Um erro grave no atendimento de um restaurante terminou em punição pesada e levantou um debate sobre segurança alimentar. O caso envolveu duas crianças que, por engano, receberam repelente de insetos em vez de suco durante uma refeição em família. O estabelecimento foi multado em mais de R$ 147 mil após decisão judicial.
O episódio aconteceu em Perth, na Austrália, e rapidamente ganhou repercussão internacional por envolver falha básica de manipulação e armazenamento de produtos em ambiente gastronômico.
Segundo informações divulgadas pela imprensa local, o líquido foi armazenado em recipiente inadequado, semelhante ao utilizado para bebidas. A troca acidental só foi percebida após as crianças ingerirem o conteúdo e reclamarem do gosto estranho.
O caso expôs a importância da organização interna em cozinhas e áreas de serviço. Produtos químicos, itens de limpeza e alimentos jamais devem compartilhar espaço ou embalagens similares — uma regra básica das boas práticas sanitárias.
Alerta
O responsável pelo estabelecimento foi condenado a pagar aproximadamente 40 mil dólares australianos, valor que, na cotação atual, ultrapassa R$ 147 mil. A decisão judicial considerou negligência no armazenamento e falhas nos protocolos de segurança.
Especialistas em vigilância sanitária reforçam que restaurantes devem seguir normas rígidas para evitar contaminação química, um tipo de ocorrência menos comum do que a contaminação por bactérias, mas potencialmente mais perigosa.
Mais do que uma multa, o episódio serve como alerta de que a confiança é o principal ingrediente de qualquer restaurante — e ela começa nos bastidores.
E, em declarações enviadas com exclusividade a este colunista do Metrópoles, Luiza falou sobre experiências pessoais e sobre os relatos que recebe de mulheres que enfrentam dificuldades para falar sobre o próprio corpo e sobre prazer.
Ao lembrar do início da vida adulta, a atriz e modelo contou que cresceu em um ambiente em que falar sobre sexualidade não era comum. Segundo ela, a ausência de diálogo marcou a forma como lidou com o tema por muitos anos.
“Tive uma castração moral. Casei virgem muito nova e cresci sem conversar sobre sexo com ninguém. Quando menstruei pela primeira vez, por exemplo, nem sabia direito o que estava acontecendo”, disse.
Luiza Ambiel também garantiu que muitas mulheres foram educadas em contextos semelhantes. Para ela, o silêncio sobre o corpo feminino ainda influencia a forma como muitas lidam com a própria sexualidade.
“Muita gente cresceu com vergonha de falar sobre o próprio corpo, como se isso fosse algo errado. Depois essas mulheres entram em relacionamentos e continuam carregando esse bloqueio”, afirmou.
O prazer feminino
A eterna musa da “Banheira do Gugu” relatou ainda que recebe mensagens frequentes de seguidoras nas redes sociais. Segundo ela, parte dessas mulheres relata dificuldades para lidar com o desejo e com a própria vida sexual.
“Muitas mulheres me escrevem dizendo que chegaram aos 50 anos sem nunca ter tido um orgasmo. Elas perguntam de tudo, desde como conquistar um parceiro até como lidar com o desejo nessa fase da vida”, contou.
Diante desses relatos, Luiza disse que decidiu criar um espaço voltado para conversas entre mulheres. A proposta, segundo ela, é permitir trocas de experiências sem constrangimento.
“Por isso pensei em criar um espaço só para mulheres falarem de tudo sem vergonha ou julgamento. Às vezes a gente só precisa de um lugar seguro para conversar”, explicou.
Para ela, o compartilhar experiências pode ajudar outras mulheres a perceber que vivem situações semelhantes.
“Quando uma mulher fala, outras se identificam. E, aí, a gente percebe que não está sozinha”, concluiu.
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) manteve decisão que determina a adoção de medidas para reforçar a proteção da Floresta Estadual do Antimary, localizada no Bujari. A decisão trata de uma Ação Civil Pública que aponta falhas na gestão. O acórdão foi publicado na edição nº 7.968 do Diário da […]
Carolina Doria, filha do ex-governador de São Paulo João Doria, está em um relacionamento com Brandon Thomas Lee, herdeiro da atriz canadense Pamela Anderson.
Aos 23 anos, a brasileira vive nos Estados Unidos, onde atua como consultora de artes em uma galeriaem Nova York. Foi na cidade americana que ela conheceu Brandon, de 29 anos. A informação foi divulgada pelo apresentador Amaury Jr.
