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  • Nevasca nos EUA causa “chuva de iguanas” debaixo de árvores. Entenda

    Nevasca nos EUA causa “chuva de iguanas” debaixo de árvores. Entenda

    Unsplash
    Imagem colorida mostra iguana - Metrópoles

    Além de provocar mortes por todo o país, a forte nevasca que atinge os Estados Unidos tem prejudicado a sobrevivência das iguanas na Flórida. Acostumado a viver em um estado historicamente mais quente, o corpo dos répteis não é adaptado a quedas tão bruscas de temperaturas, fazendo com que elas fiquem desorientadas e caiam de cima das árvores aos montes.

    Por serem animais ectotérmicos – ou seja, de sangue frio –, as iguanas não têm capacidade de produzir calor para manter o corpo aquecido. Elas dependem totalmente da temperatura do ambiente para isso. Assim, além do frio, a nevasca norte-americana faz com que elas tenham dificuldades para digerir alimentos e se manter ativas. 

    Segundo informações da emissora de televisão local WPLG 10, a “chuva de iguanas” foi registrada no último domingo (1º/2). Especialistas em remoção de espécies invasoras retiraram centenas de iguanas do sul da Flórida. Algumas já estavam mortas.

    Diante do cenário, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu uma ordem executiva para permitir que pessoas levem as iguanas achadas nas ruas até as sedes da agência estatal.

    Frio prejudicial às iguanas deve permanecer

    Apesar de a onda de ar frio estar mais forte na Carolina do Norte, a Flórida também sofre bastante com o fenômeno congelante. Em fevereiro, os termômetros de Orlando marcaram -4 ºC, a menor temperatura desde pelo menos 1923 – no início do ano, a temperatura costuma variar entre mínimas de 12ºC e máximas de 23ºC.

    De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, a previsão é que as nevascas diminuam nas Carolinas, porém ventos fortes causados por um ciclone continuarão se espalhando pela costa leste, porção onde fica a Flórida. Isso mantém o clima frio no estado. 

    A ocorrência de nevascas em épocas que normalmente são mais quentes mostra como as mudanças climáticas são capazes de transformar a temperatura mundial, caso não sejam adotas medidas para freá-las.

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    Disciplinadores acusados de executar tatuador são levados para presídio

    A dupla apontada como responsável pela execução do tatuador Wellington Carlos Martins Werklaenhg, de 48 anos, foi encaminhada ao complexo penitenciário de Rio Branco e permanece à disposição da Justiça. Os suspeitos, João Pedro da Silva e Fernando Firmino Guerra Trajano, foram presos no sábado (31), em cumprimento a mandados de prisão preventiva expedidos pela […]

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  • PMs do Massacre de Paraisópolis queriam “provocar pânico”, diz MPSP

    PMs do Massacre de Paraisópolis queriam “provocar pânico”, diz MPSP

    Reprodução
    Foto colorida mostra Baile da Dz7 no episódio conhecido como "Massacre de Paraisópolis"

    Para o Ministério Público do Estado (MPSP), os policiais militares (PMs) envolvidos na morte de nove jovens em um baile funk na zona sul de São Paulo, em 2019, atuaram “com intuito de provocar pânico e sofrimento nas pessoas que participavam do evento cultural”. O episódio ficou conhecido como Massacre de Paraisópolis.

    Em alegações finais apresentadas à Justiça na última sábado (31/1), a promotoria defendeu que 12 PMs envolvidos na ação sejam julgados pelo Tribunal do Júri.

    A decisão, a ser tomada após a manifestação dos últimos argumentos das defesas, cabe ao juiz Antonio Carlos Pontes de Souza, da 1ª Vara do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

    Relembre o que foi o Massacre de Paraisópolis

    A PM realizava a Operação Pancadão na madrugada de 1º de dezembro de 2019 em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, onde acontece o famoso “Baile da DZ7”.

    Cerca de cinco a oito mil pessoas estavam presentes no momento em que a polícia iniciou uma intervenção, por volta das 4h da manhã, após uma equipe da Rocam informar que indivíduos em uma moto haviam disparado contra os policiais.

    Equipes da Força Tática e da 1ª Companhia da PM posicionaram-se nas duas extremidades da rua Ernest Renan, criando um cerco que impediu o escoamento da multidão.

    Além de encurralar o público, os policiais dispararam bombas de gás e munições de borracha em um local densamente povoado e sem rotas de fuga.

    Com a repressão policial, a multidão foi encurralada em direção à Viela do Louro. O espaço é estreito e insuficiente para a passagem de tantas pessoas, o que gerou pânico e esmagamento.

    Nove jovens, entre 14 e 23 anos, morreram por asfixia e traumatismo (veja quais as vítimas abaixo). As causas das mortes foram confirmadas por laudos necroscópicos.

