Blog

  • Sonia Abrão defende Ana Paula Renault em polêmica sobre figurino

    Sonia Abrão defende Ana Paula Renault em polêmica sobre figurino

    Reprodução/Redes sociais
    sonia-abrao

    A apresentadora Sonia Abrão, da RedeTV!, saiu em defesa da participante Ana Paula Renault, do BBB26, após a polêmica envolvendo um figurino disponibilizado pela produção do reality show. A jornalista disse que a veterana tem o direito de “poupar a sua privacidade” e que a direção deve respeitar todos os participantes.

    Assista:

    MARAVILHOSA! Sônia Abrão exalta Ana Paula, e diz que a sister estava no seu direito de dizer “não”.

    “Ela peitou a direção, ela peitou a produção, o patrocinador, e ela disse NÃO. E esse não vale ouro. Esse não tem que ser RESPEITADO!” #ATardeESua#BBB26pic.twitter.com/AO13K7nUn1

    — Brenno (@brenno__moura) March 16, 2026

    Direito

    Na última sexta-feira (13/3), Ana Paula Renault se recusou a usar um vestido entregue pela produção do BBB26 para a festa da semana. A veterana se incomodou com a peça e disse que a roupa não combinava com o seu estilo. Ela chegou a discutir com a equipe da atração dentro do confessionário.

    Nesta segunda (16/3), durante o programa A Tarde é Sua, Sonia Abrão defendeu a atitude da sister e disse que ela tem o direito de decidir se quer ou não expor o corpo. “A mulher, qualquer pessoa, tem todo o direito de poupar a sua privacidade, de cuidar o que quer expor ou não do próprio corpo”, começou.

    “E foi isso que ela fez: ela peitou a direção, ela peitou a produção, ela peitou o patrocinador e ela disse não. E esse não vale outro, tem que ser respeitado. Porque senão o pessoal faz o que quiser com você porque você está num reality show. Não vai!”, completou.

    Revolta

    A jornalista da RedeTV! seguiu e disse que a emissora deve respeitar o desejo de cada um dos participantes do reality. “Tem que ser respeitado cada um dos participantes naquilo que lhe for mais caro, que ele julgar prejudicial e que ele achar que não quer ser exposto”, encerrou.

    Neste fim de semana, um vídeo vazado circulou nas redes sociais. Nele, é possível ouvir Ana Paula Renault discutindo com a produção do BBB26. Na gravação, ela parece estar irritada e eleva a voz, se negando a usar a roupa escolhida para ela: “Eu não vou usar isso aqui, tô falando pra vocês. Tá achando que eu vou usar isso? Olha isso daqui! Que mulher ia vestir isso aqui?”, esbraveja a veterana.

  • "Risco de dano imediato", diz GDF após ser proibido de usar imóveis para capitalizar BRB

    "Risco de dano imediato", diz GDF após ser proibido de usar imóveis para capitalizar BRB

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    fachada do BRB

    O Governo do Distrito Federal (GDF) afirmou que o “risco de danos ao DF e ao BRB é imediato” caso o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) mantenha a liminar que proibiu o Governo local de tomar medidas baseadas na lei para capitalização do Banco de Brasília (BRB).

    Nesta segunda-feira (16/3), o GDF apresentou recurso contra a decisão do juiz Daniel Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF.

    Segundo o Executivo local, “a suspensão da lei impede que o Distrito Federal e o BRB estruturem uma solução robusta para a crise de liquidez, o que pode levar a uma perda de confiança do mercado, a dificuldades operacionais e, em última instância, a um prejuízo muito maior ao patrimônio público e à coletividade”.

    O GDF ainda frisou que o risco de danos “é imediato na medida em que impede a concretização dos instrumentos destinados a equacionar a crise do BRB, podendo levar a instituição bancária à liquidação ou à intervenção federal, com os graves impactos dessas medidas”. 

    No recurso, o Poder Executivo pede a suspensão da liminar que proibiu o uso da referida lei e ainda pediu que o TJDFT garanta a suspensão até o trânsito em julgado da ação.

    O pedido ainda será analisado pelo Conselho da Magistratura da Presidência do Tribunal.

