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  • Após polêmica, Marinha se manifesta sobre vídeo de Ana Castela

    Após polêmica, Marinha se manifesta sobre vídeo de Ana Castela

    Rprodução/Redes sociais.
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    A polêmica envolvendo um vídeo de Ana Castela pilotando um jet ski ganhou ainda mais força nas redes sociais após críticas públicas de Luana Piovani.

    A gravação, publicada pela própria cantora, mostra o momento em que ela conduz a moto aquática com um amigo na garupa e acaba caindo no mar durante uma manobra. O episódio dividiu opiniões e levantou questionamentos sobre a regularidade da condução do equipamento.

    Marinha se manifestou em nota

    Diante da repercussão, a Marinha do Brasil se manifestou sobre o caso. Em resposta enviada à coluna Fábia Oliveira, a Autoridade Marítima informou que tem ciência do vídeo, amplamente divulgado nas redes sociais, mas destacou que não pode divulgar informações de caráter pessoal que permitam a identificação de indivíduos, nem dados sobre eventual habilitação ou situação administrativa específica, em razão da Lei Geral de Proteção de Dados.

    No posicionamento, a Marinha ressaltou que realiza ações permanentes de fiscalização do tráfego aquaviário em todo o país, incluindo embarcações de esporte e recreio, como motos aquáticas.

    Segundo o órgão, essas ações têm como foco a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana e a prevenção da poluição hídrica. A nota também informa que, sempre que irregularidades são constatadas, medidas administrativas são adotadas conforme a legislação vigente.

    Ainda de acordo com a resposta, procedimentos de fiscalização não são divulgados de forma individualizada, especialmente quando envolvem dados protegidos por lei.

    Leia a nota na íntegra

    “A Marinha do Brasil informa que tem ciência do vídeo mencionado, amplamente divulgado em redes sociais. Entretanto, em observância à Lei nº 13.709/2018 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), não é possível divulgar informações de caráter pessoal que permitam a identificação de indivíduos, tampouco dados relacionados a eventual habilitação ou situação administrativa específica.

    Ressalta-se que a Autoridade Marítima realiza ações permanentes de fiscalização do tráfego aquaviário, incluindo a condução de embarcações de esporte e recreio, como as motos aquáticas, com foco na segurança da navegação, na salvaguarda da vida humana e na prevenção da poluição hídrica. Sempre que constatadas irregularidades, são adotadas as medidas administrativas cabíveis, conforme a legislação vigente.

    Por fim, esclarece-se que procedimentos de fiscalização não são divulgados de forma individualizada, especialmente quando envolvem dados protegidos por lei.”

    Entenda a polêmica

    O vídeo que motivou a repercussão foi publicado no final do mês passado. Nas imagens, Ana Castela aparece pilotando o jet ski com o amigo Odorico Reis na garupa.

    Após a queda, a situação é tratada com tom de brincadeira na legenda e no comentário feito pelo acompanhante, o que contribuiu para a divisão de opiniões entre internautas.

    Luana Piovani fez questão de manifestar indignação e protestou publicamente em um vídeo de um ativista que questionava a atitude da sertaneja:

    “Toma vergonha @anacastelacantora, melhor chamar alguém pra cuidar da sua imagem que tá cagada atrás de cagada”, escreveu a atriz, deixando clara sua desaprovação em relação ao comportamento exibido no vídeo.

  • Grammy 2026 vira palco político, provoca Trump e domina debate global

    Grammy 2026 vira palco político, provoca Trump e domina debate global

    Getty Images
    68th GRAMMY Awards – Show

    O Grammy Awards 2026, realizado neste domingo (1/2) na Crypto.com Arena, em Los Angeles, extrapolou o universo musical e se consolidou como um dos eventos culturais mais politizados dos últimos anos. Entre performances grandiosas, vitórias históricas e homenagens emocionantes, a cerimônia, que marcou a 68ª edição da premiação, foi marcada por discursos contundentes sobre imigração, críticas diretas ao presidente Donald Trump e uma reação pública do próprio chefe do Executivo ainda durante a madrugada, colocando a premiação no centro do debate político global.

