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  • Carlos publica foto de Bolsonaro no hospital: "Estado muito delicado"

    Carlos publica foto de Bolsonaro no hospital: "Estado muito delicado"

    Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
    Carlos Bolsonaro em frente ao hospital em que o pai, Jair, fará cirurgia

    Carlos Bolsonaro atualizou o estado de saúde do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira (16/3), após visitá-lo no hospital em Brasília. O ex-vereador diz que Bolsonaro foi transferido de unidade de terapia intensiva (UTI) a uma unidade semi-intensiva, mas que “a pneumonia bacteriana persiste, mantendo sua respiração muito debilitada”.

    O filho de Jair Bolsonaro publicou uma foto do pai no hospital, sem camisa, sendo atendido por uma profissional de saúde, mas sem especificar a data.

    Jair Bolsonaro no hospital. Foto publicada pelo filho Carlos Bolsonaro
    Foto de Jair Bolsonaro no hospital, publicada pelo filho Carlos nesta segunda-feira

    Seu estado continua muito delicado e está sendo monitorado constantemente para evitar qualquer nova piora no quadro. Consegui conversar um pouco com ele, mas a dificuldade para falar ainda é grande, assim como os soluços que permanecem. Todo o processo de observação segue sensível e necessário, escreveu Carlos.

    O filho de Jair Bolsonaro ainda agradece o carinho de apoiadores e as “boas energias e orações enviadas por todos”.

    Jair Bolsonaro foi internado na última sexta-feira (13/3) no hospital DF Star, em Brasília, e foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões.

    Mais cedo nesta segunda, boletim médico afirmou que Bolsonaro apresentou “recuperação da função renal e melhora parcial dos marcadores inflamatórios”.

  • "Mentiroso", diz coronel sobre advogado da família da esposa PM morta

    "Mentiroso", diz coronel sobre advogado da família da esposa PM morta

    Instagram/Reprodução
    Imagem colorida mostra Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos - Metrópoles

    O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto voltou a criticar o advogado que representa a família da soldado da Polícia Militar (PM) Gisele Alves Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde o casal morava, na região central de São Paulo. O oficial afirmou que as declarações feitas pelo advogado José Miguel da Silva Júnior seriam “uma dezena de mentiras” e disse que o advogado deveria passar por uma avaliação psiquiátrica.

    As declarações foram dadas durante entrevista ao programa Brasil Urgente, apresentado pelo jornalista Joel Datena, na TV Bandeirantes, nesta segunda-feira (16/3). Em outro momento da conversa, o tenente-coronel também classificou o advogado como um “cineasta”, sugerindo que o caso estaria sendo construído de forma forçada e midiática.

    Durante a entrevista, o coronel também comentou áudios atribuídos à policial militar, nos quais ela teria pedido ajuda ao pai e relatado que não suportava mais a situação no relacionamento. Segundo o tenente-coronel, o material seria falso e teria sido produzido com o uso de inteligência artificial.

    Em entrevista ao Metrópoles, o advogado que representa a família da soldado Gisele Alves Santana afirmou que a policial vivia sob pressão no relacionamento. Segundo ele, “Gisele estava clamando por socorro” e teria sido impedida de manter contato com familiares, além de enfrentar dificuldades até para tomar decisões simples do dia a dia. O advogado sustenta ainda que a policial manifestava o desejo de se separar, o que, na avaliação da família, contraria a versão inicial de suicídio apresentada no caso.

    “Ela deu um tiro na cabeça”

    Gravações das ligações feitas pelo tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto aos serviços de emergência também passaram a integrar a investigação sobre a morte da soldado Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça no apartamento do casal. Nos áudios, o oficial pede socorro enquanto descreve o estado da esposa logo após o disparo.

    Em determinado momento da ligação, o tenente-coronel afirma que a policial teria tirado a própria vida. “Ela se matou”, diz inicialmente ao atendente. Pouco depois, ao ser questionado se havia verificado a respiração da vítima, ele indica que Gisele ainda apresentava sinais de vida. “Ela tá muito ruim, ela deu um tiro na cabeça. Manda o resgate logo”, respondeu. A sequência chama a atenção porque, no mesmo telefonema, o oficial afirma primeiro que a esposa teria se matado e, em seguida, pede socorro alegando que ela ainda estava em estado grave.