    Entenda a liminar

    Na decisão inicial, assinada na manhã desta segunda-feira (16/3), o juiz  Daniel Branco Carnacchioni, da 2ª Vara de Fazenda Pública do DF, determinou que o GDF “se abstenha de praticar qualquer ato concreto de execução ou implementação das medidas previstas na lei”. O magistrado citou, em especial, os artigos 2º e 4º da referida norma, que tratam do financiamento e do uso de imóveis como garantia, respectivamente.

    “[…] A liminar deve ser deferida para impedir a concretização da referida lei, tudo para preservação do patrimônio público das estatais distritais envolvidas nesta operação econômica. O dano ao patrimônio público se relaciona à autorização para a transferência ou constituição de garantias em favor do BRB, operações que envolvem bens do Distrito Federal ou de entidades estatais. A urgência se verifica porque já há preparação para a execução dos instrumentos de capitalização do BRB, autorizados pela referida lei, inclusive e principalmente a transferência de imóveis do DF e de outras estatais”, escreveu o juiz.

    A decisão foi uma resposta à ação civil pública assinada por Ricardo Cappelli, Cristovam Buarque, Rodrigo Dias, entre outros.

    A lei foi sancionada em 10 de março de 2026. A norma autoriza o GDF a obter empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou outras instituições. Também permite:

    Na publicação, estão listados nove imóveis públicos a serem usados para cobrir os prejuízos causados ao BRB pelos negócios com o Banco Master. Os terrenos são de propriedade da Terracap, da CEB e da Caesb – todas estatais vinculadas ao GDF.

    “[…] Tais imóveis não têm pertinência com a atividade do BRB. Nada impede que, se houver deliberação para aumento do capital social, o que ainda não ocorreu, seja possível a integralização de imóveis para lastrear tal operação financeira interna. Ocorre que tal integralização com imóveis depende da comprovação do interesse público, além de autorização legislativa e avaliação prévia”, completou o magistrado.

     

     

  • Homem recebe diagnóstico de câncer de mama no dia do aniversário

    Homem recebe diagnóstico de câncer de mama no dia do aniversário

    Reprodução / Redes sociais
    Foto colorida de homem passando por exames na mama - Metrópoles

    O norte-americano Jacob Johnson recebeu uma notícia inesperada no dia do seu aniversário: ele tinha câncer de mama. O diagnóstico veio em dezembro de 2025 quando ele completava 53 anos, transformando a data de comemoração em um momento de choque.

    Segundo relato publicado pela revista People, Johnson já sabia havia mais de uma década que carregava uma mutação no gene BRCA, alteração genética associada a maior risco de diversos tipos de câncer. Por isso, mantinha acompanhamento médico e realizava exames periodicamente.

    Essa vigilância acabou sendo decisiva para detectar o tumor precocemente. A esposa dele, Kimberly Johnson, explica que o hábito de monitorar a saúde foi fundamental para encontrar a doença antes que ela avançasse.

    “Nós só encontramos o câncer de Jacob porque ele fez exames. Ele sabe que tem o gene BRCA há mais de uma década e tem sido bom fazer testes de rotina. Seu médico disse que se ele tivesse esperado um ou dois meses o resultado seria outro”.

    Uma doença rara entre homens

    O câncer de mama masculino é considerado raro. De acordo com informações da organização Fundação Nacional do Câncer de Mama dos Estados Unidos, ele representa menos de 1% de todos os casos de câncer de mama.

    Mesmo sendo incomum, os homens também possuem tecido mamário — ainda que em menor quantidade — e, por isso, podem desenvolver tumores nessa região.


    Sintomas de câncer de mama em homens


    Como a doença é rara no sexo masculino, muitas vezes os sinais são ignorados ou confundidos com outras condições, o que pode atrasar o diagnóstico.

    O papel dos genes BRCA

    No caso de Jacob, a descoberta do câncer está ligada a uma mutação genética. Segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos (NCI – na sigla em inglês), alterações nos genes BRCA1 e BRCA2 prejudicam mecanismos naturais de reparo do DNA nas células.

    Esses genes normalmente ajudam a impedir o crescimento descontrolado das células. Quando apresentam mutações, o risco de desenvolver certos tumores aumenta, especialmente câncer de mama e de ovário, mas também pode incluir outros tipos de câncer.

    Embora essas mutações sejam mais discutidas em relação às mulheres, homens que carregam alterações no gene BRCA também apresentam risco elevado de câncer de mama, além de outros tumores, como os de próstata e pâncreas.

