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  • A piada de apresentador no Grammy que irritou Donald Trump

    A piada de apresentador no Grammy que irritou Donald Trump

    Reprodução/Instagram @trevornoah; World Economic Forum / Benedikt von Loebell
    Montagem de imagens de Trevor Noah (na esquerda) e Donald Trump - Metrópoles

    Uma piada feita pelo comediante e apresentador Trevor Noah no Grammy Awards, neste domingo (1°/2), repercutiu nas redes sociais e irritou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na declaração, Trevor mencionou o nome de Trump em uma comparação envolvendo Jeffrey Epstein.

    No palco da premiação, ao comentar a vitória de Billie Eilish na categoria Canção do Ano, Trevor Noah ironizou o interesse de Trump pela Groenlândia. “É um Grammy que todo artista quer, quase tanto quanto Trump quer a Groenlândia”, disse.

    Em seguida, completou: “Isso faz sentido, porque desde que Epstein não está mais por aqui, ele precisa de uma nova ilha para passar o tempo com Bill Clinton”.

    A piada provocou reação do presidente que, em publicação na rede social Truth Social, atacou o apresentador e criticou duramente a cerimônia. Ele também classificou o evento como “praticamente impossível de assistir”, além de chamar a cerimônia de “lixo” e “a pior de todas”.

    Trump também direcionou ofensas pessoais a Trevor Noah. “Trevor Noah, seja lá quem for, é um completo perdedor”, escreveu.

    Em outro trecho, negou qualquer ligação com Epstein. “Noah disse, incorretamente, que Donald Trump e Bill Clinton passaram um tempo na Ilha Epstein. Errado! Não posso falar por Bill, mas nunca estive na Ilha Epstein, nem perto dela”, afirmou.

    O presidente ainda declarou que, até a piada exibida no Grammy, nunca havia sido acusado de frequentar o local e afirmou que pretende tomar medidas legais. “Parece que vou enviar meus advogados para processar esse pobre, patético e idiota apresentador”, concluiu.

  • Quebra-pedra: conheça a planta que ajuda a tratar pedras nos rins

    Quebra-pedra: conheça a planta que ajuda a tratar pedras nos rins

    Reprodução/Internet
    Quebra-pedra

    Um fitoterápico desenvolvido a partir da quebra-pedra passará a integrar a lista de medicamentos distribuídos pelo pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por muito tempo, a planta tem sido usada no tratamento de distúrbios urinários. Agora, seu uso está destinado para a prevenção e manejo dos cálculos renais.

    De acordo com o botânico Guilherme Ceolin, quebra-pedra é o nome popular de um conjunto de ervas do gênero Phyllanthus, conhecidas por suas propriedades medicinais. Como o próprio nome sugere, a planta é tradicionalmente utilizada no combate às chamadas “pedras” nos rins.

    “O seu nome científico também dá algumas dicas sobre como reconhecer este conjunto de espécies: phyllanthus vem do grego e significa ‘flores nas folhas’ devido à característica de suas espécies de possuírem as flores (pequenas) entre as folhas”, explica o profissional ao Metrópoles.

    Imagem mostra a planta quebra-pedra, uma folha pequena e ramificada - Metrópoles

    Como o quebra-pedra age no organismo

    Guilherme afirma que o principal uso do quebra-pedra é como diurético, ajudando a evitar a formação dos extremamente doloridos e desagradáveis cálculos renais.

    “Apesar do que o nome popular possa dar a entender, a planta não tem capacidade de ‘quebrar’ os cálculos já formados. A sua atuação medicinal acontece antes, na prevenção da formação do cálculo”, esclarece o botânico.

    Além disso, diversas espécies desse grupo também são utilizadas contra males do fígado, como icterícia e hepatite B.

    Ilustração de rins com pedras dentro - Metrópoles
    A alimentação tem papel fundamental na formação de cálculos renais

    É seguro?

    Toda planta forma compostos químicos para se proteger de predadores e combater as doenças que possam comprometer a saúde da própria planta. Neste caso, estes compostos também podem ser usados de forma medicinal pelas pessoas.

    Desta forma, Guilherme Ceolin orienta que o chá de quebra-pedra deve ser usado com moderação (não mais de duas semanas) e nunca como única forma de tratamento para as doenças renais e hepáticas.