    Além dos óbitos, diversas pessoas sofreram ferimentos, seja por agressões físicas ou tiros de bala de borracha.

    Em julho de 2021, o MPSP denunciou 13 policiais por homicídio com dolo eventual. O processo contra um dos agentes foi encerrado antes da fase de pronúncia, uma vez que ele cumpriu um “período de prova”, em que atendeu à todas as medidas impostas pela Justiça.

    Para a promotoria, os outros 12 policiais assumiram o risco de matar ao agirem de forma coordenada e violenta em um ambiente densamente povoado, o que contraria os próprios manuais da PM.

    Nenhum dos agentes foi preso até o momento. Todos respondem à ação por homicídio em liberdade.


    Quem são as vítimas

    1. Gustavo Xavier, 14 anos, morreu por asfixia
    2. Dennys Guilherme dos Santos, 16 anos, morreu por asfixia
    3. Denys Henrique Quirino, 16 anos, morreu por asfixia
    4. Marcos Paulo Oliveira, 16 anos, morreu por asfixia
    5. Luara Victoria de Oliveira, 18 anos, morreu por asfixia
    6. Gabriel Rogério de Moraes, 20 anos, morreu por asfixia
    7. Eduardo Silva, 21 anos, morreu por asfixia
    8. Bruno Gabriel dos Santos, 22 anos, morreu por asfixia
    9. Mateus dos Santos Costa, 23 anos, morreu por traumatismo

    Quem são os PMs envolvidos


    “Vai morrer todo mundo”, disse um PM

    Um vídeo gravado por testemunhas flagrou um policial afirmando “vai morrer, vai morrer todo mundo” para as pessoas encurraladas na Viela do Louro. O material se tornou peça central na acusação do MPSP contra os agentes, principalmente para comprovar o dolo eventual e a motivação torpe.

    Para a promotoria, essa frase demonstra que os policiais não apenas previram a tragédia, mas agiram com o intuito deliberado de provocar pânico e sofrimento.

    Além disso, os PMs adotaram uma série de condutas que levou a investigação a classificar a operação como “desastrosa”. Um exemplo é o uso de granadas em “ambiente fechado” (de alta concentração de pessoas), o que contraria diretamente os Procedimentos Operacionais Padrão (POP) da corporação.

    A apuração do caso mostrou ainda que os réus realizaram um procedimento para o qual não tinham preparo e que, ao invés de direcionarem o público para as rotas de fuga, eles levaram os presentes a se encurralarem em uma viela estreita e sem saída.

    Os PMs também entraram na comunidade sem autorização expressa do Comando de Operações, o que era necessário para o início da ação, e que desligaram o GPS das viaturas para dificultar o rastreamento dos veículos.

    Havia ainda uma ordem expressa para que a ação fosse gravada, mas nenhum policial captou imagens da operação.

    Também há relatos de que os PMs agrediram os presentes com tonfas e cassetetes. Um dos réus chegou a afirmar, em um podcast, que “comemora mortes de civis com cigarro e cerveja”, o que reforçou a conduta violenta do acusado.

    O que dizem as defesas

    Em nota, Marcos Manteiga, que representa o policial Marcos Vinicius Silva Costa, afirmou que, “por omissão dos poderes públicos, Prefeitura e até mesmo do Ministério Público, a Polícia Militar quem paga a conta”. Ele chamou a corporação de “verdadeiro enxuga gelo do Estado”.

    “Quem liberou aquele grande evento? Quem organizou? Não foram um, dois ou três eventos: já era rotina aquele pancadão, com jovens chegando não só dos pontos extremos da capital, mas também das grandes cidades adjacentes” acrescentou.

    Segundo Manteiga, o Baile da DZ7 tem um único intuito: “libertinagem, álcool e drogas, sem filtrar se menores ou maiores de idade”. “Cadê os Conselheiros Tutelares? Mas claro: joga na conta da PM que está tudo certo”, finalizou.

    A reportagem também contatou João Carlos Campanini, advogado de Anderson da Silva Guilherme, e Fernando Fabiani Capano, que representa oito dos 12 réus, mas nenhum dos defensores respondeu até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.

    O Metrópoles não localizou as defesas de Gabriel Luis de Oliveira e Luis Henrique Santos Quero. O espaço também segue aberto para manifestação.

  • BBB 26: quadro de saúde de Pedro é grave, diz defesa. Saiba detalhes

    BBB 26: quadro de saúde de Pedro é grave, diz defesa. Saiba detalhes

    Reprodução/TV Globo.
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    Ex-participante do BBB 26,Pedro Espíndola segue internado no Hospital San Julian, em Piraquara, no Paraná. Em entrevista ao Metrópoles, a advogada Niva Castro, responsável por sua defesa, informou que o ex-brother apresenta um quadro grave, de intensa inquietação e agressividade, além de alterações comportamentais observadas dentro da clínica, mesmo sob uso de medicação.