Produtor, ator e modelo, Brandon atuou no documentário Pamela, A Love Story (2023), e também assina como produtor executivo de The Last Showgirl, longa que garantiu à mãe uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz em 2025.
O time de coordenação de campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) contará com o advogado Tracy Joseph Reinaldet dos Santos, que atuou como advogado de Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e de Jair Bolsonaro (PL), a partir de 2022.
Tracy Reinaldet, de Curitiba (PR), é especialista em direito penal eleitoral. Caberá a ele concentrar as demandas jurídicas da campanha, estruturar as manifestações públicas e orientar os diretórios estaduais e demais setores com diretrizes legais.
Quando atuou como advogado de Palocci, ele formalizou sua delação premiada na Operação Lava Jato, em 2018, quando Lula estava preso. A delação foi firmada em meio a um cenário de forte tensão política, às vésperas das eleições presidenciais daquele ano.
A troca de lado de Tracy Reinaldet
Após a Lava Jato, Tracy passou a advogar para Bolsonaro em 2022 e afirmou que tinha procuração do ex-presidente.
Agora, o advogado que assessorou um dos principais delatores contra Lula passa a ocupar posição estratégica na campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O Metrópoles procurou o advogado Tracy Reinaldet. Até o momento da publicação desta reportagem, não obteve resposta. O espaço segue aberto.
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, ameaçou, nesta quarta-feira (4/3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo assassinato do então líder supremo do regime teocrático islâmico, Ali Khamenei, ocorrido no último sábado (28/2), em meio aos ataques israelo-americanos.
Por meio da rede social X, Larijani afirmou que Trump, juntamente com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, “arrastou o povo americano para uma guerra covarde contra o Irã”. Em tom provocativo, o secretário iraniano também questionou o custo humano do conflito para Washington.
Segundo ele, , seria preciso “fazer as contas” para saber quem realmente estaria pagando o preço mais alto da guerra, se os EUA ou Israel.
“O Sr. Trump, com as palhaçadas de Netanyahu, arrastou o povo americano para uma guerra covarde contra o Irã […] A história continua. O martírio do Imam Khamenei terá um preço alto para vocês, se Deus quiser”, declarou Larijani, em ameaça direta à aliança entre EUA e Israel.
Depois de baixas no setor de inteligência iraniano, a guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel chega ao quinto dia nesta quarta-feira (4/3). O conflito, justificado por Washington como uma tentativa de impedir o avanço nuclear do país persa, culminou na morte do aiatolá Ali Khamenei.
Ele também afirmou que os mísseis iranianos foram moderniados e “são mais avançados do que os usados na guerra do ano passado (Guerra dos 12 dias)”. “Os inimigos devem esperar ataques contínuos do Irã. […] Os portões do inferno se abrirão cada vez mais para os EUA e o regime sionista”, afirmou o porta-voz do Irã.
Segundo a declaração, divulgada pela Tasnim, agência de notícias semi oficial iraniana, nessa terça-feira (3/3), o general disse que ataques do Irã contra alvos em territórios ocupados por Israel e bases norte-americanas na região, durante a Operação Verdadeira Promessa 4, “superou as expectativas do inimigo e os pegou de surpresa”.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, também veio a público, nesta quarta-feira, e acusou Trump de trair a diplomacia e os americanos que o elegeram. Araghchi lembrou que o Irã estava em negociação com os Estados Unidos quando os ataques começaram.
“Quando negociações nucleares complexas são tratadas como uma transação imobiliária, e quando grandes mentiras obscurecem a realidade, expectativas irreais jamais serão atendidas. O resultado? Um ataque à mesa de negociações por puro despeito”, disse.
Líder iraniano que planejou assassinato de Trump foi morto, diz EUA
Nesta manhã, as Forças Armadas dos EUA anunciaram que mataram uma autoridade iraniana que chefiava unidade responsável por susposto plano para assassinar o presidente norte-americano. Segundo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, a operação que matou o líder foi realizada nesta terça-feira.
“O líder da unidade que tentou assassinar o presidente Trump foi caçado e morto. O Irã tentou matar o presidente Trump, mas foi o presidente Trump quem riu por último”, disse o secretário de Defesa durante coletiva de imprensa.