    Por isso, pessoas que sabem ter a mutação costumam ser orientadas a realizar monitoramento regular, estratégia que permitiu identificar o tumor de Johnson em estágio inicial.

     Tratamento do câncer de mama

    Depois do diagnóstico, a família decidiu enfrentar o tratamento unida. Kimberly conta que os filhos foram incluídos em todas as etapas do processo para lidar melhor com as mudanças que viriam, como a perda de cabelo durante o tratamento.

    “Meus filhos lidaram com o diagnóstico incrivelmente bem, mas estávamos todos temendo o momento em que o pai não tivesse cabelo, então os trouxemos para o processo para ajudar.”

    A história de Jacob também chama atenção para um ponto importante: homens raramente associam alterações na mama ao câncer, o que pode atrasar a busca por atendimento médico.

    Atualmente, Jacob segue em tratamento contra o câncer. Ele já passou por uma mastectomia dupla em janeiro deste ano e iniciou sessões de quimioterapia.

    A família Johnson acredita que conhecer o histórico familiar e realizar exames quando há risco genético são medidas essenciais para detectar a doença cedo. Apesar dos desafios físicos e emocionais, a descoberta precoce do câncer de mama foi fundamental para melhorar as chances de controle da doença.

  • Governo promove 2º Fórum de Líderes do Terceiro Setor com capacitação de associações

    Governo promove 2º Fórum de Líderes do Terceiro Setor com capacitação de associações

    O governo do Acre, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), realizou no sábado, 14, o 2º Fórum de Líderes do Terceiro Setor. O encontro reuniu presidentes de associações de moradores de Rio Branco e gestores públicos para discutir o fortalecimento das organizações sociais. A agenda promoveu uma ampla capacitação dos participantes […]

  • Nubank é filiado à Febraban; Maluhy Filho deve assumir conselho diretor

    Nubank é filiado à Febraban; Maluhy Filho deve assumir conselho diretor

    O Conselho Diretor da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) aprovou, por unanimidade, o pedido de filiação do Nubank, que passa a integrar o quadro associativo da entidade.

    “A iniciativa do Nubank é muito bem-vinda, pois demonstra seu interesse em participar ativamente dos espaços de diálogo e de articulação institucional da indústria e, ao mesmo tempo, evidencia a valorização, por parte da Febraban, da pluralidade, do debate qualificado e da construção setorial de soluções em um ambiente representativo e diverso”, diz o CEO da Febraban, Isaac Sidney.

    Segundo a Febraban, o acolhimento do novo membro está alinhado ao seu “compromisso permanente com a pluralidade de visões da indústria financeira brasileira, bem como com a abertura ao diálogo qualificado entre instituições que se pautam por diferentes modelos de negócios”.

    Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, destaca que “ao trazer nosso histórico de inovação, inclusão financeira e foco nos clientes também para este fórum, reforçamos nossa contribuição para o fortalecimento do sistema financeiro, além de seguirmos comprometidos em reduzir a complexidade da indústria e simplificar a vida dos nossos clientes”.

    Presidente-executivo do Itaú, Milton Maluhy Filho • 02/05/2023 – REUTERS/Pilar Olivares
    O CEO do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho, deve apresentar chapa única para a presidência do Conselho Diretor da Febraban, segundo a nota da entidade. Atualmente o posto é ocupado por Luiz Carlos Trabuco, presidente do conselho de administração do Bradesco, que encerra mandato de três anos.

    Uma assembleia será convocada para 9 de abril. Segundo a Febraban, serão eleitos conselheiros e das instituições financeiras que comporão as instâncias de governança da entidade no triênio 2026–2029.

  • Herdeira da Gucci inspira influenciadora brasileira a relatar abuso

    Herdeira da Gucci inspira influenciadora brasileira a relatar abuso

    Gabriela Morais compartilhou um vídeo em suas redes sociais no qual revela um episódio traumático que viveu em sua vida

  • Coronel marido de PM morta foi condenado por abuso de autoridade

    Coronel marido de PM morta foi condenado por abuso de autoridade

    Reprodução
    Policial miltiar de São Paulo, com boina - Metrópoles

    Uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) reconheceu que ações atribuídas ao tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, então major e comandante do 29º Batalhão da Polícia Militar (29º BPM/M), em 2022, configuraram abuso de autoridade contra uma subordinada, no contexto de uma disputa interna dentro da corporação.

