Blog

  • PCMG se manifesta após Moraes determinar novo TAF de homem com nanismo. Veja vídeo

    PCMG se manifesta após Moraes determinar novo TAF de homem com nanismo. Veja vídeo

    Reprodução / Redes sociais
    Matheus, Nanismo, PCMG

    Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a reavaliação do candidato goiano com nanismo Matheus Matos, de 25 anos, no Teste de Aptidão Física (TAF), desta vez com a adaptação que já havia sido solicitado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou, por meio de nota, que cumprirá integralmente a ordem judicial assim que for formalmente notificada.

    Veja o salto horizontal que reprovou Matheus:

    Após a manifestação inicial enviada ao Metrópoles, a corporação afirmou que ainda não foi oficialmente intimada da decisão e destacou que qualquer posicionamento adicional será apresentado nos autos do processo.

    Em nota, a FGV informou que, até o momento, não foi formalmente intimada da decisão judicial mencionada. Quando for intimada, adotará as medidas cabíveis nos autos do processo.

    A instituição reafirmou seu compromisso com a legalidade, a transparência e a condução isonômica dos concursos públicos.

    Decisão do STF

    Matheus foi reprovado no teste de salto horizontal no concurso para delegado da PCMG. Com a decisão, caso seja reconhecida a necessidade de adaptação, ele deverá realizar novo exame, respeitando as demais regras previstas no edital.

    A decisão segue entendimento já consolidado pela Corte na ADI nº 6.476, relatada pelo ministro Roberto Barroso, que trata da obrigatoriedade de adaptações razoáveis em concursos públicos para pessoas com deficiência.

    Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes ressaltou que não é razoável exigir determinados testes físicos quando estes não são essenciais ao exercício da função. O ministro destacou, ainda, que o próprio edital prevê vagas para pessoas com deficiência em cargos técnicos, nos quais exigências como barra fixa ou abdominais não são determinantes para o desempenho profissional.

    “Vai ter eu de volta para o concurso, sim”

    Nas redes sociais, Matheus comemorou a decisão: “Vai ter TAF adaptado, sim, a mando do STF. Vai ter eu de volta para o concurso, sim”, disse o candidato. Ainda na publicação no Instagram, ele ainda disse: “Até aqui, Deus tem me abençoado e, até aqui, Ele seguirá me dando forças para seguir em frente”.

    Veja:


    Entenda o caso:


    “Não é o meu tamanho que vai delimitar o meu sonho”

    Matheus afirma que não foi o único prejudicado e que outros candidatos com deficiência também foram eliminados na mesma fase.

    “Não é o meu tamanho que vai delimitar o meu sonho. Eu lutei anos para chegar até aqui e continuo acreditando que posso ser delegado.”

    Imagens:

    Ajustes razoáveis

    Após a denúncia de Matheus, o Instituto Nacional de Nanismo (INN) se manifestou sobre o caso e destacou que concursos públicos devem funcionar como instrumentos de democratização do acesso ao Estado, e não como mecanismos de exclusão.

    Segundo a entidade, a Constituição Federal, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão impõem à administração pública o dever de remover barreiras que impeçam a participação de pessoas com deficiência, inclusive em concursos públicos.

  • Repórter recebe diretona de Bruna Marquezine ao falar de Shawn Mendes. Assista ao vídeo

    Repórter recebe diretona de Bruna Marquezine ao falar de Shawn Mendes. Assista ao vídeo

    Repórter recebe diretona de Bruna Marquezine ao falar de Shawn Mendes - Metrópoles

    Bruna Marquezine sempre procura manter sua vida pessoal fora dos holofotes e da mídia. E, agora, em meio ao namoro com Shawn Mendes, a atriz tem evitado falar no assunto.

    Recentemente, ela chamou a atenção ao dar uma resposta diretona a um repórter do Gshow, que tentou tocar no tema durante um evento.

    “Posso fechar fazendo uma pergunta sobre seu boy?“, disse o jornalista do Gshow. “Não“, respondeu Bruna Marquezine, aos risos.

    Rumores sobre música antiga do cantor

    O romance entre Shawn Mendes e Bruna Marquezine continua dando o que falar entre os fãs do casal. Fãs dos pombinhos começaram a especular, recentemente, que uma canção antiga do rapaz foi inspirada na atriz.

    No X, antigo Twitter, os internautas relataram que That’s When I Fell For You, de 2018, teria sido escrita pelo cantor após conhecer sua atual affair no Rock in Rio 2017.