    Protestos contra o ICE marcam a abertura do Grammy 2026

    Antes mesmo dos discursos e das premiações, o Grammy 2026 já dava sinais claros de que seria uma noite de posicionamento político. Diversas celebridades usaram o tapete vermelho para condenar as recentes ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE). Nomes como Billie Eilish, Justin e Hailey Bieber, Kehlani e a veterana Joni Mitchell exibiram broches com a frase “ICE Out” [Fora ICE], transformando o acessório em um símbolo silencioso de protesto e solidariedade aos imigrantes.

    Justin Bieber e Hailey Bieber no tapete vermelho do Grammy 2026

    Trevor Noah usa humor afiado

    Pelo sexto ano consecutivo como apresentador, Trevor Noah abriu a cerimônia com um monólogo que rapidamente deixou claro o tom da noite. Em meio a piadas sobre a indústria musical, o comediante sul-africano fez referências diretas ao presidente dos Estados Unidos, arrancando aplausos da plateia.

    Ao comentar a ausência de Nicki Minaj, Noah ironizou dizendo que a rapper estaria “na Casa Branca com Donald Trump discutindo assuntos muito importantes”.

    Em outro momento, afirmou que o Grammy estava sendo exibido “completamente ao vivo” porque, caso houvesse edição, “o presidente processaria a CBS em US$ 16 bilhões”, em referência direta ao processo movido por Trump contra o programa 60 Minutes.

    A piada mais incisiva veio após a vitória de Billie Eilish em Canção do Ano.

    “Esse prêmio é quase tão desejado quanto Trump quer a Groenlândia”, disse Noah, completando: “Como a ilha do Epstein acabou, ele precisa de uma nova para passar o tempo com Bill Clinton”. A fala provocou risos no público e repercussão imediata fora do teatro.

    Trevor Noah

    Trump reage nas redes e ameaça processo

    A resposta do presidente não demorou. Às 1h da manhã, Trump usou sua rede social para atacar Trevor Noah, classificar o Grammy como “virtualmente intragável” e insinuar que poderia processar o apresentador.

    Na publicação, Trump negou qualquer ligação com Jeffrey Epstein, apesar de seu nome constar em registros divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça, assim como o do ex-presidente Bill Clinton.

    O embate público reforçou a dimensão política que a cerimônia assumiu, ampliando sua repercussão para além do entretenimento e dominando o noticiário internacional nas horas seguintes.

    Bad Bunny transforma o palco em manifesto pró-imigração

    Se Trevor Noah lançou as provocações iniciais, foi Bad Bunny quem protagonizou um dos discursos mais aplaudidos da noite. Ao subir ao palco para receber seu prêmio, o artista porto-riquenho iniciou sua fala com um direto “ICE Out”, em crítica explícita às políticas de imigração e às ações da agência de controle de fronteiras dos Estados Unidos.

    “Não somos selvagens. Não somos animais. Não somos alienígenas. Somos humanos e somos americanos”, afirmou, sob aplausos intensos da plateia.

    A fala ganhou força especial em um contexto de endurecimento do discurso anti-imigração no país e rapidamente viralizou nas redes sociais.

    A presença política de Bad Bunny deve continuar em evidência: o cantor está confirmado como atração do show do intervalo do Super Bowl no próximo domingo (8/2), o que aumenta a expectativa sobre novos posicionamentos públicos.

    Bad Bunny

    Billie Eilish e a defesa direta dos imigrantes

    A vitória de Billie Eilish em Canção do Ano com Wildflower também foi marcada por um discurso de forte teor político. Ao agradecer pelo prêmio, a artista fez uma declaração direta e simbólica: “Ninguém é ilegal em terras roubadas”.

    A frase foi interpretada como uma crítica ao histórico de colonização e às atuais políticas migratórias dos Estados Unidos. Nas redes sociais, a fala dividiu opiniões, mas recebeu amplo apoio de artistas, ativistas e fãs, consolidando Billie como uma das vozes mais ativas politicamente de sua geração.

    Finneas O’Connell e Billie Eilish durante o discurso

    Novos artistas reforçam o tom de resistência

    O discurso político não ficou restrito aos grandes nomes da noite. Ao vencer a categoria de Artista Revelação, a britânica Olivia Dean se emocionou ao lembrar sua história familiar.

    “Estar aqui como neta de um imigrante é algo que eu nunca imaginei”, afirmou, visivelmente comovida.

