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  • Construção civil dispara no Acre e custo do metro quadrado já passa de R$ 2,1 mil

    Construção civil dispara no Acre e custo do metro quadrado já passa de R$ 2,1 mil

    O custo da construção civil no Acre registrou aumento em fevereiro de 2026, seguindo a tendência de alta observada na Região Norte, segundo dados divulgados pelo IBGE no Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi). No estado, a variação mensal foi de 0,61%, acima da média nacional, que ficou em 0,23% no período.

    O desempenho do Acre acompanha o movimento regional. Em fevereiro, a Região Norte registrou a maior variação do país, com alta média de 0,52% nos custos da construção civil. Entre os estados da região, o maior aumento foi observado no Amapá, com 1,54%, influenciado por reajustes nas categorias profissionais do setor.

    No cenário nacional, o custo médio da construção passou de R$ 1.920,74 por metro quadrado em janeiro para R$ 1.925,08 em fevereiro. Desse total, R$ 1.085,16 correspondem aos materiais e R$ 839,92 à mão de obra. O aumento foi impulsionado principalmente pela alta no custo dos materiais, que avançaram 0,36%, enquanto a mão de obra teve crescimento mais moderado, de 0,06% no mês.

    Os números refletem o impacto de fatores estruturais do setor, como reajustes salariais, custos de insumos e mudanças na tributação da folha de pagamento das empresas da construção civil. Em janeiro, por exemplo, o índice havia sido pressionado pela reoneração da folha do setor, o que elevou os custos de mão de obra.

    Apesar da desaceleração nacional em fevereiro, os dados mostram que estados da Região Norte continuam registrando custos relativamente mais elevados e variações acima da média brasileira. O Sinapi, criado em 1969, é utilizado como referência para elaboração de orçamentos e acompanhamento dos custos da construção civil em todo o país.

  • Haverá uma 4ª guerra mundial?

    Haverá uma 4ª guerra mundial?

    Haverá uma 4ª guerra mundial?

    Por Narciso Mendes13 de março de 2026 – 05h00 3 min de leitura

    Se houver, segundo Albert Einstein, a mesma dar-se-ia a base de paus e pedras.

    Albert Einstein, mundialmente reconhecido como um dos mais importantes físicos, se não o mais importante, e em toda a nossa história, morreu no dia 8 de abril de 1955 e ao ser questionado sob uma hipotética 3ª guerra mundial, assim respondeu: não sei como terminaria, só sei que uma 4ª guerra se daria a base de paus e pedras.

    Quem de fato, construiu a primeira bomba atômica foi J. Robert Oppenheimer, um físico estadunidense, embora Albert Einstein tenha participado de uma série de eventos que levaram a sua construção. Mas por sê-lo um pacifista ele só veio aconselhar o presidente Franklin Delano Roosevelt a se apressar em construí-la por temer que aos nazistas viesse se antecipar. Ainda assim ele veio a se arrepender do papel que exerceu, ainda que indiretamente, no desenvolvimento da bomba atômica. Também é   dele a seguinte declaração: foi o maior erro da minha vida.

    Presentemente, e se vivo fosse, o que Alberto Einstein estaria dizendo quando uma dezena de países já se encontra atomicamente armados, entre eles a Rússia, ora comandada pelo tirano Vladimir Putin e a Coréia do Norte, sob o comando do imprevisível, porém perigosíssimo, Kim Jong-Un?

    Não fosse o seu confortável estoque de armas atômicas jamais Vladimir Putin estaria fazendo o que vem fazendo com a Ucrânia, desta feita, contrariando toda a Europa e os próprios EUA, e nem o presidente Donald Trump teria feito o que já fez na Venezuela e no Irã, a despeito dos inaceitáveis e condenáveis comportamentos políticos do ex-presidente Nicolás Maduro e dos aiatolás iranianos.

    A 2ª guerra mundial só chegou a fim, e com sucesso, quando estadistas do naipe: Winston Churchill, da Inglaterra, Franklin Delano Roosevelt, dos EUA e Charles de Gaulle, da França, e pasmem Josef Stalin da Rússia uniram-se para enfrentar e derrotar Adolf Hitler.