    Detalhes na letra

    Alguns detalhes foram destacados pelos usuários do microblog, como a frase “eu nunca imaginei que um dia encontraria alguém que me fizesse querer ficar. De acordo com levantamentos da época, o festival de música reuniu essa quantidade de público.

    Em outro trecho, a letra do Shawn Mendes declara: “Você chegou em mim como se já tivéssemos nos conhecido antes. O jeito que você dançava tornou difícil até respirar. E a gente não disse nada, baby. Mas eu amei o jeito que você soava. E foi aí que eu me apaixonei por você”.

    Os fãs, então, foram para as redes sociais: “Setembro, 100 mil pessoas. Gente não tem como, são muitas coincidências kkkkk”, disse uma. “Ele nem fez rodeios, sabe. Foi bem direto kkkk”, comentou outra. “Absolutamente ninguém ganha de um homem paciente. Parabéns, Shawn Mendes. Finalmente, a Bruna Marquezine é sua namoradinha”, afirmou uma terceira. “Imagina ele contando pra ela kkkkk. Ele: ‘Fiz uma música pra você, babe’. Ela: ‘Agora?’. Ele: ‘Não, em 2017′”, postou mais uma.

  • Ministério Público denuncia tenente-coronel por morte de esposa PM

    Ministério Público denuncia tenente-coronel por morte de esposa PM

    Reprodução/Redes Sociais
    Casal em foto de casamento, com a mulher com efeito translucido - Metrópoles

    O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou, no fim da manhã desta quarta-eira  (18/3), o tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. A decisão, obtida com exclusividade pelo Metrópoles, corrobora a suspeita de que o oficial é o principal suspeito pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, há exato um mês.

    Geraldo foi preso pela Corregedoria da PM, na manhã desta quarta, em São José dos Campos, interior paulista. O pedido de prisão partiu do Tribunal de Justiça Militar (TJM), que reforça a acusação de que o policial matou a esposa, com um tiro na cabeça, e tentou mudar a cena do crime, para tentar simular um suicídio. O caso ocorreu no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.

    A defesa do oficial afirmou ao Metrópoles que a seu cliente é inocente e que a tese de suicídio segue como principal argumento do tenente-coronel. Ele prestaria depoimento na Corregedoria da PM, de onde passaria por exame de corpo de delito, no Hospital da PM e, após isso encaminhado ao presídio militar Romão Gomes, na zona norte paulistana —  onde ele será submetido, via chamada de vídeo, à audiência de custódia do TJM.

     

    A prisão do oficial antecipou decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), para o qual a Polícia Civil havia solicitado a prisão de Geraldo Neto, nessa terça-feira (17/3). A Justiça não havia se manifestado sobre o pedido até a publicação desta reportagem.

    A necessidade do pedido de prisão, feito pela Polícia Civil,  ocorre após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão apresentada pelo oficial – que, desde o início, sustentava que a esposa teria cometido suicídio.

    O dia do disparo

    Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.

    Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o tiro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.

    Socorristas e a cena no corredor

    Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de sangue na região da cabeça.

    Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de sangue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores.

    Intervalo entre o tiro e o pedido de socorro

    Outro elemento considerado pelos investigadores foi o intervalo entre o disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo coronel às centrais de emergência.

    Uma moradora do mesmo andar afirmou ter sido acordada por um forte estrondo por volta de 7h28, enquanto o primeiro telefonema registrado pelo oficial, solicitando socorro, ocorreu às 7h57.

    Visita de desembargador

    As investigações também apontaram movimentações incomuns no apartamento após o episódio.

    Imagens de câmeras de segurança mostram que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do coronel, foi ao prédio e chegou a entrar no apartamento, acompanhado do oficial, após a retirada da vítima (assista abaixo). O local ainda não havia sido periciado.

    Depoimentos indicam ainda que o coronel tomou banho e trocou de roupa antes de deixar o imóvel, comportamento que também passou a ser analisado no curso das investigações.

    Conclusão da perícia

    Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.

    Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.

    O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.

  • TJAC convoca nova lista de estagiários para entrega de documentos

    TJAC convoca nova lista de estagiários para entrega de documentos

    O Tribunal de Justiça do Acre publicou nesta quarta-feira, 18, novos editais convocando candidatos aprovados em processos seletivos de estágio para entrega de documentação e formação de cadastro reserva. As convocações contemplam estudantes de pós-graduação em Direito e também de graduação em diversas áreas, com atuação prevista em comarcas de todo o estado.