    A fala reforçou o clima de solidariedade e resistência que atravessou a cerimônia, especialmente entre artistas mais jovens, que usaram o palco para abordar identidade, pertencimento e diversidade.

    Olivia Dean

    Entre música e política, um Grammy longe da neutralidade

    Ao longo de mais de seis horas de cerimônia, o Grammy 2026 deixou claro que não pretende ocupar um lugar neutro no debate público. Entre piadas afiadas, discursos emocionados e respostas presidenciais em tempo real, a maior noite da música se consolidou como um reflexo direto das tensões políticas e sociais do momento.

    Mais do que premiar álbuns e artistas, o evento mostrou que arte, cultura e política seguem profundamente entrelaçadas — e que o palco do Grammy continua sendo um dos espaços mais visíveis para essa disputa.

    Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.

  • Nevasca nos EUA causa “chuva de iguanas” debaixo de árvores. Entenda

    Nevasca nos EUA causa “chuva de iguanas” debaixo de árvores. Entenda

    Unsplash
    Imagem colorida mostra iguana - Metrópoles

    Além de provocar mortes por todo o país, a forte nevasca que atinge os Estados Unidos tem prejudicado a sobrevivência das iguanas na Flórida. Acostumado a viver em um estado historicamente mais quente, o corpo dos répteis não é adaptado a quedas tão bruscas de temperaturas, fazendo com que elas fiquem desorientadas e caiam de cima das árvores aos montes.

    Por serem animais ectotérmicos – ou seja, de sangue frio –, as iguanas não têm capacidade de produzir calor para manter o corpo aquecido. Elas dependem totalmente da temperatura do ambiente para isso. Assim, além do frio, a nevasca norte-americana faz com que elas tenham dificuldades para digerir alimentos e se manter ativas. 

    Segundo informações da emissora de televisão local WPLG 10, a “chuva de iguanas” foi registrada no último domingo (1º/2). Especialistas em remoção de espécies invasoras retiraram centenas de iguanas do sul da Flórida. Algumas já estavam mortas.

    Diante do cenário, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu uma ordem executiva para permitir que pessoas levem as iguanas achadas nas ruas até as sedes da agência estatal.

    Frio prejudicial às iguanas deve permanecer

    Apesar de a onda de ar frio estar mais forte na Carolina do Norte, a Flórida também sofre bastante com o fenômeno congelante. Em fevereiro, os termômetros de Orlando marcaram -4 ºC, a menor temperatura desde pelo menos 1923 – no início do ano, a temperatura costuma variar entre mínimas de 12ºC e máximas de 23ºC.

    De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, a previsão é que as nevascas diminuam nas Carolinas, porém ventos fortes causados por um ciclone continuarão se espalhando pela costa leste, porção onde fica a Flórida. Isso mantém o clima frio no estado. 

    A ocorrência de nevascas em épocas que normalmente são mais quentes mostra como as mudanças climáticas são capazes de transformar a temperatura mundial, caso não sejam adotas medidas para freá-las.

  • Disciplinadores acusados de executar tatuador são levados para presídio

    Disciplinadores acusados de executar tatuador são levados para presídio

    A dupla apontada como responsável pela execução do tatuador Wellington Carlos Martins Werklaenhg, de 48 anos, foi encaminhada ao complexo penitenciário de Rio Branco e permanece à disposição da Justiça. Os suspeitos, João Pedro da Silva e Fernando Firmino Guerra Trajano, foram presos no sábado (31), em cumprimento a mandados de prisão preventiva expedidos pela […]

  • Gracyanne abre o coração e se derrete pelo namorado: “Protegida”

    Gracyanne abre o coração e se derrete pelo namorado: “Protegida”

    A influencer Gracyanne Barbosa assumiu o namoro com Gabriel Cardoso e disse que não imaginava viver um novo amor nesse momento

  • PMs do Massacre de Paraisópolis queriam “provocar pânico”, diz MPSP

    PMs do Massacre de Paraisópolis queriam “provocar pânico”, diz MPSP

    Reprodução
    Foto colorida mostra Baile da Dz7 no episódio conhecido como "Massacre de Paraisópolis"

    Para o Ministério Público do Estado (MPSP), os policiais militares (PMs) envolvidos na morte de nove jovens em um baile funk na zona sul de São Paulo, em 2019, atuaram “com intuito de provocar pânico e sofrimento nas pessoas que participavam do evento cultural”. O episódio ficou conhecido como Massacre de Paraisópolis.