    O Metrópoles também teve acesso à ligação feita pelo oficial ao 193, do Corpo de Bombeiros, realizada logo após o contato com a Polícia Militar. No áudio, o tom de voz do coronel aparece diferente daquele ouvido na conversa com o 190. Enquanto na chamada à PM ele fala de forma mais controlada e protocolar, no contato com os bombeiros a fala é mais tensa e emocional, com pausas e expressões de desespero ao relatar a situação da esposa.

    A mudança de entonação ocorre justamente quando o oficial insiste na necessidade de socorro imediato. Diferentemente da narrativa mais objetiva usada na ligação à Polícia Militar, no telefonema aos bombeiros ele demonstra maior aflição ao descrever o estado da vítima e pedir rapidez no atendimento.

    Abuso de autoridade

    Uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) reconheceu que condutas atribuídas ao tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que na época atuava como major e comandante do 29º Batalhão da Polícia Militar (29º BPM/M), configuraram abuso de autoridade contra uma policial militar subordinada. O caso ocorreu em 2022 e está relacionado a um episódio de perseguição profissional dentro da unidade.

    De acordo com a decisão judicial, a policial afirmou ter sido alvo de medidas consideradas abusivas por parte do então comandante. Após análise das provas reunidas no processo, a Justiça concluiu que houve abuso de autoridade e determinou a condenação do Estado de São Paulo ao pagamento de indenização por danos morais à policial, no valor de R$ 5 mil. A decisão estabelece que o montante seja corrigido e acrescido de juros pela taxa Selic a partir da sentença, destacando ainda o caráter “didático-pedagógico” da medida, com o objetivo de coibir novas condutas semelhantes.

  • Supostas irregularidades em pregão da Prefeitura de Epitaciolândia serão investigadas

    Supostas irregularidades em pregão da Prefeitura de Epitaciolândia serão investigadas

    O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) converteu em Inquérito Civil o Procedimento Preparatório que apura possíveis irregularidades no Pregão Presencial nº 002/2025, promovido pela Prefeitura de Epitaciolândia. A decisão foi assinada no dia 14 de março de 2026 pelo promotor de Justiça Rafael Maciel da Silva.

    A investigação tem como foco principal as exigências de qualificação técnica previstas no item 8.5 do edital, além do julgamento de recurso administrativo apresentado por uma das empresas participantes do certame.

    A denúncia aponta que o item 8.5 do edital teria estabelecido exigências consideradas excessivas e desproporcionais para a habilitação técnica das empresas, com potencial restrição à competitividade.

    Também foi questionada a decisão da Comissão Municipal de Contratação que deixou de conhecer o recurso administrativo interposto pela empresa Império Engenharia, sob o argumento de ausência de interesse recursal.

    Durante a apuração, o MP requisitou à Prefeitura justificativa técnica para os quantitativos exigidos no edital, cópia integral do procedimento licitatório — inclusive da fase interna — e análise adequada do recurso administrativo, com enfrentamento do mérito.

    O Núcleo de Apoio Técnico do MPAC (NAT/MPAC) elaborou relatório apontando que os quantitativos de experiência prévia exigidos não seguem o padrão usual em licitações semelhantes de manutenção predial. Segundo o documento, as exigências foram fragmentadas em múltiplos itens e serviços específicos, em vez de se concentrarem nas parcelas de maior relevância do objeto.

    O relatório concluiu ainda que os critérios não observaram os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade previstos no artigo 67 da Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações) e que não foi identificada justificativa técnica formal que fundamentasse os parâmetros adotados.

    O sistema de Licitações e Contratos do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) também registrou alerta indicando possível incompatibilidade entre os serviços exigidos e o objeto do certame, voltado à manutenção predial. Apesar de o alerta constar como “arquivado” no sistema, não foram localizados nos autos documentos que comprovem eventual regularização ou justificativa formal por parte do Município.

    O NAT/MPAC também avaliou como inadequado o fundamento utilizado para não conhecer o recurso da empresa participante. Segundo a análise técnica, eventual correção das exigências poderia permitir a participação da recorrente e ampliar a competitividade do processo licitatório, em benefício da Administração Pública.

    Diante da necessidade de aprofundar as investigações e considerando que o procedimento tramita há mais de 180 dias sem conclusão, o MPAC decidiu converter o caso em Inquérito Civil, com base nas resoluções do Conselho Nacional do Ministério Público e do Colégio de Procuradores de Justiça do MPAC.

    Entre as providências determinadas estão a publicação do despacho no Diário Oficial do MPAC e a renovação do ofício à Prefeitura de Epitaciolândia para que apresente justificativa técnica detalhada sobre as exigências do edital, além de esclarecimentos quanto às providências adotadas após o alerta do TCE-AC.