    De acordo com os editais, os candidatos têm prazo de cinco dias úteis para enviar a documentação exigida ao e-mail da Subsecretaria de Gestão e Desenvolvimento de Servidores (SUGED). O envio é etapa obrigatória para efetivação do cadastro no tribunal e possibilita o contato ágil à medida que surgirem vagas nas unidades judiciais e administrativas.

    No caso da pós-graduação, esta é a 18ª convocação do processo seletivo, incluindo candidatos para a comarca de Rio Branco. Já para a graduação, o chamamento corresponde à 12ª convocação e abrange vagas em municípios como Acrelândia e Mâncio Lima.

    O TJAC reforça que o não envio dos documentos dentro do prazo implicará na perda da vaga. A medida atende à necessidade de reforço da força de trabalho nas unidades do Judiciário, garantindo o funcionamento dos serviços e a continuidade das atividades essenciais.

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • IPTU sobe mais de 100% em oito anos na capital do Acre, denuncia vereador

    IPTU sobe mais de 100% em oito anos na capital do Acre, denuncia vereador

    O vereador Fábio Araújo (MDB) afirmou, em entrevista concedida nesta quarta-feira, 18, que uma conta de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) em Rio Branco registrou aumento superior a 100% entre os anos de 2017 e 2025, mesmo sem investimentos públicos no local.

    Segundo o parlamentar, moradores enfrentam dificuldades para obter melhorias nos bairros, enquanto continuam recebendo as cobranças anuais do imposto.

    “Na realidade, o líder comunitário vai à Prefeitura de Rio Branco atrás de melhorias, pavimentação, tapa-buraco, limpeza na rua, troca de lâmpada. E todos informam que não podem entrar para fazer melhorias no bairro porque está judicializado ainda por conta daquela velha novela do Ruas do Povo. Mas a conta de IPTU está chegando todos os anos”, declarou.

    Araújo questionou a coerência da cobrança do imposto diante da alegação de impedimentos judiciais para realização de obras. “Como posso cobrar IPTU, que é um imposto territorial para ser usado em melhorias para o bairro, se a prefeitura alega que não pode fazer nenhuma intervenção porque está judicializado? Essa conta não existe, não fecha”, criticou.

    O parlamentar também denunciou que, segundo ele, a prefeitura estaria judicializando débitos e cobrando valores até quatro vezes superiores ao original. “A Prefeitura de Rio Branco está judicializando e cobrando quatro vezes o valor daquele IPTU da população. Isso é um absurdo. Como um trabalhador que ganha um salário mínimo vai conseguir fazer sua feira, pagar a conta de energia, se o dinheiro foi bloqueado judicialmente?”, questionou.

    Ainda de acordo com o vereador, o contribuinte precisa buscar assistência jurídica para ter acesso ao processo e negociar a dívida. “Para ter acesso ao processo, ele vai ter que procurar a Defensoria Pública ou um advogado, e é mais uma conta que terá que pagar. Todo o dinheiro que entra na conta do contribuinte fica bloqueado até que ele consiga negociar com a prefeitura. Só após a negociação é que ocorre o desbloqueio”, concluiu.

    O líder do prefeito, vereador Márcio Mustafá (PSDB), afirmou que irá se inteirar da denúncia apresentada por Fábio Araújo. “Na realidade, hoje o vereador Fábio Araújo comentou aqui conosco. É uma denúncia muito séria. Vou chegar à prefeitura agora, estou indo para lá, e vou buscar entender a situação para dar uma resposta em relação a esse caso”, declarou.

  • Justiça solta homem que espancou ex em elevador após invadir trabalho. Vídeo

    Justiça solta homem que espancou ex em elevador após invadir trabalho. Vídeo

    Reprodução
    Caso aconteceu em Guarulhos, na região metropolitana de SP. Câmeras de segurança flagraram o homem socando a ex no elevador da empresa - Metrópoles

    Ronaldo Ferreira, preso em flagrante depois de invadir o local de trabalho da ex-companheira e espancá-la dentro de um elevador em Guarulhos, foi solto nessa terça-feira (17/3), após audiência de custódia. O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) concedeu liberdade provisória ao jovem de 20 anos, que deve cumprir medidas cautelares.

    O homem foi preso na tarde de segunda-feira (16/3) e permaneceu menos de um dia preso. Com a decisão judicial, Ronaldo terá que se afastar da casa da ex, sendo proibido de se aproximar da vítima a menos de 300 metros.

    Ele também está proibido de entrar em contato com a mulher, seus familiares e testemunhas. Além de ser obrigado a comparecer a todos os atos do processo em que for intimado e manter o endereço residencial atualizado.