    As ‘‘bombinhas’ daquele tempo e estou me reportando àquelas que foram lançadas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki sequer poderão ser comparadas com as que se encontram estocadas nos arsenais atômicos de alguns países, em particular, da Rússia e dos EUA.

    No presente e tomando-se como exemplos as guerras Rússia/Ucrânia e EUA/Irão já não mais acontecem os deslocamentos de seus soldados, posto que, são as chuvas de artefatos de guerra que predominam. Lamentavelmente, e como se diz na gíria, armados até os dentes, os presidentes das duas maiores potências atômicas do mundo, a citá-los: Donald Trump e Vladimir Putin fazem-se presente e quando não, estimulam as nossas atuais guerras e esquecem-se do que disse o saudoso Benjamin Franklin: nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim.

  • No Acre, Governo Federal entrega mais de mil máquinas agrícolas

    No Acre, Governo Federal entrega mais de mil máquinas agrícolas

    O Acre deve receber mais de 1.050 máquinas e equipamentos que serão destinados às prefeituras para reforçar ações voltadas ao desenvolvimento rural. A informação foi confirmada pelo superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no estado, Paulo Trindade. Segundo ele, os equipamentos fazem parte de um conjunto de investimentos articulados com a bancada federal […]

  • Flávio Bolsonaro diz que EUA pode taxar o Brasil por veto a assessor

    Flávio Bolsonaro diz que EUA pode taxar o Brasil por veto a assessor

    Igo Estrela/Metrópoles
    Flávio Bolsonaro

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), pré-candidato à Presidência, insinuou que os Estados Unidos podem taxar o Brasil pelo veto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao assessor do país. 

    Na quinta-feira (12/3), o ministro reformou a decisão que havia autorizado a visita de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado do governo de Donald Trump, ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.

    “Alexandre de Moraes, mais uma vez, arrumado [sic] confusão com os EUA por nada! Depois taxam o Brasil e vão querer colocar na nossa conta”, disse Flávio pelas redes sociais.

    Na decisão, Moraes argumenta que Beattie não tem agenda diplomática no Brasil e que o visto dele é destinado unicamente à participação em um fórum privado. 

    “Portanto, a realização da visita de Darren Beattie, requerida neste autos pela Defesa de JAIR MESSIAS BOLSONARO, não está inserida no contexto diplomático que autorizou a concessão do visto e seu ingresso no território brasileiro, além de não ter sido comunicada, previamente, às autoridades diplomáticas brasileiras, o que, inclusive poderia ensejar a reanálise do visto concedido”, disse Moraes.

    Darren Beattie no Brasil

    No ano passado, Darren Beattie fez críticas públicas a Moraes. Segundo ele, o ministro brasileiro “é o coração pulsante do complexo de perseguição e censura” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    “O Juiz Moraes é o coração pulsante do complexo de perseguição e censura contra Jair Bolsonaro, que por sua vez cerceou a liberdade de expressão nos Estados Unidos. Graças à liderança do Presidente Trump e do Secretário Rubio, estamos atentos e tomando medidas”, escreveu Darren Beattie em sua conta no X após Moraes ter sido sancionado pelo governo dos Estados Unidos. As sançõs foram retiradas pelo país em dezembro do ano passado.

    Segundo o Departamento de Estado dos EUA, a visita de Darren Beattie ao Brasil tem como intuito promover interesses do país.

    “O Conselheiro Sênior para Políticas sobre o Brasil e Alto Funcionário do Departamento de Educação e Assuntos Culturais, Darren Beattie, viajará em breve ao Brasil para promover a agenda de política externa ‘América Primeiro’”, afirmou.

