O clima esquentou dentro da casa do BBB 26 entre Ana Paula Renault e Babu Santana. Os dois têm se desentendido no reality show depois da última dinâmica do Sincerão, na noite desta segunda-feira (2/3).
O namorado de Marina Sena tem sido cobrado nas redes sociais por se manter mudo diante das discussões de Ana Paula Renault e Babu Santana. Os dois são próximos ao influenciador e colocam o nome dele na roda. Mas ele não toma partido.
“Toda vez fico no meio disso (…) Como se eu tivesse alguma coisa a ver com o embate dos dois”, chegou a disparar Juliano Floss.
Fora da casa, porém, a postura do influenciador passou a ser questionada pelos fãs do programa. Nas redes sociais, um internauta escreveu: “Aguardando Juliano Floss reagir. Seria bem legal se ele respondesse, mas esse silêncio fica parecendo que ele concorda com o Babu.”
Outro comentou: “O Juliano Floss não defender a Ana Paula na treta com o Babu me pegou demais.” Já um terceiro perfil publicou: “Se decide, queridão. Já está nessa há semanas e não sabe o que quer.”
Uma proteína produzida naturalmente pelo corpo humano pode ajudar no combate à sepse, uma das maiores causas de morte atualmente. Em estudo pré-clínico, a reposição da molécula reduziu de forma significativa a mortalidade em um modelo experimental da doença.
A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Adelaide, na Austrália, em parceria com a Rede Local de Saúde de Adelaide Central e publicada em 12 de janeiro na revista Endocrinology.
Os resultados reacendem a expectativa por uma nova abordagem terapêutica, principalmente levando em consideração a falta de avanços importantes no tratamento do choque séptico nos últimos anos.
Redução de mais de 70% das mortes
No estudo, os pesquisadores restauraram os níveis de uma proteína chamada globulina de ligação a corticosteroides (CBG) em ratos com choque séptico. A mortalidade caiu mais de 70% em comparação aos animais que não receberam a reposição.
Além da melhora na sobrevida, a intervenção diminuiu também episódios de hipotensão — queda acentuada da pressão arterial — e minimizou danos aos órgãos vitais, complicações que são típicas dos quadros mais graves de sepse.
Segundo os autores, os dados indicam que a CBG pode desempenhar um papel anti-inflamatório que vai além da função que já é conhecida no organismo.
O que é a CBG e qual é o papel dela no organismo?
A globulina de ligação a corticosteroides (CBG) é uma proteína produzida no fígado que tem como principal função transportar o cortisol pelo sangue. O hormônio é fundamental para regular a resposta ao estresse e também atua no controle da inflamação.
Com 13 anos de pesquisas, os cientistas identificaram que níveis baixos de CBG estão associados a quadros mais graves da doença. Em pacientes com choque séptico internados no Royal Adelaide Hospital, a deficiência da proteína foi ligada a um risco até três vezes maior de morte.
Os experimentos mais recentes sugerem que a proteína CBG pode ativar uma resposta anti-inflamatória própria — o que reforça o seu potencial como possível candidato a um novo anti-inflamatório natural depois de anos sem descobertas parecidas.
Sepse como uma emergência global
A sepse é uma complicação grave que surge quando o organismo reage de maneira exagerada a uma infecção. Em vez de combater só o agente invasor, o sistema imunológico desencadeia uma inflamação generalizada que pode comprometer tecidos e órgãos.
Nos casos mais severos, o quadro evolui para choque séptico, situação que é caracterizada por queda intensa da pressão arterial e risco de falência múltipla de órgãos.
Considerada uma prioridade mundial de saúde pública, a sepse está relacionada a mais de 20% das mortes registradas globalmente. Mesmo com a alta letalidade, as opções de tratamento são limitadas e, há décadas, nenhuma terapia específica nova foi incorporada à rotina clínica.
A tendência, segundo especialistas, é de aumento no número de casos, impulsionado pelo avanço de cirurgias invasivas, maior uso de dispositivos implantáveis e terapias que deixam a imunidade do paciente baixa.
Próximos passos do estudo
Com os resultados promissores em animais, a equipe já iniciou a produção da CBG para os primeiros ensaios clínicos em humanos. A expectativa é avaliar segurança e eficácia da terapia em pacientes com sepse e choque séptico.
Os pesquisadores também acreditam que a estratégia pode beneficiar pessoas com queimaduras graves e outras condições em que os níveis da proteína estejam reduzidos.
Mesmo que os achados ainda dependam de confirmação em estudos clínicos, os cientistas veem na descoberta um avanço importante na busca por tratamentos capazes de reduzir a mortalidade por sepse.
O prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom (PL), afirmou nesta terça-feira (3) que o senador Márcio Bittar nunca demonstrou resistência à sua eventual candidatura ao Palácio Rio Branco pelo Partido Liberal em 2026. Segundo ele, em nenhum momento o parlamentar teria fechado as portas da legenda para sua pré-candidatura. Veja o vídeo no final da matéria.
“A conversa com o senador Márcio Bittar é constante. Almocei com ele diversas vezes em Brasília, inclusive na casa dele. A gente sempre tratou desse assunto, mas nunca vi resistência ao ponto de dizer que eu não tenho espaço para ser candidato a governador dentro do partido”, declarou.
Apesar disso, Bocalom disse que aguarda uma conversa entre o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, e o próprio Bittar para que haja uma definição oficial sobre o tema. De acordo com o prefeito, o diálogo entre as duas lideranças deve ocorrer ainda esta semana.
“Estamos aguardando agora a conversa do nosso presidente Valdemar com o senador Márcio Bittar. Em seguida dessa conversa é que vamos ter a decisão final se haverá ou não a vaga para que eu possa disputar o Governo do Estado”, afirmou.
O impasse ganhou força após Bocalom receber um documento da executiva regional do PL no Acre, assinado por Edson Bittar, informando que ele não teria espaço para disputar o governo pela sigla. O prefeito disse ter sido surpreendido pela comunicação e decidiu procurar diretamente a direção nacional, em Brasília.
“Como eu recebi aquele documento da regional local dizendo que eu não teria vaga de candidatura para Governo do Estado, eu tive que falar com Brasília. Fui lá falar com o presidente Valdemar e ele ficou até meio preocupado porque não sabia daquela situação”, relatou.
Segundo Bocalom, ele entregou uma cópia do documento ao dirigente nacional, que teria se comprometido a tratar do assunto com o senador acreano para esclarecer o episódio e buscar uma solução interna.
Para o prefeito, a definição agora depende do entendimento entre a presidência nacional e a liderança estadual da legenda. “Eu acho que isso é uma coisa que ele tem que resolver com Brasília e acredito que vamos ter uma boa solução nisso”, concluiu.
O auditor fiscal de tributos do Município de Rio Branco, Nailton Silva, concedeu entrevista nesta terça-feira (3), na Câmara Municipal de Rio Branco, onde falou sobre a mobilização da categoria em defesa da aprovação da nova Lei Orgânica da Administração Tributária. Segundo ele, a sessão que tratou do tema contou com grande participação de servidores. […]
O Acre é apontado como um dos estados que são referência no Brasil quando o assunto é Educação Profissional e Tecnológica (EPT). O estudo foi publicado em 26 de fevereiro, na primeira etapa do Censo Escolar 2025 divulgados pelo Ministério da Educação (MEC). A autarquia do governo do Estado do Acre responsável pela oferta de […]
Virginia Fonseca, que passa dias de descanso em Madri, na Espanha, ao lado do namorado Vini Jr., mostrou aos seguidores nessa terça-feira 3/3 que o período de férias não tem sido tão tranquilo quanto parece.
Nos stories publicados em seu perfil no Instagram, a influenciadora revelou que precisou fazer uma sessão de fisioterapia após acordar com parte do corpo “travado”.
Na legenda da imagem, escreveu: “Bom dia para quem acordou fazendo fisio pois acordou travada do lado direito”.
Acordou mal
Em seguida, ela detalhou o quadro de saúde. “Bom dia, galera garganta inflamada, nariz entupido e travada do lado direito estava fazendo fisio até agora”, relatou, ao explicar como começou o dia.
Virginia contou ainda que foi atendida pela mesma profissional responsável pelo tratamento do namorado.
“A fisio do Vini me salvou eu acordei não querendo acordar pensando assim: ‘agora Deus me leva’ garganta explodindo na merda mesmo’”, disse. Depois, afirmou que já estava se sentindo melhor após o atendimento.
Imagens de monitoramento eletrônico auxiliaram na identificação do suspeito, que foi reconhecido pelas características físicas e pelas roupas que usava no momento da ação. Após a prisão, o homem permaneceu em silêncio. Com ele, os investigadores encontraram, no bolso, o isqueiro utilizado no crime.
Em entrevista, outros moradores em situação de rua relataram desentendimentos frequentes e afirmaram que o suspeito, ao fazer uso de bebidas alcoólicas, ficava agressivo e causava problemas entre os demais.
Segundo o delegado Ademair Braga, a vítima segue hospitalizada em estado grave. A PCPR aguarda a evolução do quadro clínico para que ela possa ser ouvida.