    O homem de 20 anos foi preso após ser flagrado invadindo o local de trabalho da ex e espancando a mulher dentro de um elevador. Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram que a vítima tentava fugir do agressor pelo elevador, mas ele a alcançou antes da porta fechar e agrediu-a diversas vezes.

    O vídeo também mostra que uma outra mulher, que estava com a vítima, se colocou entre ela e o agressor, o impedindo de continuar as agressões em um prédio comercial na Avenida Salgado Filho, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

    Inicialmente, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que foram requisitados exames ao IML para a vítima e solicitadas medidas protetivas à Justiça. A ocorrência foi registrada como violência doméstica e lesão corporal na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Guarulhos.

    O caso tramita em segredo de justiça.

  • Quem era Jiló dos Prazeres, chefe do CV "sanguinário" morto no Rio

    Quem era Jiló dos Prazeres, chefe do CV "sanguinário" morto no Rio

    Divulgação/Disque-Denúncia
    Jiló dos Prazeres

    Morto em operação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), o traficante Cláudio Augusto dos Santos (foto em destaque), de 55 anos, conhecido como Jiló dos Prazeres, tinha uma extensa ficha criminal e foi classificado pelo atual secretário de Estado de PM e comandante-geral da corporação, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, como “sanguinário”. Ele era chefe do Comando Vermelho (CV) no Morro dos Prazeres.

    Jiló era considerado um dos líderes mais “experientes” da facção criminosa. Com 135 anotações criminais,ele respondia por homicídio, sequestro, cárcere privado e tráfico de drogas.

    Seu nome aparecia envolvido em registros criminais pelo menos desde 1990. Havia oito mandados de prisão em aberto contra o criminoso.

    Ao anunciar a morte, o chefe da PM descreveu o criminoso como uma “liderança sanguinária e violenta, responsável por diversas ações criminosas na área do centro e Zona Sul da cidade.”

    Morte de turista

    À época da morte do italiano, Jiló havia deixado a prisão há apenas 30 dias.

    Em 2018, Jiló apareceu em uma investigação como chefe do tráfico na Rua do Lavradio.

    Já em 2024, uma operação da Polícia Civil apreendeu cinco toneladas de drogas na comunidade do Fallet, em Santa Teresa, que pertenceriam ao grupo do qual Jiló fazia parte

    Terror no Rio

    Na manhã desta quarta-feira (18/3), um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, próximo ao acesso ao Túnel Rebouças, na região central do Rio, por traficantes do CV. O veículo foi destruído pouco depois da morte de Jiló dos Prazeres.

    Além de Jiló, outras sete pessoas morreram na ação,  que é um desdobramento de uma operação realizada nessa terça (17), quando foram expedidos 28 mandados de prisão contra integrantes do grupo.

  • Crime brutal: ex mata mulher na entrada de fórum antes de audiência

    Crime brutal: ex mata mulher na entrada de fórum antes de audiência

    Guvendemir/Getty
    Faca - Metrópoles

    Uma mulher foi morta a facadas pelo ex-companheiro momentos antes de entrar no Fórum da Comarca de Santana, no Amapá.

    A vítima participaria de uma audiência de uma ação de reintegração de posse, marcada para as 9h desta quarta-feira (18/3). A reunião não chegou a acontecer.

    Juciele de Souza Moraes foi abordada pelo ex, identificado como Elquias da Silva Lima, ainda do lado de fora do fórum.

    Segundo nota do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP), “o agressor não adentrou as dependências do Fórum de Santana nem passou pela guarnição de segurança na recepção, onde são obrigatórias a identificação e a revista por meio de raio-x, que integram o protocolo de segurança da Justiça do Amapá”.

    Após esfaquear a ex-companheira, o homem foi preso em flagrante pelos militares que atuam no Fórum de Santana.

    “Diante desse fato devastador, o TJAP repudia, de forma intransigente, qualquer ato de violência que atente contra a vida e a dignidade da mulher. Este crime é uma afronta não apenas à família da vítima, mas a toda a sociedade e às instituições de justiça”, disse o tribunal em nota.

  • Raissa Barbosa relata vivência de 3 meses em abrigo no Acre

    Raissa Barbosa relata vivência de 3 meses em abrigo no Acre

    A influenciadora Raissa Barbosa relatou que viveu por cerca de três meses em um abrigo no Acre, onde enfrentou situações que descreveu como traumáticas, principalmente durante a adolescência. O relato foi feito durante uma entrevista a rede TV nesta terça-feira (17), em que detalhou a experiência vivida quando tinha entre 15 e 16 anos, período em que permaneceu afastada da família em uma unidade de acolhimento no estado.

