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  • Dia começa com sol e clima abafado, mas pode chover. Veja previsão

    Dia começa com sol e clima abafado, mas pode chover. Veja previsão

  • Cúpula da CPMI do INSS reage à decisão de Dino sobre sigilo de Lulinha

    Cúpula da CPMI do INSS reage à decisão de Dino sobre sigilo de Lulinha

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    A cúpula da CPMI do INSS avaliou a decisão do ministro do STF Flávio Dino que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas em bloco pela CPMI do INSS no dia 26 de fevereiro. A medida atinge todos os requerimentos que haviam sido aprovados pela comissão.

    À coluna, o relator da CPMI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou que a decisão do ministro é um “tapa na cara da sociedade”.

     

    “A decisão do Supremo Tribunal Federal, exarada pelo ministro Flávio Dino, indicado por Luiz Inácio Lula da Silva e seu ex-ministro, ao suspender a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva e de grandes bancos, é uma vergonha, um tapa na cara do brasileiro de bem. Trata-se de uma verdadeira interferência indevida na independência dos Poderes. Dino salvou Lula de escândalos e afogou a transparência no combate à corrupção”, declarou o deputado.

    Entenda o que aconteceu

    Como o Metrópoles mostrou, na quarta-feira (4/3), Dino suspendeu a votação da quebra de sigilo da mpresária Roberta Luchsinger. Agora, a decisão de Dino atingiu também o filho do presidente Lula, Fábio Luís da Silva, o Lulinha.

    “Com efeito, como equivocadamente houve a votação “em globo” em um único momento na Sessão do dia 26 de fevereiro de 2026, é impossível – inclusive em face do princípio lógico da não contradição – que o referido ato seja nulo para alguns e válido para outros. Tal situação geraria insegurança jurídica e intermináveis debates tanto na seara administrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária, com a altíssima probabilidade de desconsideração das provas colhidas no relevante Inquérito Parlamentar”, escreveu Dino.

    Dino completou afirmando que a CPMI deve, se assim quiser, fazer uma nova votação das quebras de sigilo em relaçã a todos os alvos da votação em globo e “imotivada” realizada na quinta-feira (26/2).

     

  • Vorcaro citou jantar com Luciano Huck em conversas com a ex-noiva

    Vorcaro citou jantar com Luciano Huck em conversas com a ex-noiva

    Reprodução/TV Globo
    Luciano Huck no Domingão com Huck - Metrópoles

    Além de integrantes do mundo político, o banqueiro Daniel Vorcaro citou ao menos um jantar com o apresentador Luciano Huck nas trocas de mensagens com sua ex-noiva Martha Graeff.

    A citação a Huck foi feita em uma conversa entre o dono do Banco Master e a ex-namorada no dia 28 de outubro de 2024, quando o Banco Master já apresentava sinais de problemas de liquidez.

    Em uma mensagem enviada a Martha às 20h23 daquele dia, Vorcaro avisa que está “saindo do banco e indo para jantar com Luciano Huck” e pergunta sobre o trabalho da ex-noiva.

    To saindo banco e jndo [sic] pra jantar com Luciano Huck, e vc“, escreveu o banqueiro na mensagem. “To aqui ainda”, responde Martha. “Gravando ainda? Pra alguma marca? [sic]”, afirma Vorca.

    Huck chegou a ser garoto-propaganda do Will Bank, que era controlado pelo Banco Master. O apresentador teve um quadro em seu programa dominical patrocinado pela empresa de Daniel Vorcaro.

    O artista também chegou a avaliar a compra, junto a um grupo de investidores, do Will Bank. A tentativa de vender o banco foi uma das apostas de Vorcaro para resolver o problema de liquidez do Master.

  • A esperança é que ainda haja juízes em Brasília

    A esperança é que ainda haja juízes em Brasília

    Vinícius Schmidt/Metrópoles
    Estátua da Justiça

    No caso do Banco Master e em qualquer outro caso, a Polícia Federal estava obrigada a suspender suas investigações tão logo esbarrasse em algum nome com direito a foro especial. Mais ainda se se tratasse de um ministro do Supremo Tribunal Federal, a mais alta Corte de Justiça do Brasil. É o que manda a lei.