    A defesa também reforçou que Pedro foi diagnosticado com transtorno bipolar em 2017 e que, atualmente, enfrenta um quadro de abstinência de cannabis.

    Pedro está internado há cerca de duas semanas e, segundo a defesa, tem recebido pouquíssimas visitas em razão de seu estado clínico. Ele foi enviado para o hospital psiquiátrico logo após sair do BBB 26.

    Na ocasião, fotos que circularam nas redes sociais mostraram o ex-BBB com os pés amarrados, descendo de uma ambulância para fumar à beira da estrada, enquanto um acidente com uma carreta provocava congestionamento na via a caminho da internação.

    Pedro Espíndola desistiu do BBB 26 após ser acusado de assédio por Jordana Morais. As imagens exibidas pelo reality mostram o então participante entrando com a sister no confessionário e, poucos segundos depois, sendo afastado por ela, que deixa o local aparentando nervosismo. Após a saída do programa, Pedro confirmou que encurralou Jordana e tentou beijá-la.

  • Rio Branco teve chuvas acima da média e calor intenso em janeiro

    Rio Branco teve chuvas acima da média e calor intenso em janeiro

    O mês de janeiro de 2026 terminou com volumes de chuva significativamente acima da média na capital acreana. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), o acumulado chegou a 593,2 mm, 107,3% acima da média histórica, que é de 286,1 mm. Já o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 460,2 mm, o que representa 60,9% […]

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    A direção do Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul está fazendo um chamamento pelos doadores de sangue do município, em especial pelos dos tipos negativos. O assistente social do hemonúcleo, Jean Carlos, diz que com a proximidade do Carnaval, a preocupação é com um possível aumento na demanda. Ele pede que os doadores regulares e os […]

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  • Senat oferece 74 bolsas para cursos de técnico em aeronáutica no DF

    Senat oferece 74 bolsas para cursos de técnico em aeronáutica no DF

    Michael Melo/Metrópoles
    Imagem colorida de um avião

    O Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) junto com o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) está oferecendo 74 bolsas integrais em cursos de aprendizagem de Mecânico de Manutenção Aeronáutica, voltados para jovens de baixa renda do Distrito Federal e Entorno. As inscrições começaram nesta segunda-feira (2/2) e seguirão até o dia 13 de fevereiro e no site do Senat.

    O MPor e o Senat contam que a decisão procura ampliar a formação de carreiras na área da aviação, e dá prioridade para pessoas em situação de baixa renda. Além disso, em 2020 mais de 1.200 envolvidos se formaram em mêcanicos de avião e ainda usufruem de outras oportunidades de trabalho ainda durante a formação.

    Segundo o Ministério, em Brasília os profissionais já formados pela instituição somam cerca de 70% dos mêcanicos que atuam no mercado local.

  • Lula assina e envia acordo comercial Mercosul-UE ao Congresso

    Lula assina e envia acordo comercial Mercosul-UE ao Congresso

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
    Lula veta PL da Dosimetria, que beneficia Bolsonaro, em evento do 8/1 - Metrópoles

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou e enviou, nesta segunda-feira (2/2), o acordo comercial Mercosul-União Europeia para o Congresso Nacional. A ação foi feita no dia em que a Casa iniciou o ano legislativo. A informação foi confirmada pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

    A expectativa do governo é que o Congresso aprove a medida o mais rápido possível, ainda no primeiro semestre do ano. 

    Quando começar a valer, o acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, reunindo cerca de 780 milhões de consumidores e abrangendo aproximadamente um quarto do PIB global. A expectativa é de que a medida reduza tarifas de importação sobre a maior parte dos produtos comercializados entre os blocos.

    Entraves

    Após mais de 25 anos de negociações, o tratado foi assinado em 17 de janeiro, no Paraguai, por representantes dos dois blocos. Quatro dias depois, porém, o Parlamento Euroupeu decidiu levar o pacto ao Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) para análise jurídica — o que pode travar a análise pelo lado europeu por até dois anos.

    Além do Parlamento Europeu, o acordo Mercosul-UE também precisa passar por um longo processo de ratificação nos congressos nacionais dos países integrantes do bloco.

    Em contrapartida, o governo brasileiro e outros países do Mercosul apostam em agilizar a aprovação da proposta de forma a pressionar o bloco europeu a antecipar a vigência das novas regras.


    O acordo UE-Mercosul


    Como mostrou o Metrópoles, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), prometeu priorizar o tema e iniciar a análise por parte do Parlamento em breve.

    “Estamos aguardando chegar por parte do Executivo. A expectativa é que chegue. Chegando, vamos priorizar. […] Para que ele possa entrar em vigor o quanto antes e, assim, começar a repartir seus frutos a todos os participantes”, disse Motta.