Entretanto, o nome do alvo não foi revelado, e autoridades do país persa não confirmaram a morte. De acordo com o presidente norte-americano, Donald Trump, os ataques devem continuar até que a capacidade militar iraniana seja destruída.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) deslocou equipes, nesta quarta-feira (4/3), até uma área próxima à QSE 16, em Taguatinga Sul, para procurar por um idoso que está desaparecido desde segunda-feira (2/3). A corporação não divulgou a identidade do homem desaparecido.
Segundo a corporação, o acionamento ocorreu por volta das 10h30. Cães farejadores e um drone guiado, com sensor térmico, são utilizados na operação.
O 21º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), do Riacho Fundo, o Grupamento de Busca e Salvamento (GBSAL) e o 3º Esquadrão de Aviação (ESAV) estão entre os grupos mobilizados nas buscas.
Ainda de acordo com o CBMDF, os militares estão colhendo dados para determinar a área e a melhor estratégia das buscas.
O valor é referente à multa e também à somatória dos valores corrigidos pela inflação. Um processo movido pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), obtido pela coluna, mostra que Sicário não prestou contas ao leão referentes ao período 2019/2020 e 2020/2021.
A PGFN chegou a solicitar o bloqueio imediato de ativos financeiros via sistema Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário, (Sisbajud) antes mesmo da notificação de Sicário. No entanto, um juiz do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) em Belo Horizonte, indeferiu esse pedido de bloqueio antecipado, justificando que a constrição de bens antes da citação é uma medida excepcional e que, no caso, não foram comprovados os requisitos urgentes para tal ação.
Contudo, a decisão judicial, do dia 23 de dezembro, estabeleceu que, caso Mourão fosse citado e não realizasse o pagamento ou não indicasse bens à penhora no prazo de cinco dias, o bloqueio de valores em contas bancárias e de veículos deveria ser executado automaticamente.
“Felipe Mourão”, o Sicário, e o envolvimento dele com Daniel Vorcaro
Preso nesta quarta-feira (4/3) na terceira fase da operação Compliance Zero da Polícia Federal, Felipe Mourão é suspeito de receber mesada de R$ 1 milhão, paga por Daniel Vorcaro, para custear as atividades de monitoramento e a remuneração dos integrantes envolvidos.
Segundo a PF, Felipe Mourão exerceria um papel importante na organização das atividades do grupo informal conhecido como “A Turma”. O grupo reunia pessoas próximas a Daniel Vorcaro e integrantes com experiência na área de segurança.
Na decisão judicial do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a operação da PF, Sicário é descrito como responsável por coordenar ações de vigilância, levantar informações e acompanhar pessoas consideradas rivais ou críticas ao dono do Banco Master.
Felipe Mourão afirma, em diálogos analisados pela PF, que os recursos eram repassados por Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e posteriormente distribuídos entre os participantes da equipe. “Há, aliás, fortes indícios de que FELIPE MOURÃO recebia um milhão por mês de VORCARO por intermédio de FABIANO ZETTEL como forma de remuneração por serviços ilícitos”, escreveu André Mendonça.
Além da prisão preventiva dele, o ministro do STF autorizou a suspensão das atividades de duas empresas dele: King Participações Imobiliárias LTda e King Motors Locação de Veículos e Participações.
Novos documentos tornados públicos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos reacenderam o escrutínio sobre a ligação entre o entorno da família real britânica e Jeffrey Epstein. Entre os nomes citados aparece o da princesa Beatrice, filha de Sarah Ferguson e do príncipe Andrew, mencionada como “testemunha” em trocas de e-mails relacionadas à cobertura da imprensa sobre o financista americano, defendendo que não fosse intitulado como pedófilo.
Os registros, que integram um lote recente de divulgações judiciais, não acusam Beatrice de envolvimento em crimes. O nome da princesa surge no contexto de discussões travadas por sua mãe, Sarah Ferguson, após uma entrevista concedida em 2011 ao jornalista britânico Geordie Greig, então à frente do Evening Standard.
Beatrice com a mãe, Sarah Ferguson
O contexto da entrevista
Em março de 2011, após a divulgação de fotos que mostravam Ferguson ao lado de Epstein, a duquesa concedeu entrevista na qual pediu desculpas por ter aceitado ajuda financeira do americano. Na ocasião, afirmou “repudiar a pedofilia e qualquer abuso sexual infantil” e classificou sua associação com ele como “um erro gigantesco de julgamento”.
