Blog

  • Polícia Civil prende suspeito de tráfico durante Operação Alto Juruá

    Polícia Civil prende suspeito de tráfico durante Operação Alto Juruá

    A Polícia Civil do Acre prendeu T.S.N., investigado por tráfico de drogas e organização criminosa, na Vila São Pedro, no Ramal do Alexandre, zona rural de Cruzeiro do Sul, na terça (3). A captura fez parte da Operação Alto Juruá que reforça o combate ao crime organizado na região do Vale do Juruá.

    Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

    A operação ocorre nos municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves e tem como foco o cumprimento de mandados judiciais e o apoio às ações policiais em andamento.

    A força-tarefa mobiliza equipes do Gabinete da Polícia Civil, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Núcleo de Investigação Criminal (Neic).

    Segundo o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, a iniciativa amplia o enfrentamento às organizações criminosas no interior do estado.

    “Determinamos o envio de efetivo extra para fortalecer as delegacias locais, garantir o cumprimento de mandados judiciais e dar todo o suporte necessário às operações em andamento. Nosso objetivo é enfraquecer as organizações criminosas e assegurar que a lei seja cumprida em todo o estado”, afirmou.

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Milícia de Vorcaro acessava sistemas do FBI para espionar rivais

    Milícia de Vorcaro acessava sistemas do FBI para espionar rivais

    Divulgação
    Empresario Daniel Vorcaro

    Uma troca de mensagens no WhatsApp ajudou a expor, segundo a Polícia Federal, o funcionamento de uma estrutura clandestina criada para proteger os interesses do Banco Master.

    Em um dos diálogos recuperados pelos investigadores, o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, sugere que um jornalista seja seguido para que se obtenha “tudo” sobre ele.

    Do outro lado da conversa está Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado nas investigações pelo apelido de “Sicário”. Ele diz que providenciará o monitoramento.

    A conversa integra o conjunto de provas que embasou a nova fase da Operação Compliance Zero.

    De acordo com a decisão judicial, essa estrutura, conhecida internamente como “A Turma” , teria sido utilizada para acompanhar jornalistas, levantar informações sobre adversários, vigiar ex-funcionários e antecipar riscos para o banqueiro e seus aliados.

    “Sicário”

    No centro desse núcleo aparece Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão. Identificado nos autos pelo apelido “Sicário”que ele próprio utilizava nas conversas, Mourão seria o responsável por coordenar as atividades operacionais.

    Segundo a Polícia Federal, cabia a ele organizar equipes de vigilância, localizar alvos e reunir informações consideradas sensíveis para o grupo.

    A investigação também aponta que Mourão teria recorrido a métodos ilegais para acessar dados sigilosos.

    De acordo com os autos citados na decisão do STF, ele realizava consultas em sistemas restritos utilizando credenciais pertencentes a terceiros. Com esse expediente, teria conseguido acessar bases de dados de órgãos públicos brasileiros e até sistemas ligados a instituições internacionais, como FBI e Interpol.

    O alcance dessas consultas e a forma como um grupo privado conseguiu acessar bases de dados de órgãos policiais estrangeiros ainda são pontos que a investigação tenta esclarecer.

    Além da coleta de dados, Mourão também teria coordenado uma frente digital destinada a conter críticas ao banco.

    Segundo os investigadores, ele organizava ações para remover conteúdos e perfis em redes sociais, chegando a simular solicitações institucionais de autoridades públicas para pressionar plataformas a excluir publicações consideradas negativas para o grupo.

    Pagamentos milionários

    A decisão do STF também descreve o que seria a estrutura financeira por trás de “A Turma”. Conversas analisadas pela Polícia Federal indicam que Mourão receberia cerca de R$ 1 milhão por mês para manter a operação funcionando.

    Nos diálogos citados nos autos, o investigado detalha como o dinheiro seria distribuído entre integrantes da equipe, incluindo pessoas responsáveis por monitoramento presencial e produção de conteúdos favoráveis ao grupo.

    Parte dos valores ficaria com o próprio coordenador, enquanto outra parcela seria repassada a colaboradores.

    A transferência dos recursos, segundo os investigadores, ocorria por meio de intermediários ligados ao grupo.

