regras que restringem direitos dos estudantes, com a determinação de que a União e o Estado deixem de impor padrões estéticos e comportamentais sem relação com a atividade educacional. O órgão também pede que sejam garantidas a liberdade de expressão dos alunos, inclusive em manifestações, a vedação de punições por comportamentos neutros e a participação efetiva da comunidade escolar nos espaços de gestão.

    A ação do MPF – Apresentada em julho de 2023 pelo Ministério Público Federal, a ação civil pública busca assegurar o respeito às liberdades individuais e ao pluralismo no ambiente escolar. No centro do pedido, o órgão requer que as escolas militares e cívico-militares do estado não devem impor padrões estéticos e comportamentais rígidos aos alunos, baseados exclusivamente na cultura militar.

    A ação sustenta que normas que restringem o uso de determinados cortes de cabelo, penteados (como o black power), maquiagem, unhas pintadas ou adornos não possuem relação direta com a melhoria do processo de aprendizagem. Os pedidos foram motivados por denúncias de assédio moral, violência psicológica e cerceamento de liberdades fundamentais, ocorridas após o processo de “militarização” dessas escolas.

  • Dois anos após crime, mãe é condenada por matar filho de 1 ano

    Dois anos após crime, mãe é condenada por matar filho de 1 ano

    Arquivo pessoal
    Foto colorida de criança de chupeta

    A Justiça do Distrito Federalcondenou Lucimaria de Souza Barbosa a 30 anos de prisão por assassinar o próprio filho, Henry Sousa de Oliveira (foto em destaque), de 1 ano e 9 meses.

    “A justiça foi feita”, disse o pai da criança,  Gerson Darlan de Oliveira, 34, que esteve presente como testemunha no julgamento realizado nessa quarta-feira (18/3), no Tribunal do Júri de Planaltina.

    “Estou ficando mais tranquilo agora, mas nada vai trazer o Henry de volta. Que a pessoa que fez isso cumpra a sua pena completa“, afirmou.

    O bebê morreu na madrugada de 19 de janeiro 2024, na casa do namorado da mãe do menino, em Planaltina.

    Segundo a denúncia do Ministério Público (MPDFT), Lucimaria bateu a cabeça de Henry diversas vezes contra uma parede, causando a morte da criança.


    Relembre o caso


    Dia da morte

    Às 6 horas do dia da morte, Gerson recebeu apenas uma mensagem da ex-namorada informando da morte do filho. “Era só a frase ‘Henry morreu’. Fui correndo para o hospital para ver, mas ele já tinha morrido antes mesmo do socorro dos bombeiros”, contou.

    Gerson e Lucimaria namoraram por um ano e já estavam separados quando a mulher descobriu que estava grávida. “Eu nem sabia que ela estava com namorado, mas depois me falaram que ele sempre chorava quando o atual estava perto”, relatou.

    Segundo o relato da mãe, a criança foi dormir na noite anterior sem apresentar nenhuma anormalidade. Por volta das 5h40, ela foi trocar a fralda do menino, mas ele já apresentava pele fria, boca e extremidades arroxeadas e sem batimentos cardíacos.

    A mulher ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi orientada a fazer massagem cardíaca na criança, sem sucesso. O Corpo de Bombeiros (CBMDF) também foi acionado, mas a criança já se encontrava morta.

    Em seu depoimento, o namorado da mãe de Henry, Wildemar, disse que Lucimaria costumava bater no seu filho Henry para ele dormir e que foi acordado por ela no dia da morte.

    O pai de Henry discordou da decisão de retirar a acusação contra Wildemar e ainda pede o julgamento do homem. “Ela confessa que fez sozinha, mas eu discordo totalmente ele teve vários hematomas de quem era espancado constantemente antes de morrer lá identificado no IML, com certeza ele tem participação no crime”, afirmou.

    Lucimaria já estava presa preventivamente desde 2024 onde aguardava julgamento e agora cumprirá pena de 30 anos no Presídio Feminino do Distrito Federal.

    A defesa da mulher não foi encontrada. O espaço segue aberto para eventuais posicionamentos.

  • A "vitória" de Michelle Bolsonaro sobre um petista no TCU

    A "vitória" de Michelle Bolsonaro sobre um petista no TCU

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    Michelle Bolsonaro deixa a Superintendência da Polícia Federal, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro encontra-se preso Metropoles

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) obteve uma espécie de “vitória” no Tribunal de Contas da União (TCU), na semana passada, em um pedido de informações feito por um deputado petista.

    A vitória ocorreu em uma representação na qual o parlamentar solicitou informações sobre suposto lobby indevido de Michelle na concessão de empréstimos pela Caixa Econômica no governo Bolsonaro.

    O pedido havia sido feito pelo deputado Leo de Brito (PT-AC) em maio de 2022 e era baseado em uma reportagem apontando que Michelle teria feito lobby para Caixa liberar empréstimos a empresários aliados.

    Quase quatro anos depois, os ministros do TCU aprovaram por unanimidade resposta apontando que os empréstimos foram processados pela Caixa Econômica sem indícios de irregularidades.

    “Informar ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados que os empréstimos mencionados na reportagem, objeto do Requerimento 59/2022, de autoria do Deputado Leo de Brito, datado de 31/5/2022, foram processados sem indícios de que as empresas indicadas tiveram algum benefício em relação às demais contratantes, não sendo detectadas assim irregularidades na concessão de empréstimo junto à Caixa Econômica a partir de influência da então primeira-dama, senhora Michele Bolsonaro, fato constatado em três auditorias diversas efetuadas pela Auditoria Interna da Caixa Econômica Federal“, diz trecho do acórdão do julgamento do TCU, ao qual a coluna teve acesso.

    O processo foi relatado pelo ministro-substituto Marcos Bemquerer Costa, que assumiu uma vaga no pleno da Corte de Contas após a aposentadoria do ministro Aroldo Cedraz, no final de fevereiro.

    O caso foi analisado pelo tribunal em sessão na quarta-feira (11/3). Após a aprovação da resposta, a representação foi considerada respondida e arquivada pela Corte de Contas.

  • Pressionados pelo petróleo, países dizem que vão ajudar EUA em Ormuz

    Pressionados pelo petróleo, países dizem que vão ajudar EUA em Ormuz

    Divulgação/Casa Branca
    Donald Trump em entrevista de imprensa na Casa Branca nesta segunda

    Após a guerra no Irã afetar o preço internacional do petróleo, países da Europa e o Japão voltaram atrás e agora se dizem prontos para ajudar os Estados Unidos e o presidente Donald Trump em uma missão para reabrir o Estreito de Ormuz.

    A informação foi divulgada nesta quinta-feira (19/3), em comunicado conjunto assinado por Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão.

    “Manifestamos nossa disposição em contribuir com os esforços necessários para garantir a passagem segura pelo Estreito. Saudamos o compromisso das nações que estão se empenhando no planejamento preparatório”, disse um trecho da nota.

    Em atualização.