Dias depois, porém, um e-mail enviado por Ferguson a James Henderson, empresário do setor de relações públicas, e copiado para Epstein detalha uma articulação para gerenciar os desdobramentos da entrevista. Na mensagem, ela relata que, após desligar uma ligação com Greig, conversou com Beatrice e que ambas teriam concordado ser importante retornar ao jornalista para garantir que ele não tratasse Epstein sob a “rota P” — referência que alude a “pedófilo”.
“Ele foi enviado à prisão por crimes sexuais, mas cumpriu sua pena e estava seguindo em frente com sua vida”, escreveu Ferguson no e-mail.
A ex-duquesa acrescentou, ainda, que Beatrice e outra pessoa teriam sido “testemunhas” da ligação subsequente.
Epstein havia sido condenado em 2008 por aliciar uma menor de idade para prostituição e solicitar serviços sexuais, em um acordo controverso na Flórida. Anos depois, em 2019, foi preso novamente sob acusações federais de tráfico sexual de menores e morreu na prisão enquanto aguardava julgamento.
Jeffrey Epstein matinha uma rede de amigos influentes
Cartões, fotos e menções às irmãs
Além da citação envolvendo a entrevista, os documentos revelam que fotos das princesas Beatrice e Princesa Eugenie foram incluídas em cartões de Natal enviados pelo pai, o Príncipe Andrew, a Epstein em 2011 e 2012. As imagens mostravam momentos familiares, como passeios e atividades ao ar livre.
Outro e-mail, datado de 2015, menciona que “a princesa Beatrice se juntará” a um grupo em viagem ao México. Epstein responde: “Ela gosta de mim, então não tem problema.” Não há, nos trechos divulgados, detalhes adicionais sobre eventual encontro ou confirmação da viagem.
Também aparecem mensagens em que Ferguson comenta aspectos pessoais da vida das filhas, incluindo referência a vida sexual de Eugenie com o então namorado, hoje marido, Jack Brooksbank.
Andrew e suas filhas, as princesas Eugenie e Beatrice
Repercussão e impacto na família real
As revelações voltam a chamar atenção sobre a proximidade entre Epstein e membros do círculo do ex-príncipe Andrew, que sempre negou envolvimento em atividades ilícitas ligadas ao financista. Andrew renunciou às funções reais em 2019 e, posteriormente, perdeu títulos e patronatos militares após o agravamento das controvérsias.
Segundo relatos da imprensa britânica e americana, Eugenie estaria particularmente abalada com a repercussão contínua do caso, enquanto fontes indicam que Beatrice estaria lidando de forma mais reservada com a exposição, e não se sente “tão envergonhada” pelos pais como a irmã.
Nos documentos divulgados até o momento, Beatrice não é acusada de qualquer irregularidade. Sua menção ocorre exclusivamente no contexto da estratégia de comunicação adotada por sua mãe em meio à crise de imagem envolvendo Epstein.
O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) emitiu parecer prévio pela regularidade com ressalvas das contas de governo da Prefeitura Municipal de Jordão, referentes ao exercício de 2022. A decisão consta no Acórdão nº 15.505/2026/Plenário, proferido no Processo nº 144.453, e foi publicada no Diário Eletrônico nesta quarta-feira (4).
O julgamento ocorreu durante a 1.631ª Sessão Plenária Ordinária da Corte. O processo teve como relator o conselheiro Ronald Polanco Ribeiro e como revisor o conselheiro Antonio Jorge Malheiro.
Após análise técnica, os conselheiros identificaram falhas na execução orçamentária e no cumprimento dos limites legais de despesas com pessoal. No entanto, não foram constatados indícios de má-fé ou erro grosseiro por parte dos responsáveis, o que fundamentou a emissão de parecer prévio pela regularidade com ressalvas, com base no artigo 51, inciso II, da Lei Complementar Estadual nº 38/1993.
Entre as irregularidades apontadas está a ocorrência de déficit na execução orçamentária, em desacordo com o artigo 48 da Lei nº 4.320/64 e o artigo 1º, §1º, da Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal).
Como encaminhamento, o TCE determinou a notificação do gestor para que promova a recondução das despesas com pessoal aos limites estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal. Também foi determinado o envio de cópia dos autos à Câmara Municipal de Jordão, órgão competente para o julgamento definitivo das contas, conforme previsto na Constituição Estadual.