     

  • Como a guerra no Irã afeta o agronegócio do Brasil

    Como a guerra no Irã afeta o agronegócio do Brasil

    Grande parte dos fertilizantes usados no Brasil são produzidos por países do Golfo Pérsico e transportados pelo Estreito de Ormuz

  • Sobre a decisão de Toffoli

    Sobre a decisão de Toffoli

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
    ministro-dias-toffoli-durante-sessao-do-supremo-tribunal-federal-stf—metropoles–17

    O ministro Dias Toffoli declarou-se impedido de julgar qualquer ação que tenha a ver com o Caso do Banco Master. O que você acha? Respostas de 947 leitores:
    Fez muito bem – 37,1%
    Deveria ter feito antes – 62,9%

  • Sexta-feira 13 de calor ou de terror? Veja a previsão do tempo para SP

    Sexta-feira 13 de calor ou de terror? Veja a previsão do tempo para SP

    Camila Olivo/ Metrópoles
    Com temperaturas máximas de 36ºC e umidade relativa do ar abaixo de 20%, regiões do interior de SP estão em alerta para risco de incêndio - Metrópoles

    A sexta-feira (13/3) será marcada por sol entre muitas nuvens em grande parte do estado de São Paulo. Ao longo do dia, as temperaturas voltam a subir e a sensação de calor e abafamento retorna, principalmente durante as horas mais quentes.

    A partir da tarde, a atuação de um cavado meteorológico, associada ao transporte de umidade da Amazônia, continua favorecendo a formação de temporais isolados de intensidade moderada a forte nos setores norte, nordeste e em parte da porção leste do Estado, incluindo a Grande São Paulo.

    Na capital paulista, as temperaturas variam entre 19°C e 27°C. O dia terá sol entre nuvens pela manhã, com pancadas de chuva à tarde e tempo aberto de noite.

    Já em Dracena, no interior, o sol brilha com algumas nuvens e possibilidade de chuvas rápidas durante o dia. A mínima na cidade será de 21°C e a máxima chega aos 29°C.

    No litoral, a previsão é de que não dê praia. Em Ilhabela, chove forte pela manhã, com aberturas de sol durante a tarde e pancadas de chuva até a noite. A máxima não passa dos 25°C.

  • Prefeitura de SP entrega mais de meio milhão de próteses dentárias

    Prefeitura de SP entrega mais de meio milhão de próteses dentárias

    13/03/2026 06:00, atualizado 13/03/2026 06:00

    metropoles.com

    Até 2020, as próteses odontológicas eram instaladas apenas nos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs). Com a ampliação da rede, 446 UBSs passaram a contar com equipes de saúde bucal capacitadas para fazer o procedimento, facilitando o acesso da população.

    A mudança permitiu redução de cerca de 81% na fila de espera por próteses dentárias, que passou de 81 mil pessoas, em 2020, para 15.337, em dezembro de 2025.

    Entre 2021 e 2025, a rede municipal fez 10.536.716 atendimentos odontológicos, considerando procedimentos da atenção básica, especialidades e urgências.

    No período, houve aumento de mais de 132% no número de atendimentos. O crescimento está relacionado à ampliação das equipes de saúde bucal, ao aumento do número de profissionais e à expansão da infraestrutura odontológica na rede pública.

    Hoje, o atendimento odontológico está presente em diversos equipamentos da rede municipal de saúde:

    A rede municipal conta ainda com equipamentos especializados em odontologia:

    A Rede Municipal de Saúde de São Paulo conta com 4.248 profissionais de saúde bucal, entre eles, 2.581 cirurgiões-dentistas, 1.373 auxiliares de saúde bucal e 294 técnicos de saúde bucal.

    Entre 2021 e 2025, foram contratadas 328 novas equipes de saúde bucal. No mesmo período, também foram contratados 141 cirurgiões-dentistas com carga horária de 20 horas semanais e 237 plantonistas de 12 horas.

    Para acessar o serviço, a população pode procurar a UBS mais próxima para agendar uma triagem odontológica. A localização das unidades está disponível no site Busca Saúde.

  • Trump diz que os EUA estão "destruindo totalmente" o regime do Irã

    Trump diz que os EUA estão "destruindo totalmente" o regime do Irã

    Anna Moneymaker/Getty Images
    Presidente Donald Trump assina ordens executivas no Salão Oval em Washington, DC. Trump toma posse para seu segundo mandato como 47º presidente dos Estados Unidos - Metrópoles

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país está “destruindo completamente” o regime iraniano. Em declaração nas redes sociais, nesta sexta-feira (13), o norte-americano também criticou o jornal New York Times.