    Uma funcionária próxima a Vorcaro aparece nas mensagens perguntando se o valor a ser transferido seria “um milhão como normalmente”, antes de realizar o pagamento para uma conta indicada por Mourão.

    De acordo com a Polícia Federal, o fluxo financeiro, que envolvia repasses indiretos e empresas intermediárias, teria sido estruturado para dificultar o rastreamento dos valores, configurando indícios de lavagem de dinheiro.

    Ordens para intimidar críticos

    Os diálogos reunidos pela investigação também revelam discussões sobre possíveis retaliações contra jornalistas e outras pessoas consideradas adversárias do grupo.

    Em uma das conversas, Mourão comenta sobre um profissional da imprensa que vinha publicando reportagens críticas ao banqueiro.

    Vorcaro sugere que o jornalista seja seguido para que se obtenham informações pessoais. Em outra troca de mensagens, o banqueiro chega a mencionar a possibilidade de uma agressão simulada como assalto.

    Para o ministro André Mendonça, os diálogos indicam a existência de uma dinâmica em que Vorcaro emitia ordens e Mourão atuava como executor das ações.

    Na decisão, o magistrado afirma haver indícios de que o objetivo seria intimidar críticos e desestimular a publicação de conteúdos desfavoráveis ao grupo.

    Ex-policial federal no esquema

    Entre os integrantes da estrutura apontada pela investigação está também Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado. Segundo os autos, ele teria integrado o núcleo responsável pela coleta de informações e vigilância de pessoas consideradas relevantes para a organização.

    A decisão do STF aponta que Marilson utilizaria sua experiência e conhecimentos da área de segurança para auxiliar nas atividades de monitoramento e levantamento de dados.

    STF

    Outro ponto destacado na decisão é o fato de o ministro André Mendonça ter autorizado as medidas cautelares mesmo após manifestação contrária da Procuradoria-Geral da República, que havia sugerido mais tempo para análise do caso.

    Ao justificar a decisão, o magistrado afirmou que a demora poderia colocar em risco pessoas que teriam sido alvo das ações investigadas. Para ele, havia indícios suficientes de que a estrutura descrita nos autos poderia continuar atuando e interferindo nas investigações.

    Prisões e medidas cautelares

    Com base nesses elementos, o STF determinou a prisão preventiva de quatro investigados e impôs medidas cautelares a outros envolvidos.

    Entre os alvos de prisão estão o banqueiro Daniel Bueno Vorcaro, o empresário Fabiano Campos Zettel, o operador Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão e o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva.

     

  • David Beckham e Victoria mandam recado ao filho após briga familiar

    David Beckham e Victoria mandam recado ao filho após briga familiar

    Darren Gerrish/Darren Gerrish/WireImage/Getty Images
    Foto colorida de mulher entres dois homens. Eles estão próximos a flores - Metrópoles/ Brooklyn Beckham

    David Beckham e sua esposa, Victoria Beckham, parabenizaram o filho, Brooklyn Beckham, pelo aniversário de 27 anos. A atitude acontece após o rapaz expor uma briga familiar com os pais e afirmar que cortou laços com eles.

    Nesta quarta-feira (4/3), o ex-jogador de futebol postou duas fotos antigas ao lado do filho em seu Instagram. “Nós te amamos”, escreveu David, marcando Victoria.

    Victoria, por sua vez, postou uma foto antiga com o filho e escreveu: “Feliz aniversário, Brooklyn, nós te amamos muito”.

    Briga familiar

    Brooklyn Beckham surpreendeu ao anunciar nas redes sociais que rompeu com os pais. No desabafo, o primogênito acusou David e Victoria Beckham de tentarem afastá-lo da esposa, Nicola Peltz.

    “Fiquei em silêncio por anos e fiz todo o possível para manter essas questões em privado. Infelizmente, meus pais e a equipe deles continuaram a recorrer à imprensa, não me deixando outra escolha a não ser falar por mim mesmo e contar a verdade sobre apenas algumas das mentiras que foram publicadas. Não quero me reconciliar com minha família. Não estou sendo controlado; estou me defendendo pela primeira vez na minha vida”, afirmou.

    Victoria e David teriam imposto uma condição para retomar o contato com Brooklyn. De acordo com a revista People, uma fonte afirma que os pais pediram que o filho se separasse da esposa, Nicola Peltz, para poder voltar ao convívio familiar.