  • Marido de síndica tenta beijar faxineira à força e acaba preso em MG

    Marido de síndica tenta beijar faxineira à força e acaba preso em MG

    Polícia Civil/Divulgação
    Palavra "não" escrita em mão de mulher - Metrópoles

    Uma prestadora de serviços relatou ter sofrido abuso sexual por parte do marido da síndica do prédio onde ela trabalha. Ela afirmou que o homem, de 49 anos, tentou beijá-la à força e torcar em seus seios. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu o suspeito em flagrante, nessa sexta-feira (13/3)

    O caso aconteceu no bairro Nova Suíça, região oeste de Belo Horizonte (MG). A prisão ocorreu logo após o crime, cometido no prédio onde a vítima, uma mulher de 27 anos, presta serviços de faxina.

    De acordo com a mulher, ao realizar as atividades de limpeza no prédio ela pediu ajuda ao suspeito após ficar presa em um cômodo de armazenamento de materiais. No local, o homem, que é marido da síndica do condomínio, teria feito comentários de cunho inadequado e tentado beijá-la à força, além de apalpar seus seios.

    Ainda segundo a denúncia, assim que ocorreram os fatos, ela acionou o superior da empresa de limpeza que a acompanhou à PCMG para formalizar a denúncia.

    A prisão foi efetuada pela equipe da Delegacia Especializada de Combate à Violência Sexual em Belo Horizonte depois que a mulher foi encaminhada à Casa da Mulher Mineira, onde foi ouvida pela equipe de Atendimento Unificado de Registro e Oitiva com Respeito e Acolhimento (Aurora). Na unidade especializada, ela foi acolhida e passou por escuta qualificada.

    Após os procedimentos de polícia judiciária na delegacia da mulher da capital, onde o homem foi ouvido, ele foi encaminhado ao sistema prisional ficando à disposição da Justiça.

  • "Ou você vira Matsunaga ou Samudio”, diz influencer após denunciar ex

    "Ou você vira Matsunaga ou Samudio”, diz influencer após denunciar ex

    Reprodução / Redes Sociais
    agressão influencer

    A influenciadora digital Rayssa Berbary voltou a falar nas redes sociais sobre as agressões que sofreu de um ex-companheiro e fez uma reflexão ao mencionar dois casos criminais que marcaram o país: Elize Matsunaga e Eliza Samudio.

    Em uma publicação, Rayssa escreveu que mulheres em relacionamentos violentos acabam se vendo diante de escolhas decisivas. “Eu vivi isso, grávida! No primeiro sinal, polícia! Porque ou você é a Matsunaga ou a Samudio. A escolha é nossa. Da cadeia a gente sai”, disse.

    A frase faz referência ao caso de Elize Matsunaga, condenada por matar o marido, e ao de Eliza Samudio, assassinada após denunciar ameaças do então goleiro Bruno.

    Rayssa revelou recentemente que perdeu o bebê que esperava no início deste ano e afirmou que a gestação terminou após episódios de agressão que teriam sido cometidos por um ex-companheiro, com quem tem uma filha.

    A agressão foi registrada em vídeo e divulgada pela influenciadora nesta segunda-feira(16.03). Nos vídeos, a influenciadora contou que decidiu tornar o caso público por se cansar dessa situação e para alertar outras mulheres.

    A influenciadora também contou que já teve os cinco pneus do carro furados com uma faca durante o período de conflitos. Rayssa contou ainda que passou recentemente por uma cirurgia relacionada à perda da gestação e que ainda está em período de resguardo.

  • Mendonça suspende acesso a sigilos de Vorcaro em sala-cofre

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    O relator do Caso Master no STF, ministro André Mendonça, suspendeu nesta segunda-feira (16/3) o acesso dos membros da CPMI do INSS aos dados do celular de Daniel Vorcaro que estavam na sala-cofre do Senado.

    Desde a última sexta-feira (13/3), os dados do banqueiro estavam sendo indexados, de forma a facilitar as buscas dos parlamentares nas conversas e arquivos encontrados no telefone de Vorcaro.

    A expectativa de deputados e senadores era de que uma busca mais detalhada fosse possível a partir desta terça-feira (17/3). Com a decisão de Mendonça, entretanto, o acesso não será mais possível.

    Vídeos íntimos

    Como mostrou a coluna, as informações sigilosas do banqueiro impressionaram membros da comissão. Segundo ao menos dois parlamentares, há vídeos íntimos do dono do Master e fotos de caciques políticos em momentos de descontração.