    Em alegações finais apresentadas à Justiça na última sábado (31/1), a promotoria defendeu que 12 PMs envolvidos na ação sejam julgados pelo Tribunal do Júri.

    A decisão, a ser tomada após a manifestação dos últimos argumentos das defesas, cabe ao juiz Antonio Carlos Pontes de Souza, da 1ª Vara do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

    Relembre o que foi o Massacre de Paraisópolis

    A PM realizava a Operação Pancadão na madrugada de 1º de dezembro de 2019 em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, onde acontece o famoso “Baile da DZ7”.

    Cerca de cinco a oito mil pessoas estavam presentes no momento em que a polícia iniciou uma intervenção, por volta das 4h da manhã, após uma equipe da Rocam informar que indivíduos em uma moto haviam disparado contra os policiais.

    Equipes da Força Tática e da 1ª Companhia da PM posicionaram-se nas duas extremidades da rua Ernest Renan, criando um cerco que impediu o escoamento da multidão.

    Além de encurralar o público, os policiais dispararam bombas de gás e munições de borracha em um local densamente povoado e sem rotas de fuga.

    Com a repressão policial, a multidão foi encurralada em direção à Viela do Louro. O espaço é estreito e insuficiente para a passagem de tantas pessoas, o que gerou pânico e esmagamento.

    Nove jovens, entre 14 e 23 anos, morreram por asfixia e traumatismo (veja quais as vítimas abaixo). As causas das mortes foram confirmadas por laudos necroscópicos.

    Além dos óbitos, diversas pessoas sofreram ferimentos, seja por agressões físicas ou tiros de bala de borracha.

    Em julho de 2021, o MPSP denunciou 13 policiais por homicídio com dolo eventual. O processo contra um dos agentes foi encerrado antes da fase de pronúncia, uma vez que ele cumpriu um “período de prova”, em que atendeu à todas as medidas impostas pela Justiça.

    Para a promotoria, os outros 12 policiais assumiram o risco de matar ao agirem de forma coordenada e violenta em um ambiente densamente povoado, o que contraria os próprios manuais da PM.

    Nenhum dos agentes foi preso até o momento. Todos respondem à ação por homicídio em liberdade.


    Quem são as vítimas

    1. Gustavo Xavier, 14 anos, morreu por asfixia
    2. Dennys Guilherme dos Santos, 16 anos, morreu por asfixia
    3. Denys Henrique Quirino, 16 anos, morreu por asfixia
    4. Marcos Paulo Oliveira, 16 anos, morreu por asfixia
    5. Luara Victoria de Oliveira, 18 anos, morreu por asfixia
    6. Gabriel Rogério de Moraes, 20 anos, morreu por asfixia
    7. Eduardo Silva, 21 anos, morreu por asfixia
    8. Bruno Gabriel dos Santos, 22 anos, morreu por asfixia
    9. Mateus dos Santos Costa, 23 anos, morreu por traumatismo

    Quem são os PMs envolvidos


    “Vai morrer todo mundo”, disse um PM

    Um vídeo gravado por testemunhas flagrou um policial afirmando “vai morrer, vai morrer todo mundo” para as pessoas encurraladas na Viela do Louro. O material se tornou peça central na acusação do MPSP contra os agentes, principalmente para comprovar o dolo eventual e a motivação torpe.

    Para a promotoria, essa frase demonstra que os policiais não apenas previram a tragédia, mas agiram com o intuito deliberado de provocar pânico e sofrimento.

    Além disso, os PMs adotaram uma série de condutas que levou a investigação a classificar a operação como “desastrosa”. Um exemplo é o uso de granadas em “ambiente fechado” (de alta concentração de pessoas), o que contraria diretamente os Procedimentos Operacionais Padrão (POP) da corporação.

    A apuração do caso mostrou ainda que os réus realizaram um procedimento para o qual não tinham preparo e que, ao invés de direcionarem o público para as rotas de fuga, eles levaram os presentes a se encurralarem em uma viela estreita e sem saída.