    A conclusão consta de decisão judicial que analisou provas reunidas no processo movido por uma policial militar que alegou ter sido alvo de perseguição profissional dentro da unidade.

    O processo resultou na condenação do Estado de São Paulo ao pagamento de indenização por danos morais à policial militar, fixada em R$ 5 mil, com correção e juros pela taxa Selic a partir da sentença, valor que a decisão descreve como tendo “caráter didático-pedagógico”, destinado a coibir novas condutas semelhantes.

    A Fazenda Pública chegou a recorrer da decisão, mas o Colégio Recursal do Tribunal de Justiça manteve integralmente a sentença, ao entender que as provas reunidas no processo demonstraram a ocorrência de abuso de autoridade e assédio no ambiente de trabalho. Com isso, o recurso foi rejeitado e a condenação foi mantida nas instâncias do Juizado Especial.

    O caso ganha relevância porque o mesmo oficial estava no apartamento onde a atual esposa, a soldado da PM Gisele Alves Santana, foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, na região central de São Paulo. A policial chegou a ser socorrida, morrendo horas depois. O tenente-coronel alega que a companheira se suicidou. O caso é investigado como morte suspeita.

    Perseguição no 29º BPM

    Segundo a sentença, sobre o caso ocorrido em 2022, o processo demonstra que o oficial praticou condutas repetidas contra a subordinada utilizando a posição hierárquica que ocupava, levando a Justiça a considerar que houve abuso do poder funcional no ambiente de trabalho.

    Na decisão, a juíza Alexandra Fuchs de Araújo afirma que ficou comprovado que ocorreram “ações praticadas de forma repetitiva por servidor, em posição de autoridade, que abusando da autoridade que lhe conferia sua função, tinha por objetivo ou efeito atingir a autoestima e a autodeterminação da autora, bem como sua dignidade”.

    Ainda segundo o entendimento judicial, essas atitudes teriam provocado “danos ao ambiente de trabalho”, segundo descreve a própria decisão ao analisar o conjunto de provas reunidas no processo.

    Conflito interno no batalhão

    Entre os episódios analisados pela Justiça está a movimentação de quatro policiais militares femininas durante uma preleção administrativa, medida que, segundo os autos, foi adotada como forma de punição após um conflito interno no batalhão.

    O processo, obtido pelo Metrópoles, também menciona críticas reiteradas e decisões hierárquicas que expuseram a policial a constrangimento profissional, situação que, de acordo com a sentença, afetou sua autoestima e sua estabilidade no ambiente de trabalho, caracterizando assédio moral dentro da estrutura da PM.

    Ainda segundo o entendimento judicial, a situação teria sido agravada pela somatória de episódios que envolveram acusação de extravio de documentos disciplinares, atribuídos à PM feminina pelo então major, e tentativa de transferência da policial, o que foi analisado pelo Judiciário como parte do contexto de pressão funcional.

    Ultrapassando limites

    O caso passou a ser apurado internamente após registros feitos no portal da Corregedoria da Polícia Militar, que resultaram na abertura de sindicância administrativa para investigar possíveis abusos cometidos dentro do batalhão.

    Com base na análise do conjunto de provas e documentos administrativos, a Justiça concluiu que o comportamento descrito nos autos ultrapassou os limites da disciplina militar e configurou abuso de autoridade dentro da estrutura de comando da unidade.

    Contexto atual

    O nome do oficial ganhou destaque no debate público, recentemente, após a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, atual esposa do comandante. Ela foi encontrada com um tiro na cabeça dentro do apartamento do casal, em São Paulo, e morreu horas depois no Hospital das Clínicas.

    O episódio está sendo investigado pelas autoridades e reacendeu discussões sobre episódios anteriores envolvendo o oficial dentro da corporação.

  • Hotwifing: a tendência sexual que está "salvando" alguns casamentos

    Hotwifing: a tendência sexual que está "salvando" alguns casamentos

    pouca vergonha

    Uma prática sexual conhecida como hotwifing tem chamado atenção de alguns casais e ganhado espaço nas discussões sobre relacionamentos não monogâmicos. Neste caso, o marido consente ou observa a esposa se envolvendo com outros homens. A dinâmica vem sendo cada vez mais comentada, sobretudo em comunidades on-line e plataformas de entretenimento adulto.