    “Além disso, pessoas com problemas graves, como insuficiência renal e hepática, devem evitar o uso. Em breve, deve entrar em produção o primeiro fitoterápico baseado em compostos encontrados na quebra-pedra, o qual vem sendo desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz e deve ser distribuído pelo SUS”, diz o profissional.

    Dicas para cultivar em casa

  • Quem era Chumbinho Becker, piloto campeão mundial morto em acidente

    Quem era Chumbinho Becker, piloto campeão mundial morto em acidente

    Foto: Redes sociais, Reprodução
    foto-chumbinho-piloto-morre

    O mundo se despediu de um dos maiores nomes do motocross. Milton Becker, conhecido como Chumbinho, faleceu em um acidente de moto no sábado (31/1), aos 56 anos. O piloto estava aposentado desde 2018, mas, durante os 30 anos de carreira, sagrou-se um dos maiores vencedores da modalidade.

    Foram mais de 70 títulos. Somente como campeão nacional, subiu no topo do pódio 27 vezes. Ainda em 2014, conquistou a categoria 40+ Expert no MTA World Vet Motocross Championship, o Mundial de Motocross para Veteranos.

    Chumbinho nasceu em Itapiranga, município no sudoeste de Santa Catarina, e morou na cidade até o dia a de sua morte. Apesar da aposentadoria, o piloto não se distanciou das pistas.

    O ex-piloto estava de moto na Rodovia SC-305, em Campo Erê, no Oeste de Santa Catarina, quando perdeu o controle e saiu da pista. O veículo caiu em um barranco e Milton não resistiu aos ferimentos.

  • Grupo Fictor, que tentou comprar Banco Master, pede recuperação judicial

    Grupo Fictor, que tentou comprar Banco Master, pede recuperação judicial

    A Fictor Holding Financeira entrou com um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo. A instituição havia tentado comprar o Banco Master em novembro de 2025, antes do Banco Central determinar a liquidação extrajudicial do banco de Daniel Vorcaro. O valor dos compromissos totaliza, aproximadamente, R$ 4 bilhões, informou a empresa. […]

  • Rio Envira ultrapassa cota de transbordo e marca 12,44 metros em Feijó

    Rio Envira ultrapassa cota de transbordo e marca 12,44 metros em Feijó

    O Rio Envira segue em elevação no município de Feijó e já se encontra 44 centímetros acima da cota de transbordamento. De acordo com o Informativo Hídrico divulgado pela Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil, a medição realizada às 7h desta segunda-feira, 2, apontou que o nível do rio chegou a 12,44 metros. O […]

  • Rio Acre segue em elevação e chega a 15,44 metros em Rio Branco

    Rio Acre segue em elevação e chega a 15,44 metros em Rio Branco

    O nível do Rio Acre segue em elevação e permanece acima da cota de transbordamento em Rio Branco, de acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal nesta segunda-feira (2). Às 5h19, o rio marcou 15,42 metros, subindo para 15,44 metros às 9h. Os dados apontam que, nas primeiras horas da manhã de ontem, 1° […]

  • Câmara abrirá ano legislativo com foco no Plano Diretor e transporte público

    Câmara abrirá ano legislativo com foco no Plano Diretor e transporte público

    A Câmara Municipal de Rio Branco realizou, na manhã desta segunda-feira, 2, um café da manhã especial em alusão à abertura dos trabalhos legislativos de 2026. O encontro ocorreu no Hotel Nobile Suítes, localizado na Avenida Ceará, nº 2156, Centro, e reuniu vereadores, autoridades e convidados. O ato contou com a presença dos vereadores, assessores […]

  • Feira de Adoção no Via Verde Shopping vacina 189 animais e garante adoção responsável

    Feira de Adoção no Via Verde Shopping vacina 189 animais e garante adoção responsável

    A Feira de Adoção de cães e gatos realizada no último domingo (1º), no Via Verde Shopping, foi marcada por resultados positivos e forte adesão da população. Promovida pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, a ação garantiu não apenas novos lares para animais resgatados, mas também ampliou a cobertura […]

  • Atuação da PM garante Supercopa do Brasil organizada e sem incidentes

    Atuação da PM garante Supercopa do Brasil organizada e sem incidentes

    BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
    PM Supercopa

    A Supercopa do Brasil entre Flamengo e Corinthians, realizada neste domingo (1º/2) na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, não foi apenas um marco pelo título conquistado pelo Timão. A vitória por 2 x 0, com gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto, contou com público recorde de 71.244 pessoas e ocorreu em um evento com ótima organização e segurança. A presença em massa e estratégica da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) assegurou a tranquilidade de torcedores dentro e fora do estádio. O jogo foi uma realização Metrópoles Sports.