    Os PMs também entraram na comunidade sem autorização expressa do Comando de Operações, o que era necessário para o início da ação, e que desligaram o GPS das viaturas para dificultar o rastreamento dos veículos.

    Havia ainda uma ordem expressa para que a ação fosse gravada, mas nenhum policial captou imagens da operação.

    Também há relatos de que os PMs agrediram os presentes com tonfas e cassetetes. Um dos réus chegou a afirmar, em um podcast, que “comemora mortes de civis com cigarro e cerveja”, o que reforçou a conduta violenta do acusado.

    O que dizem as defesas

    Em nota, Marcos Manteiga, que representa o policial Marcos Vinicius Silva Costa, afirmou que, “por omissão dos poderes públicos, Prefeitura e até mesmo do Ministério Público, a Polícia Militar quem paga a conta”. Ele chamou a corporação de “verdadeiro enxuga gelo do Estado”.

    “Quem liberou aquele grande evento? Quem organizou? Não foram um, dois ou três eventos: já era rotina aquele pancadão, com jovens chegando não só dos pontos extremos da capital, mas também das grandes cidades adjacentes” acrescentou.

    Segundo Manteiga, o Baile da DZ7 tem um único intuito: “libertinagem, álcool e drogas, sem filtrar se menores ou maiores de idade”. “Cadê os Conselheiros Tutelares? Mas claro: joga na conta da PM que está tudo certo”, finalizou.

    A reportagem também contatou João Carlos Campanini, advogado de Anderson da Silva Guilherme, e Fernando Fabiani Capano, que representa oito dos 12 réus, mas nenhum dos defensores respondeu até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.

    O Metrópoles não localizou as defesas de Gabriel Luis de Oliveira e Luis Henrique Santos Quero. O espaço também segue aberto para manifestação.

  • BBB 26: quadro de saúde de Pedro é grave, diz defesa. Saiba detalhes

    BBB 26: quadro de saúde de Pedro é grave, diz defesa. Saiba detalhes

    Reprodução/TV Globo.
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    Ex-participante do BBB 26,Pedro Espíndola segue internado no Hospital San Julian, em Piraquara, no Paraná. Em entrevista ao Metrópoles, a advogada Niva Castro, responsável por sua defesa, informou que o ex-brother apresenta um quadro grave, de intensa inquietação e agressividade, além de alterações comportamentais observadas dentro da clínica, mesmo sob uso de medicação.

    A defesa também reforçou que Pedro foi diagnosticado com transtorno bipolar em 2017 e que, atualmente, enfrenta um quadro de abstinência de cannabis.

    Pedro está internado há cerca de duas semanas e, segundo a defesa, tem recebido pouquíssimas visitas em razão de seu estado clínico. Ele foi enviado para o hospital psiquiátrico logo após sair do BBB 26.

    Na ocasião, fotos que circularam nas redes sociais mostraram o ex-BBB com os pés amarrados, descendo de uma ambulância para fumar à beira da estrada, enquanto um acidente com uma carreta provocava congestionamento na via a caminho da internação.

    Pedro Espíndola desistiu do BBB 26 após ser acusado de assédio por Jordana Morais. As imagens exibidas pelo reality mostram o então participante entrando com a sister no confessionário e, poucos segundos depois, sendo afastado por ela, que deixa o local aparentando nervosismo. Após a saída do programa, Pedro confirmou que encurralou Jordana e tentou beijá-la.

  • Rio Branco teve chuvas acima da média e calor intenso em janeiro

    Rio Branco teve chuvas acima da média e calor intenso em janeiro

    O mês de janeiro de 2026 terminou com volumes de chuva significativamente acima da média na capital acreana. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), o acumulado chegou a 593,2 mm, 107,3% acima da média histórica, que é de 286,1 mm. Já o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 460,2 mm, o que representa 60,9% […]

  • Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul faz apelo por doações de sangue

    Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul faz apelo por doações de sangue

    A direção do Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul está fazendo um chamamento pelos doadores de sangue do município, em especial pelos dos tipos negativos. O assistente social do hemonúcleo, Jean Carlos, diz que com a proximidade do Carnaval, a preocupação é com um possível aumento na demanda. Ele pede que os doadores regulares e os […]

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