    “Os Beckham não têm intenção de se reconciliar com o filho enquanto Nicola fizer parte da vida dele. Mas esse não é um ultimato que Brooklyn está disposto a aceitar. Ele sentiu mais apoio da esposa nos últimos três anos do que dos pais ao longo de toda a vida”, disse o informante.

    Outra fonte ligada ao casal garantiu: “David e Victoria acreditam que, com o tempo, Brooklyn acabará voltando. Até lá, sentem que não há nada que possam fazer. Eles o amam profundamente e têm medo de perdê-lo. Se dependesse deles, o aceitariam de volta imediatamente”.

  • Vice da CPMI do INSS diz que sigilo de Lulinha foi "cagada" de Pimenta

    Vice da CPMI do INSS diz que sigilo de Lulinha foi "cagada" de Pimenta

    Câmara dos Deputados
    Deputado Duarte Júnior

    O vice-presidente da CPMI do INSS, deputado Duarte Jr (PSB-MA), afirmou à coluna que a quebra de sigilo do empresário Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, foi resultado de uma “cagada” de seu colega, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

    Segundo Duarte, Pimenta deveria ter atuado desde o início para impedir que a CPMI retirasse da pauta a quebra de sigilo do filho do presidente Lula.

    O vice-presidente acrescentou que a votação não deveria ter sido simbólica, mas nominal, para evitar riscos.

    “Faltou conversa, diálogo. Foi uma cagada de Pimenta. Muita arrogância”, disse o parlamentar à coluna na noite de terça-feira (3/3).

    Entenda o que aconteceu

    Em sessão tumultuada na quinta-feira (26/2), a CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário do filho do presidente Lula.

    A votação foi simbólica, ou seja, sem registro nominal de votos. Nesses casos, os contrários precisam se manifestar em pé ou erguendo a mão.

    Viana contabilizou sete votos contrários aos requerimentos, afirmando ter considerado apenas os membros titulares e desconsiderado os suplentes,  e declarou os pedidos aprovados.

    A confusão começou no momento em que o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), proclamou o resultado.

    A base governista alegou que a contagem foi feita de forma equivocada. Parlamentares aliados a Lula recorreram ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, que manteve a decisão da comissão.

  • Prefeitura de Sena Madureira recebe mais de 21 milhões de reais para aplicar na Saúde Municipal

    Prefeitura de Sena Madureira recebe mais de 21 milhões de reais para aplicar na Saúde Municipal

    A Prefeitura de Sena Madureira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, anunciou nesta semana o recebimento de recursos expressivos, provenientes de emendas parlamentares federais, para a manutenção dos serviços e a realização de novos investimentos que irão contemplar a população. O montante é de R$ 21.287.860,00 (vinte e um milhões, Duzentos e oitenta e […]

  • Sine oferta 329 vagas de emprego no Acre nesta quarta-feira

    Sine oferta 329 vagas de emprego no Acre nesta quarta-feira

    O Sistema Nacional de Emprego (Sine) está disponibilizando 329 vagas de trabalho no Acre nesta quarta-feira (4). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade e abrangem diversas áreas de atuação.

    Do total de vagas, 78 são destinadas exclusivamente a pessoas com deficiência (PCDs). As demais são para ampla concorrência, incluindo cargos como abatedor de suínos, vendedor pracista, engenheiro civil, entre outras funções.

    Para participar do processo de encaminhamento, o trabalhador precisa estar com o cadastro atualizado no sistema do Sine. Quem ainda não possui registro deve apresentar Carteira de Trabalho, documento oficial com foto ou CPF, título de eleitor, comprovante de escolaridade e comprovante de endereço.

    O atendimento está sendo realizado exclusivamente por telefone. Os interessados podem solicitar encaminhamento ou obter mais informações pelos números:

  • Companhia K-Dance apresenta espetáculo na Usina de Artes João Donato

    Companhia K-Dance apresenta espetáculo na Usina de Artes João Donato

    NOITE DE ESPETÁCULO

    Companhia K-Dance apresenta espetáculo na Usina de Artes João Donato

    Por Terezinha Moreira4 de março de 2026 – 07h51 1 min de leitura

    Siga o ac24horas no WhatsApp e receba as principais notícias do Acre em primeira mão.