    A maior presença de público já registrada no estádio Mané Garrincha reuniu torcedores divididos entre rubro-negros e alvinegros. Apesar da rivalidade acirrada e da expectativa alta para o primeiro grande título da temporada 2026, o ambiente foi de festa, sem qualquer registro de conflito, briga ou incidente grave dentro ou nas proximidades do estádio.

    A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) fizeram um planejamento prévio, formalizado por meio de um Protocolo de Operações Integradas (POI), que envolveu coordenação entre forças de segurança, órgãos públicos e empresas privadas.

    Dentro do estádio e nas redondezas, a PM atuou de forma profissional e preventiva, criando um ambiente seguro que permitiu que mais de 71 mil pessoas, incluindo famílias com crianças, desfrutassem do jogo sem preocupações.

    A escolta dos ônibus de torcidas organizadas vindas de fora do DF também foi exemplar: as viaturas da PM acompanharam os deslocamentos, evitando qualquer tipo de transtorno nas vias de acesso e garantindo a integridade de todos os torcedores.

  • Mr. Trump, a Groelândia é aqui! (por Roberto Caminha Filho)

    Mr. Trump, a Groelândia é aqui! (por Roberto Caminha Filho)

    Alex Wong/Getty Images
    Presidente dos EUA, Donald Trump, responde a perguntas da imprensa durante uma reunião com executivos do setor de petróleo e gás no Salão Leste da Casa Branca, em 9 de janeiro de 2026, em Washington, DC - Metrópoles

    Se o Mr. Donald Trump ainda anda olhando o mapa-múndi como quem escolhe terreno em leilão, convém avisar: a Groenlândia pode até ser gelada, estratégica e cheia de minerais mas o verdadeiro cofre forte do planeta fala português, canta frevo, samba, sertanejo, carimbó, toma café em vários tons e, ainda frita, assa e defuma como ninguém. Mr. Trump, a Groenlândia é aqui!

    Comecemos pelo óbvio, que a nossa Brasília às vezes esquece, e Wall Street finge não enxergar. A Groenlândia é rica, sim — terras raras, posição geopolítica, gelo a perder de vista. Só tem um pequeno detalhe: gelo não mata sede, não vira suco, não dá safra e não alimenta defumador texano. Já a Amazônia é um cardápio completo. Água doce em escala continental, peixes que sabem dançar em traves, florestas primárias e virgens, biodiversidade que faria qualquer investidor sério engolir a gravata, emendar com o cinturão e comemorar pedindo um repeteco.

    Enquanto o continente gelado oferece sal e frio, nós entregamos água doce — o novo petróleo do século XXI. O rio Amazonas despeja mais água no Atlântico do que muitos países despejam discurso em COP. Água para beber, irrigar, gerar energia e produzir comida. Aqui, o líquido não congela: circula fácil, limpo e filtrado.

    Falemos das commodities, esse palavrão elegante que todo liberal respeita e adora pronunciar. Soa inteligente! Grãos, carnes, minérios, energia limpa e, sobretudo, comida de verdade, proteína de verdade. Frutas que viram sucos, sobremesas que parecem sobremesas (não experiências laboratoriais), bolos, cafés com notas que vão do chocolate ao caramelo, passando pelo “acorde amazônico” que nenhum barista do Brooklyn sabe pronunciar. E carnes — ah, as carnes — perfeitas para aqueles belíssimos defumadores americanos que transformam qualquer corte honesto em diplomacia gastronômica.

    Aqui entra a matemática fria e calculista que o Professor Mário Henrique Simonsen ensinava: produtividade, escala e custo. Produzir alimento em área fértil, com água abundante e sol constante é simplesmente mais racional do que extrair riqueza do gelo com subsídio geopolítico. Não é ideologia, é aritmética.