    A maioria dos políticos que aparecem nas imagens, segundo parlamentares ouvidos pela coluna, é filiada a partidos do Centrão e tinha relação próxima com o banqueiro.

    Foi justamente por conta do material delicado que a cúpula da CPMI restringiu o acesso à sala-cofre. Para evitar vazamentos, parlamentares e assessores não podem acessar a sala com celular.

     

  • Governo do Acre participa de encontro de governadores da Amazônia Legal para debater regularização fundiária

    Governo do Acre participa de encontro de governadores da Amazônia Legal para debater regularização fundiária

    Nesta segunda-feira, 16 de março de 2026, o Governo do Acre, por meio do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), participou do 29º Encontro de Governadores da Amazônia Legal, que reuniu autoridades estaduais e representantes de instituições nacionais para discutir políticas públicas voltadas à governança territorial e ao desenvolvimento da região. O Iteracre integra a […]

  • Piloto morre em queda de avião agrícola no Rio Grande do Sul

    Piloto morre em queda de avião agrícola no Rio Grande do Sul

    Polícia Civil RS
    Imagem colorida mostra avião agrícola após a queda - Metrópoles

    Um homem de 38 anos, identificado como Jorge Luís Castanho de Maris, morreu nesta segunda-feira (16/3) após a queda da aeronave que pilotava na região Noroeste do Rio Grande do Sul.

    Segundo o delegado responsável pelo caso, Ives Trindade, o piloto trabalhava em uma fazenda próxima ao local do acidente desde 2018. Jorge chegou a abastecer a aeronave, mas não conseguiu ganhar altitude após a decolagem. Durante a tentativa de subida, uma das asas acabou atingindo uma barragem localizada no final da pista.

    “Quando decolou, o avião não ganhou muita altitude e uma das asas acabou batendo numa barragem que tem bem no final da pista. Com esse impacto, o avião virou e caiu ao solo e foi arrastando de ponta-cabeça, uns 100 metros ali”, relata o delegado.

    O avião agrícola sobrevoava a área entre os municípios de Cruz Alta e Ibirubá quando o acidente ocorreu. Com o impacto da queda, a aeronave pegou fogo, provocando um incêndio no local.

    O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul foi acionado para atender a ocorrência. A corporação informou que equipes foram enviadas ao local para controlar o incêndio provocado pela queda da aeronave e, ao chegarem, confirmaram a morte do piloto.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, Jorge era o único ocupante do avião e não houve outras vítimas.

  • Após desabafo, herdeiros de Mr. Catra defendem Tati Quebra Barraco

    Após desabafo, herdeiros de Mr. Catra defendem Tati Quebra Barraco

    Reprodução/Redes sociais.
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    Os herdeiros de Mr. Catra divulgaram  nas rees sociais nessa segunda-feira (16/3) um comunicado público em apoio à funkeira Tati Quebra Barraco após a artista expor nas web uma disputa envolvendo direitos autorais de músicas de sua carreira.

    No posicionamento, a família do cantor afirmou compreender a situação relatada pela cantora e disse ter enfrentado um problema semelhante em relação à obra do funkeiro, que morreu em 2018.

    O que diz o comunicado

    Na nota, os herdeiros afirmam que, ainda em vida, Mr. Catra não teria recebido prestações de contas relacionadas à exploração de suas músicas.

    Segundo o comunicado, após a morte do artista, a situação teria continuado sem transparência. De acordo com a família, não houve repasses financeiros, envio de relatórios ou prestação de contas por parte das empresas Link Record, Furacão 2000, Warner Music e Galerão Record.

    Os familiares também afirmam que tentaram, em diferentes momentos, buscar uma solução por meio de negociações, mas dizem não ter recebido respostas satisfatórias nem propostas de regularização da situação. No comunicado, os herdeiros classificam o cenário como uma violação de direitos autorais e uma injustiça com a memória e o legado do artista.

    A família ainda reforça que apoia a postura de Tati Quebra Barraco e declara solidariedade a artistas que buscam reconhecimento e transparência na gestão de seus direitos na indústria musical. No texto, os herdeiros afirmam que não pretendem permitir que a obra de Mr. Catra seja, segundo eles, desrespeitada ou explorada de forma indevida.

    Nos comentários do post, Tati Quebra Barraco comentou: “Obrigada por todo apoio. Catra era mais que amigo, era meu irmão. Que nossa união e nossa voz sejam fortes o suficiente para reverter isso e honrar a memória do nosso eterno rei do funk e tantos outros silenciados.”