    “Estamos destruindo completamente o regime terrorista do Irã, militar, econômica e de todas as outras formas. No entanto, se você ler o falido New York Times, pensará erroneamente que não estamos vencendo”, afirmou.

    Segundo Trump, os líderes do Irã “foram varridos da face da Terra” e a capacidade ofensiva dos países é incomparável.

    “A Marinha do Irã foi dizimada, sua Força Aérea também, mísseis, drones e tudo o mais estão sendo destruídos, e seus líderes foram varridos da face da Terra. Temos poder de fogo incomparável, munição ilimitada e muito tempo — observe o que acontecerá com esses canalhas desvairados hoje. Eles vêm matando pessoas inocentes em todo o mundo há 47 anos, e agora eu, como o 47º Presidente dos Estados Unidos da América, estou matando-os. Que grande honra é fazer isso!”, disse.

    Conflito no Oriente Médio

    A guerra chegou ao 14º dia nesta sexta. Ataques dos Estados Unidos mataram diversas autoridades iranianas. Entre elas, o então líder supremo do país, Ali Khamenei.

    O regime iraniano escolheu Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como substituto do pai na quarta-feira (11/3). Ontem, Mojtaba fez seu primeiro pronunciamento público. 

    Em mensagem divulgada em seu canal oficial no Telegram, o aiatolá Mojtaba Khamenei pediu que o povo do Irã permaneça “firme contra o inimigo” e disse que o Estreito de Ormuz seguirá fechado.

    “Também foram realizados estudos sobre a abertura de outras frentes nas quais o inimigo tem pouca experiência e será severamente vulnerável, e sua ativação será realizada se a guerra continuar e de acordo com os interesses”, disse

    O Estreito de Ormuz está fechado desde 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel iniciaram os ataques contra o Irã.

  • Deputados se reúnem com Gonet e Andrei após prisão de vereador no RJ

    Deputados se reúnem com Gonet e Andrei após prisão de vereador no RJ

    Reprodução
    Salvino Oliveira é investigado por manter relações com o CV

    Presidente do PSD no Rio de Janeiro, o deputado federal Pedro Paulo participará de uma audiência com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para contestar a prisão do vereador Salvino Oliveira (PSD).

    Ex-secretário do prefeito Eduardo Paes (PSD-RJ), Salvino foi detido na quarta-feira (11/3) durante uma operação que investiga a estrutura nacional do Comando Vermelho.

    O PSD tem criticado a prisão do vereador e a condução da operação pelo governo estadual, comandado por Cláudio Castro (PL).

    O deputado Pedro Paulo, por exemplo, tem classificado  a prisão como “injusta e política”.

    “Não vamos permitir que a injustiça cometida contra o vereador Salvino Oliveira fique impune. Ele será libertado, e iremos até as últimas consequências para responsabilizar essa máfia que tomou conta do Palácio Guanabara”, declarou o parlamentar em rede social.

    Além de Pedro Paulo, também participarão da audiência o líder do PSD na Assembleia Legislativa do Estado, Luiz Paulo Corrêa, e o líder do governo na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, o vereador Carlo Caiado. Outros cinco parlamentares federais do também estarão da reunião.

    Treta entre Paes e Castro

    O prefeito Eduardo Paes também se manifestou sobre a prisão, afirmando que não vai proteger ninguém caso as irregularidades apontadas sejam confirmadas.

    Paes, no entanto, classificou o inquérito apresentado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro como “frágil e cheio de conexões duvidosas”.

    O prefeito criticou ainda a atuação do secretário estadual da Polícia Civil, Felipe Curi, e de Cláudio Castro. Ele acusa o governo de instrumentalizar as forças policiais para fins políticos.

    Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Mirelle Pinheiro, Curi rebateu as acusações. Em vídeo, ele ressaltou que a investigação que resultou na prisão do vereador teve início em 15 de outubro de 2024 e passou por diferentes etapas até a execução dos mandados neste mês.

    Segundo ele, a representação pela prisão do parlamentar foi formalizada em 1º de janeiro de 2026. O pedido foi analisado pelo Ministério Público, que emitiu parecer favorável à medida em 21 de janeiro.