    A Polícia Federal informa que foi isso o que ela fez ao investigar as irregularidades cometidas por Daniel Vorcaro e seus parceiros e que culminaram com a liquidação do Banco Master. Contudo, não é o que parece que aconteceu, tal a quantidade de informações vazadas sobre os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

    Primeiro, soube-se que Toffoli era um dos donos de um resort no Paraná, parte do qual pertencia a uma empresa ligada ao Master. Toffoli relutou em admitir a verdade até quando não deu mais, afastando-se da relatoria do processo que tramitava no Supremo. Sabe-se agora que Moraes sempre esteve próximo de Vocaro.

    À parte o fato de que a mulher de Moraes, como advogada, tenha prestado serviços ao Master, Moraes e Vorcaro reuniram-se pelo menos em cinco ocasiões.  Na manhã de 17 de novembro do ano passado, dia da primeira prisão de Vorcaro, ele e Moraes trocaram mensagens pelo WhatsApp. E numa delas, o banqueiro escreveu:

    “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”

    Notícia de quê? Bloquear o quê?

    Segundo Malu Gaspar, colunista de O Globo, Moraes logo respondeu a Vorcaro, “mas não é possível saber o que ele disse”. Isso porque o que se seguiu foram três mensagens de visualização única, do tipo que se apaga assim que o destinatário as lê. Vorcaro foi preso naquele mesmo dia às 22h em São Paulo.

    Pretendia voar em um jatinho particular para Dubai, cidade dos Emirados Árabes Unidos.  A Polícia Federal o prendeu em Guarulhos e tomou seu celular. Ao examiná-lo depois, encontrou outro registro de diálogo entre Moraes e Vorcaro, esse datado de 1º de outubro, mas novamente com o conteúdo apagado.

    Em nota enviada à coluna de Malu, e contrariando o que apurou a Polícia Federal, a assessoria de imprensa do Supremo afirmou:

    “O Ministro Alexandre de Moraes não recebeu essas mensagens referidas na matéria. Trata-se de ilação mentirosa no sentido, novamente, de atacar o Supremo Tribunal Federal”.

    É o que basta para desmentir o que foi dito pela Polícia Federal em relatório enviado ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo? Fachin entregou aos seus pares cópias do relatório. Foi a Polícia Federal que deixou vazar as informações embaraçosas sobre Toffoli e Moraes? Ou foi um ministro do próprio tribunal?

    Toffoli e Moraes estão postos na berlinda. Ou se puseram na berlinda por sua livre escolha. A esperança é que ainda haja juízes em Brasília.

     

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  • DF fecha a semana com 684 vagas; salários chegam a R$ 3,7 mil

    DF fecha a semana com 684 vagas; salários chegam a R$ 3,7 mil

    Vinícius Schmidt/Metrópoles
    Imagem colorida mostra pessoa com carteira nacional de trabalho e emprego na mão aparecida - Metrópoles

    As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta sexta-feira (6/3), 684 vagas para quem busca uma colocação no mercado profissional. Os salários ofertados chegam a R$ 3.756,20.

    O posto com a maior remuneração é o de técnico de segurança do trabalho, em Sobradinho, que tem uma vaga disponível para pessoas com ensino médio completo e experiência prévia na função.

    Já o cargo com mais oportunidades abertas é o de servente de obras, em Samambaia Sul, com 50 vagas disponíveis. Os interessados precisam ter ensino fundamental completo, porém, não é exigido experiência. O salário é de R$ 1.639.

    Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana.

    Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br.

  • Dino contrariou entendimento do Supremo ao blindar Lulinha em CPMI

    Dino contrariou entendimento do Supremo ao blindar Lulinha em CPMI

    Gustavo Moreno/STF
    O ministro Flavio Dino, que anulou votação da CPMI do INSS

    Ao aprovar em bloco os 87 requerimentos de investigação na semana passada, a CPMI do INSS repetiu uma prática já usada em várias outras investigações do Congresso, inclusive a CPI do 8 de janeiro (2023) e a CPI da Pandemia do Senado (2021).

    Nesta quinta-feira, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou toda a votação da CPMI do INSS da semana passada, quando foram aprovados os requerimentos.

    Dino estendeu à votação dos outros 86 requerimentos a decisão anterior dele nesta quarta-feira (4/6), que anulou a quebra de sigilo bancário e fiscal da lobista Roberta Luchsinger.

    O entendimento de Flávio Dino contraria um precedente do próprio Supremo. Na CPI da Pandemia, o ministro Dias Toffoli (STF) rejeitou o pedido da empresa VTCLog para afastar a quebra de seus sigilos bancário e fiscal.

    Na ocasião, o deputado federal Rogério Corrêa (PT-MG) anuiu com a votação em bloco.