    E como todo bom liberal que estudou Bob Fields, convém lembrar: riqueza não nasce do discurso, nasce da combinação de recursos, instituições, empresariado e mercado. A Amazônia tem recursos. O mercado global tem fome. Falta alinhar as instituições — sem romantismo paralisante e sem predação boba. Explorar não é destruir; destruir é não explorar com inteligência.

    Agora, agreguemos a cereja do bolo — ou o petróleo do prato principal. A Venezuela, recém-agregada ao tabuleiro da realidade, é sortuda porque continua sentada sobre uma das maiores reservas energéticas do planeta. Energia + água + alimentos + minerais = felicidade continental. Não é império, é cadeia produtiva. Não é anexação, é integração — palavra que dá menos medo e rende mais PIB. O Mercado não aceita cabresto e chicote.

    Imagine esse Combo Brasil: energia venezuelana, logística amazônica, agricultura tropical, mineração responsável e um mercado internacional faminto por segurança alimentar e energética. Isso não é utopia verde nem delírio bolivariano. É pragmatismo liberal com sotaque tropical. O tipo de coisa que faria o investidor americano trocar o casaco térmico por uma camisa de linho.

    Enquanto a Groenlândia exige tratados, gelo e paciência polar, a Amazônia pede infraestrutura, regra clara e coragem política. Aqui não se cava no permafrost; planta-se, colhe-se e exporta-se graças a 14 milhões de hectares de várzeas sem aproveitamento. Aqui, o ativo não está enterrado sob quilômetros de gelo, mas correndo em rios, crescendo em árvores, adubando as várzeas como no antigo e estudado Rio Nilo, além de boizinhos mugindo nos pastos.

    Mr. Trump, se a ideia é grandeza, pense quente. Se a ideia é riqueza real, pense doce, verde e produtiva. A Groenlândia é fria e distante. A solução está mais perto, fala alto, come bem e tem tudo para ser — se deixarem — o maior supermercado sustentável do planeta.

    A Groenlândia é bonita! A nossa Amazônia é absolutamente decisiva! E, convenhamos, quem tiver água doce, comida, drones, estilingues e energia, costuma mandar na conversa. Du-vi-d-ó-dó, que Vossa Excelência, consiga um gelinho sem estar salinizado e ainda ter que mandar o SS Gerald Ford buscar pedrinhas em New York, dando argumentos ruins para o seu Congresso. Aqui, a sua caipirinha será bem servida e até poderá escolher o serviço de maitres e garçons destros ou canhotos. Somos muito versáteis e estaremos sempre à disposição dos carinhos. E nem precisa usar os super-homens da Delta Force, basta sentar com o nosso presidente, que nasceu negociando, e sabe fazer uma caipirinha premium como poucos.

    Depois dessa sentada e dos primeiros e intermináveis goles, duvido que a Europa não queira vir pra cá e os “chinas” se insinuando, logo a seguir. A comemoração do acordo será na Praia de Copacabana com Lady Gaga, Zeca Pagodinho, Caetano e Willy Nelson. A CBF fará um jogo contra a Argentina e o adversário dos Hermanos será um combinado Brasil x Estados Unidos. O Senhor ficará muito bem na nossa verde-amarela e o nosso presidente, de azul, vermelho e branco, ficará um show para a Maison Chanel aprender.

    Mr. Trump, o senhor sabe que os “carinhos” acabam saindo mais barato que as colonizações. Se essa briga interna, brasileira, continuar, os dois grupos matarão o Jair e o Brasil terá a sua primeira eleição para presidente, em uma feijoada familiar. O Presidente do Brasil será feito em um sábado qualquer de setembro, pela família Bolsonaro, no seu já famoso condomínio e com direito a passeata da Barra ao Corcovado.

    Mr. Trump, o “Homem” criou essa nossa Amazônia para o mundo aprender sobre ciência e desenvolvimento. Sobre “Caos”, o laboratório é Gaza. Mr. Trump, venha logo, chegue com ardor, nós queremos paz e amor, nada de guerra. Guerra só move o Mercado das armas.

    Roberto Caminha Filho,economista, torce por um entendimento com os peles-vermelhas o mais rápido possível. Brincar de cowboy está fora de moda.