    Leia o texto na íntegra

    “Nós, herdeiros do Mr Catra, queremos expressar nosso apoio às últimas declarações da @tatiquebrabarraco e entendemos a luta que ela está passando.

    Nós passamos por uma situação semelhante com o nosso pai, que infelizmente nunca recebeu em vida prestacões de contas e desde sua partida, nos herdeiros não recebemos os repasses financeiros, relatórios ou prestação de contas por parte das empresas LINK RECORD, FURACAO 2000, WARNER MUSIC E GALERAO RECORD.

    Apesar de tentarmos diversas vezes negociar e buscar uma solução, não obtivemos nenhuma resposta satisfatória ou tentativa de regularização da situação. Isso é inaceitável e configura uma grave violação dos direitos autorais e uma injustiça contra a memória e a obra do nosso pai.

    Reiteramos nosso apoio à Tati Quebra Barraco e a todos que lutam pela justiça e pela transparência na indústria musical. Não vamos permitir que a memória e a obra do nosso pai sejam desrespeitadas e exploradas indevidamente.”

     

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    Um post compartilhado por Mr Catra (@mrcatrareal)

     

    Entenda a polêmica

    O posicionamento ocorre depois que Tati Quebra Barraco fez um longo desabafo nas redes sociais sobre dificuldades relacionadas aos direitos autorais de músicas de sua carreira. A funkeira afirmou que não estaria recebendo valores por canções de sua autoria e que a situação tem impactado até mesmo oportunidades de publicidade.

    Durante o relato, a artista citou a música “Barraco 2”, que, segundo ela, foi composta por ela própria, mas cujos rendimentos não estariam sendo repassados. “A música ‘Barraco 2’ é da minha autoria, sendo que eu não recebo até hoje. São dois DJs que recebem esse dinheiro. Um é o Dennis DJ. Beleza, já passou. Não recebo, vou correr atrás dos meus direitos”, disse.

    Em outro momento, Tati também mencionou a canção “São Paulo”, gravada por Anitta e The Weeknd, que utiliza um trecho cantado por ela. “‘Bota na boca, bota na cara’ também é de minha autoria. Hoje eu ganhei os créditos da música São Paulo, que tem vários DJs envolvidos”, afirmou.

    Citou DJ Malboro

    A cantora ainda citou o nome de DJ Marlboro ao comentar outro episódio envolvendo uma de suas músicas. “Fui notificada pelo DJ Marlboro, porque ele tinha editado a minha música há uns 5 anos, uma música que tem 22 anos. É massacre atrás de massacre. (…) É muita injustiça. Já estou sufocada. Não é de hoje que venho sendo apunhalada”, declarou.

    No desabafo, Tati também afirmou enfrentar dificuldades para utilizar “Boladona”, um dos maiores sucessos de sua carreira, em campanhas publicitárias. Segundo ela, a autorização para o uso da música dependeria de terceiros, o que estaria impedindo novos contratos comerciais.

    “Hoje não posso fazer publicidade porque não tem liberação do DJ Marlboro. Vocês não têm noção de quanto eu perco de publicidade? É muita coisa”, disse.

    “Por causa de quem? Porque a música não é autorizada. Sendo assim, a Tati não pode trabalhar. Só pode trabalhar se ele autorizar. ‘Boladona’ é o carro-chefe da minha vida. Mas não é que me colocou no topo não, tá? Só consagrou minha carreira. É muito fácil você estar com pessoas que só querem sugar”, concluiu a artista.

  • Soldado da PM morre após acidente de moto com caminhão guincho. Veja vídeo

    Soldado da PM morre após acidente de moto com caminhão guincho. Veja vídeo

    Reprodução
    Imagem colorida mostra acidente que matou soldado da PM. Metrópoles

    O soldado da Polícia Militar João Vitor Sudário Silva, de 22 anos, morreu nesta segunda-feira (16/3) após um grave acidente de trânsito em Sorocaba, no interior de São Paulo. Câmeras de segurança registraram o momento em que o policial, de motocicleta, atingiu um guincho que avançou o sinal vermelho (veja a seguir).

    O acidente aconteceu por volta das 19h50 de sexta-feira (13/3). Na gravação, é possível ver o momento em que o caminhão atravessa o cruzamento. O soldado aparece em alta velocidade, atinge o veículo e é arremessado na via.

    Segundo relatos, a arma do policial foi parar no telhado de uma residência devido à força do impacto.


    Corporação lamenta morte de PM morto em acidente de moto