    “O Deputado Rogério Correia já me disse aqui que a ideia era aprovar todos os requerimentos — aqui se existe algum requerimento constante da pauta em que haja alguma divergência”, disse o deputado Arthur Oliveira Maia (União-BA), que presidia a sessão.

    “Não havendo nenhum requerimento, então eu submeto à votação em bloco todos os requerimentos constantes da pauta publicada. Aqueles que os aprovam permaneçam como se encontram. Estão, portanto, aprovados todos os requerimentos”, registram as notas taquigráficas.

    Na semana passada, Rogério Corrêa chegou a dar um soco no deputado Luiz Lima (Novo-RJ), durante a confusão que se seguiu à votação dos requerimentos na CPMI do INSS.

    Na CPI da Pandemia, realizada no Senado em 2021, a quantidade de requerimentos aprovados em bloco numa única sessão foi maior ainda: 187, sendo que 123 eram quebras de sigilo. Essa votação ocorreu no dia 19 de agosto de 2021.

    A votação em bloco foi sugerida pelo então relator, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), e aceita pelo presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), como mostram as notas taquigráficas.

    “Eu sugiro, para maior celeridade, tendo em vista termos um depoimento importante logo em seguida, que apreciemos os requerimentos em globo”, disse Renan Calheiros na ocasião.

    Em outra reunião, no dia 3 de agosto de 2021, a CPI da Pandemia aprovou 128 requerimentos em votação em globo, com 64 quebras de sigilo.

    Uma das quebras de sigilo aprovadas foi da empresa VTCLog, que prestava serviços para o Ministério da Saúde. A empresa recorreu ao Supremo Tribunal Federal para impedir a quebra de seus sigilos.

    No dia 25 de agosto de 2021, o ministro Dias Toffoli apreciou o pedido da VTCLog e manteve a quebra de sigilo — ele tomou providências para que o conteúdo ficasse restrito aos integrantes da CPI e limitou o período da quebra ao escopo da comissão. Toffoli, no entanto, validou o método de votação usado.

    “O requerimento (…), é documento público, previamente distribuído aos parlamentares e disponibilizado para acesso geral (…), e, durante a sessão de votação, não se levantou qualquer objeção à sua aprovação, já que a medida, devidamente motivada, mostrou-se essencial aos trabalhos da comissão”, escreveu Toffoli.

  • Trabalhador fica soterrado em vala após desmoronamento em cidade de SC

    Trabalhador fica soterrado em vala após desmoronamento em cidade de SC

    CBMSC/ reprodução
    Bombeiros tentam resgatar homem

    Um homem ficou soterrado após um acidente de trabalho na tarde de quinta-feira (5), em Porto União, no Planalto Norte catarinense. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar, o caso aconteceu após um desmoronamento de terra.

    Uma obra de rede de esgoto era feita na Rua Marechal Deodoro, no bairro Cidade Nova, quanto tudo aconteceu. Por volta das 17h30, um processo de escavação de uma vala para a canalização da rede levou ao desmoronamento de terra e soterrou um trabalhador.

    Leia a reportagem completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles.

     

  • Médica faz próprio parto dentro de carro e enrola bebê em pano de prato

    Médica faz próprio parto dentro de carro e enrola bebê em pano de prato

    Rede sociais/ reprodução
    montagem parto de bebê no carro

    Uma médica obstetra de Fortaleza fez o próprio parto dentro de um carro em movimento. O vídeo do momento viralizou nas redes sociais. Nele, Rebeca Dourado relata que usou um pano de prato para ajudar a enrolar a recém-nascida.

    De acordo com ela, o parto evoluiu de forma muito rápido, mas que ela ficou bem tranquila, devido à experiência como obstetra e a ser sua quarta filha. “Minha filha nasceu no carro. Sou obstetra e fiz meu próprio parto. Meu marido estava dirigindo quando ela nasceu. E a enrolamos em um  pano de prato, pois era o único pano disponível no carro”, relatou.

    No vídeo, Rebeca ainda conta que o marido tinha tido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) seis meses antes. “Seis meses antes, meu marido havia sofrido um AVC e descobriu uma cardiopatia, mas Deus nos sustentou e foi o parto mais abençoado que eu poderia ter”, destacou.