    O hotwifing é uma prática consensual onde o marido incentiva e sente prazer ao ver ou saber que sua esposa se relaciona sexualmente com outros homens. Diferente do cuckolding, o foco é a liberdade da esposa, muitas vezes com o marido apenas observando ou sabendo, buscando redefinir traição através de consentimento.

    mulheres são mais adeptas ao sexo casual
    Saúde sexual raramente é a primeira coisa que as pessoas associam ao açúcar no sangue, mas níveis cronicamente elevados podem afetar a intimidade — para todos

    Uma pesquisa realizada pelo Wifey, que entrevistou mais de mil casais americanos em “relacionamentos sérios”, descobriu que impressionantes 71% dos apaixonados experimentaram um “vínculo emocional mais forte com seu parceiro” após introduzir uma ou duas pessoas de fora no relacionamento. Outros 71% atribuem a experimentação com conteúdo adulto a “melhora” de suas vidas sexuais.

    Entre os casais que exploraram a não monogamia, 71% afirmam que um nível moderado a alto de confiança é essencial mesmo antes de discutir o assunto, enquanto 76% dos casais que praticam o hotwife dizem que a experiência está mais fortemente enraizada na “honestidade emocional”do que apenas no sexo, de acordo com os resultados da pesquisa.

    Conhecida também como poliamor, a não monogamia consensual está em ascensão como uma forma segura e saudável para casais aventureiros explorarem o mundo ousado dos encontros a três. Entretanto, especialistas afirmam que é necessário e fundamental ter comunicação entre o casal.

    Especialistas explicam que o ponto central desse tipo de relação não é apenas o sexo, mas a comunicação. Casais que adotam o modelo costumam discutir limites, expectativas e sentimentos de forma detalhada antes de qualquer experiência.

    Para muitos participantes, o diálogo e a confiança criados durante essas conversas acabam fortalecendo a conexão emocional — algo que, segundo sexólogos, pode ser mais importante para a relação do que a experiência em si.

  • Cruzeiro do Sul já registrou mais de 176 casos de violência contra mulher em 2026

    Cruzeiro do Sul já registrou mais de 176 casos de violência contra mulher em 2026

    Em Cruzeiro do Sul, os números de violência contra a mulher chamam a atenção. No ano passado, 2 feminicídios foram registrados e a Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar atendeu a 932 casos de violência contra a mulher e registrou 180 Medidas de Proteção aplicadas pela justiça. Também no ano passado, 66 medidas foram […]

  • Adolescente de 17 anos morre após micro-ondas explodir em restaurante

    Adolescente de 17 anos morre após micro-ondas explodir em restaurante

    Reprodução/Redes sociais
    Imagem colorida de adolescente morta após explosão de micro-ondas - Metrópoles

    A explosão de um micro-ondas dentro de um restaurante provocou a morte de uma adolescente, de 17 anos, e deixou uma mulher ferida, no último sábado (14/3), em Guatapará, no interior de São Paulo.

    Segundo o boletim de ocorrência, registrado na Polícia Civil, um frasco com líquido inflamável estava próximo ao aparelho eletrônico e também acabou explodindo, causando queimaduras nas vítimas. Policiais militares foram acionados para atender a ocorrência.

    Ao chegarem ao local, os agentes constataram que as mulheres já estavam sendo socorridas por equipes do Samu e foram encaminhadas ao pronto-socorro da região. A jovem, identificada como Ana Beatriz Amâncio Bibó, trabalhava como ajudante de cozinha no restaurante e morreu após sofrer várias queimaduras pelo corpo.

    Ela ficou internada até a noite de domingo (15/3) no Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos. Uma mulher, de 29 anos, também ficou ferida e não há mais informações sobre o estado de saúde dela.

    A Escola Estadual Gavino Virdes, onde estudava Ana Beatriz, publicou nas redes sociais uma nota de pesar pelo falecimento da aluna. “Neste momento de profunda tristeza, nos unimos em solidariedade aos familiares, amigos e a todos que tiveram a oportunidade de conviver com Ana Beatriz. Sua memória permanecerá marcada nos corações de todos que compartilharam momentos de convivência, amizade e carinho”, lamentou a instituição.

    Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi registrado como morte suspeita e lesão corporal na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ribeirão Preto.