    Segundo ela, o ambiente reunia jovens com diferentes perfis, incluindo menores infratores, o que aumentava a sensação de insegurança. “Foi uma situação assim, horrível. Porque não foi um abrigo que tinha só pessoas que passaram por coisas ruins. Era um abrigo onde tinham menores infratores”, afirmou.

    A influenciadora destacou que o medo era constante, principalmente durante a noite. “Ah, eu tinha medo, de dormir”, disse.

    Raissa afirmou que tentou manter uma convivência pacífica para evitar conflitos dentro do abrigo. “Eu tentei ser amiga. Tipo, ficar próximo das pessoas para elas não fazerem nada comigo. Mas era horrível”, relatou.

    Durante o período, a irmã dela chegou a fugir do local. “A minha irmã, inclusive, ela chegou até a fugir desse abrigo. Ela pulou um muro em algum momento em que a gente tava, tipo, jogando bolo embaixo. Aí pulou um muro e conseguiu fugir”, contou. Apesar disso, Raissa decidiu permanecer. “Eu olhei e falei, eu não vou fugir. Eu não fugi”.

    Ela também afirmou que, apesar do ambiente, não sofreu influência para entrar em atividades ilícitas. “Não, não me influenciou, não. Graças a Deus, não me meti em nenhuma furada. Eu não tive curiosidade de fazer nada”, disse.

    A influenciadora relembrou que o tempo no abrigo pareceu maior do que realmente foi. “Eu acredito que foi uns três meses, uns seis meses. Foi horrível, pareceu que foi muito mais”, afirmou.

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Comissões da Câmara analisam projetos de infância, inclusão e assistência social

    Comissões da Câmara analisam projetos de infância, inclusão e assistência social

    As Comissões de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJRF), de Direitos Humanos, Cidadania, Criança e Adolescente (CDHCCAJ), de Educação (CEDU) e de Saúde e Assistência Social (CSAS) da Câmara Municipal de Rio Branco realizaram, nesta quarta-feira, 18, a 32ª Reunião Ordinária Conjunta.

    O encontro ocorreu entre o pequeno e o grande expediente e teve como objetivo deliberar sobre uma série de projetos de lei apresentados por parlamentares da Casa, com foco em políticas públicas voltadas à infância, inclusão social, educação e saúde.

    Entre as propostas debatidas está o projeto de autoria da vereadora Elzinha Mendonça que dispõe sobre a reserva de vagas exclusivas para crianças com deficiência e crianças neurodivergentes em instituições de ensino municipais, sem concorrência com outros grupos.

    Outro projeto em pauta, de autoria da vereadora Lucilene Vale, altera a Lei nº 2.521/2024 para incluir pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus representantes legais nas regras de isenção de taxa de inscrição em concursos públicos e processos seletivos no âmbito municipal.

    A vereadora Elzinha Mendonça também apresentou uma série de matérias relacionadas à proteção da infância, entre elas a criação do “Selo Infância Protegida” e do “Selo Empresa Amiga da Infância”, destinados a reconhecer instituições e empresas que adotem práticas de prevenção à adultização e à hipersexualização precoce.

    Outra proposta institui a Política Municipal de Prevenção à Adultização na Educação Infantil, além da criação de campanhas permanentes de conscientização sobre os riscos da exposição indevida de crianças e adolescentes nos meios de comunicação e nas redes sociais.

    Também foi analisado o projeto intitulado “Infância é para Brincar”, voltado à prevenção da adultização e da hipersexualização precoce no município. As matérias têm relatoria do vereador Samir Bestene.

    As comissões discutiram ainda o Projeto de Lei nº 138/2025, que trata da obrigatoriedade de formação continuada anual para profissionais da educação, saúde e assistência social sobre prevenção à adultização e hipersexualização precoce, além de fluxos de notificação e escuta especializada.

    Já o Projeto de Lei nº 139/2025 estabelece diretrizes para concessão de alvarás de funcionamento e autorização de eventos que envolvam a participação de crianças e adolescentes, com foco na prevenção de práticas consideradas inadequadas à faixa etária.

    Também esteve na pauta o Projeto de Lei nº 156/2025, de autoria do vereador Joabe Lira, que declara de utilidade pública o Instituto Acolher & Transformar. A matéria tem relatoria do vereador Aiache e já foi aprovada na CCJRF.

    Outro projeto debatido foi o PL nº 208/2025, de autoria do vereador Zé Lopes, que institui no calendário oficial do município o Dia Municipal de Conscientização sobre as Experiências Adversas na Infância (ACEs). A relatoria é do vereador André Kamai.