    Seguir canal

    A montagem propõe uma imersão nas memórias, influências e movimentos que marcaram gerações. Cada coreografia resgata a força de uma época que revolucionou a forma de sentir e viver a arte, transformando o passado em movimento no presente.

    Com classificação indicativa acima de 12 anos, o espetáculo convida diferentes gerações a vivenciar uma experiência marcada por história, emoção e identidade cultural.

  • MPF pede reassentamento de 95 famílias quilombolas ameaçadas por erosão no PA

    MPF pede reassentamento de 95 famílias quilombolas ameaçadas por erosão no PA

    O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal medidas urgentes para viabilizar o reassentamento de 95 famílias da comunidade quilombola de Arapemã, em Santarém, ameaçadas pelo fenômeno das “terras caídas” nas margens do Rio Amazonas.

    O órgão solicitou que os lotes 208 e 239 do Território Quilombola Bom Jardim — cuja reintegração de posse ao Incra já foi determinada — sejam destinados imediatamente às famílias em situação de risco. A proposta conecta duas ações judiciais: uma que trata da desocupação de áreas públicas ocupadas irregularmente e outra que exige a retirada emergencial da comunidade de Arapemã.

    Segundo o MPF, a área foi escolhida pelas próprias comunidades, com base no direito à autodeterminação previsto na Convenção 169 da OIT. O órgão argumenta que a permanência de ocupantes irregulares impede a execução do plano de retirada e expõe as famílias a risco iminente de desabamento.

    Relatórios da Defesa Civil e do Incra confirmam o avanço da erosão, que já reduziu significativamente a faixa de terra da comunidade, ameaçando casas e a escola local. O MPF alerta para o risco de tragédia semelhante à ocorrida na comunidade vizinha de Fátima.

    Além do reassentamento, o MPF pede que o poder público garanta moradia adequada, escola, unidade de saúde, energia elétrica e condições para manutenção das atividades tradicionais, como a pesca. Também requer indenização por danos morais coletivos.

    Para garantir rapidez na execução, o órgão propôs a criação de um Plano de Cooperação Interinstitucional, com participação das Defesas Civis, Polícia Militar, Polícia Federal e Prefeitura de Santarém.

  • Portais do Pará destacam que estado “só ganha do Acre” em renda per capita e reforçam comparação negativa

    Portais do Pará destacam que estado “só ganha do Acre” em renda per capita e reforçam comparação negativa

    Portais de notícias do Pará repercutiram os dados do IBGE sobre rendimento domiciliar per capita em 2025 fazendo uma comparação negativa com o Acre. As manchetes destacam que o Pará “só ganha do Acre” na região Norte, reforçando o estado acreano como último colocado no ranking regional. Segundo a PNAD Contínua, o rendimento médio per […]

  • Banco Master: Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, se entrega à PF

    Banco Master: Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, se entrega à PF

    Fraga Alves @fdefraga/ Especial Metrópoles
    Fachada da sede da Polícia Federal, na Lapa, zona oeste de São Paulo, onde Daniel Vorcaro foi preso preventivamente. A detenção ocorre na terceira fase da Operação Compliance Zero, e poucos dias antes da data prevista para a oitiva do empresário na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal - Metrópoles

    Fabiano Campos Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, se apresentou à sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, após ser alvo de um mandado de prisão preventiva na terceira fase da operação Compliance Zero, realizada nesta quarta-feira (4/3).

    Segundo o pedido de prisão, expedido pelo Supremos Tribunal Federal (STF), Zettel é apontado como operador financeiro do grupo liderado por Vorcaro, que é investigado por fraudes financeiras bilionárias.

    Em nota, a defesa de Zettel afirmou que não teve acesso ao objeto das investigações, mas que o investigado está a disposição da PF.

    Operação Compliance Zero

    O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso nesta quarta em mais uma fase da operação da Polícia Federal contra irregularidades na instituição financeira. A prisão foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    A terceira fase da Operação Compliance Zero tem como objetivo investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa.

    Foram determinadas, ainda, ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.

    As ordens de afastamento têm como alvo dois servidores do Banco Central (BC). São eles: Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor de fiscalização do BC, e Bellini Santana. Ambos estavam afastados das funções pelo presidente do órgão, Gabriel Galípolo.

    Segundo a Polícia Federal, são cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF, nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do BC.