    A médica que iria fazer o parto de Rebeca, Larissa Rodrigues, também explicou nas redes sociais o acontecido. De acordo com ela, tudo correu bem porque a mãe estava bem preparada. “O mais importante é que tudo estava alinhado. A gente tinha discutido o plano de parto no pré-natal e nós estávamos preparados para recebê-la. A maternidade estava avisada”, disse. “Partos com períodos expulsivos muito rápidos podem acontecer, principalmente em pacientes multíparas. E o essencial é que a paciente esteja orientada, saiba reconhecer os sinais desse parto, dessa evolução acelerada e tenha uma equipe acessível e preparada”, acrescentou.

  • Pedro Turra: amiga diz que esposa de ex-piloto incentivava agressões. Veja vídeo

    Pedro Turra: amiga diz que esposa de ex-piloto incentivava agressões. Veja vídeo

    Shutterstock
    Imagem preto e branco, criança com as mãos no rosto - Metrópoles

    A jovem que denunciou que foi torturada por Pedro Turra após ser obrigada a ingerir bebida alcoólica disse, em depoimento à polícia, que a esposa do ex-piloto Lauanny Faria Braier Borges, 18 anos, instigava as brigas do companheiro. Lauanny é investigada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), suspeita de ameaçar a denunciante após o registro da ocorrência.

    Veja: 

     

    “Socou por causa da Lauanny”

    Em um episódio de violência e brutalidade, a denunciante relatou uma briga onde Turra teria dado um “mata-leão” em seu “oponente”.

    O caso foi registrado na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) em 28 de junho de 2025. Na ocasião, Pedro teria desferido um soco em outro jovem enquanto estava de costas, e ainda aplicado um mata-leão.

    Ela afirmou que na época Pedro disse: “Se eu pego alguém para bater, eu mato”.

    Ainda no depoimento, a jovem afirmou que Lauanny incitava Pedro a seguir com as brigas: “O Pedro veio na covardia e começou a socar ele… Ele socou por causa da Lauanny, porque ela sussurrou no ouvido dele… ‘Você vai fazer de novo isso de falar e não fazer?’”, relatou.

    Ameaças e prints

    Prints de conversas mostram que a esposa de Turra enviou mensagens à mãe da vítima, alegando que a adolescente prestou falso testemunho. No texto, ela afirmou que a menina não era quem eles pensavam: “Reveja quem é a filha de vocês”. Lauanny enviou dois vídeos da jovem e completou: “Tem muito mais” e “vou postar tudo”.

    Na ocorrência policial, a jovem afirmou ter mantido amizade com Lauanny e o piloto por mais de dez anos, o que a faz crer que a investigada tenha fotos ou vídeos comprometedores. Ela também denunciou Lauanny por difamação em publicações nas redes sociais relacionadas ao caso. Em algumas mensagens, Lauanny chamou a jovem de “maior alcoólatra” e disse que ela “se passa de anjinha”.

    Imagens: 

    O inquérito policial foi encaminhado ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) por coação no curso do processo, à 2ª Vara Criminal de Águas Claras.

    O Metrópoles não localizou a defesa de Lauanny Faria Braier Borges. O espaço segue aberto para manifestações.

    A denúncia contra Turra

    Na denúncia contra Turra, a vítima, então com 17 anos, relatou ter sido obrigada a ingerir bebida alcoólica durante uma confraternização no Jockey Club, em junho do ano passado (vídeo abaixo). Esse foi um dos casos contra o piloto que veio à tona após a agressão ao adolescente Rodrigo Castanheira, que morreu depois de ficar 16 dias internado em UTI.

    Prazer em humilhar

    A adolescente que denunciou a ameaça de Lauanny é a mesma que expôs episódios de violência e humilhação, intensificados ao longo de 2025. Segundo o depoimento, Turra demonstrava “prazer em humilhar”. Em uma denúncia, ela contou ter sido torturada com arma de choque por 10 minutos, implorando aos prantos para que parasse, mas o piloto só ria e continuava.

    Em outro episódio, Turra ofereceu um pudim para ela comer. Desconfiada, ela questionou, mas ele garantiu que “estava tudo bem”. Após consumi-lo, o ex-piloto de Fórmula Delta revelou ter comido e regurgitado o doce antes. A jovem ficou “muito enojada, a ponto de chorar e vomitar”.

    Ela também descreveu um episódio em setembro de 2025, em uma lancha com o grupo no Clube Cota Mil, no Setor de Clubes Esportivos Sul. Sentada à beira da embarcação, foi empurrada por Turra e caiu na água. Apesar de saber nadar, engoliu água pela surpresa. Sem escada na lancha, pediu ajuda, mas Turra e outro amigo só riram. Ela nadou até o deck, saindo do lago com arranhões nas pernas.