“Durante audiência de custódia, também foi verificado que ele responde a processos na cidade de Cascavel”, informou o delegado. De acordo com ele, o homem não vinha sendo localizado pela polícia justamente por viver em situação de rua.
Agora, além dos procedimentos anteriores, ele também responderá pelo inquérito instaurado após a tentativa de homicídio.
O suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário e deverá passar por avaliação médica.
O inquérito policial segue em andamento, com a realização de diligências complementares e perícias para esclarecer a motivação do crime e as circunstâncias da ação.
Os ministros do colegiado acompanharam o voto da relatora do caso, ministra Daniela Teixeira, e consideraram que “a ocorrência do dano ambiental e a identificação do responsável pela sua ocorrência, a ele compete a integral reparação de todos os prejuízos sofridos individualmente ou coletivamente”.
A estimativa é que a indenização a todos os pescadores prejudicados em suas atividades alcance a cifra de R$ 2 bilhões. O julgamento foi concluído nesta terça-feira (3/3), quando o ministro Moura Ribeiro, no voto-vista, acompanhou integralmente Daniela Teixeira.
“Há prova pericial de que foi atingido o objetivo do esclarecimento. As críticas foram afastadas, pois ficou demonstrada a redução do número de peixes na área atingida pela represa. Acompanho a relatora“, disse o ministro, que firmou placar de 3 a 2 contra recurso das hidrelétricas.
Ambientalistas da região e pescadores alegam que as construções provocaram impactos profundos e duradouros na pesca artesanal e na vida das comunidades ribeirinhas. Estudos ambientais indicam uma redução de até 40% na captura anual de peixes.
O caso chegou ao STJ com o recurso das hidrelétricas contra indenização pedida por pescadores afetados pela construção. Os trabalhadores alegaram, em primeira instância, que sofreram com redução de renda devido à escassez do pescado na região com a operação das hidrelétricas. O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ/RO) reconheceu o direito à indenização, mas as empresas recorreram e o caso chegou ao STJ.
Voto vencedor pela indenização
A ministra Daniela Teixeira, relatora da ação, votou para indeferir recurso das empresas e pelo reconhecimento da legitimidade dos pescadores para propor ações de indenização decorrentes de grandes empreendimentos.
“A Constituição Federal de 1988 estabelece um sistema robusto de responsabilização por danos ambientais, principalmente em seu artigo 225, §3º, que prevê que as condutas e atividades lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores a: responsabilidade administrativa, penal e civil, sendo esta última independente de culpa e submetida à teoria do risco integral“, considerou a relatora no voto que deu a vitória aos pescadores.
A ministra ainda ressaltou que “presente a ocorrência do dano ambiental e a identificação do responsável pela sua ocorrência, a ele compete a integral reparação de todos os prejuízos sofridos individualmente ou coletivamente, independentemente de ter agido com intenção de fazê-lo ou mesmo de maneira imprudente, negligente ou com imperícia. Aos afetados, nesta hipótese, basta, portanto, a comprovação de que sofreram danos de qualquer ordem em razão de evento que possa ser atribuído ao agente apontado como responsável”, afirmou.
Daniela Teixeira foi acompanhada pela a ministra Nancy Andrighi e pelo ministro Moura Ribeiro. Os ministros Villas Bôas Cueva e Humberto Martins divergiram e foram votos vencidos.
O secretário de Obras do Acre, Ítalo Lopes, afirmou na manhã desta terça-feira, 03, durante entrevista ao programa Boa Conversa, do ac24horas, direto da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que o Governo do Acre mantém o compromisso de entregar até 30 de abril o primeiro bloco do Hospital Geral de Feijó.
Lopes participou de reunião da Comissão de Saúde que discutiu o andamento da reforma da unidade hospitalar. Segundo ele, a data já havia sido pactuada internamente no governo, apresentada ao Ministério Público e à comissão formada por manifestantes do município, e agora passa a ser um compromisso formalizado também no âmbito da Assembleia.
“Hoje nós reafirmamos o prazo que já tinha sido estabelecido internamente no governo, já tinha sido estabelecido também com o Ministério Público, com a Comissão de Obras que foi formada pelos manifestantes do município e isso agora também virou um compromisso aqui na Assembleia. Nós temos o compromisso agora de até o dia 30 de abril entregar o primeiro bloco do Hospital Geral de Feijó”, declarou.
De acordo com o secretário, a mudança da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) para o espaço reformado deve começar no fim de março. “Ao final de abril o hospital já funcionando o primeiro bloco, a gente vai avançar na reforma no segundo bloco”, completou.
Ítalo Lopes explicou que o primeiro bloco está sendo executado com recursos de convênio federal firmado em 2013. Segundo ele, as mudanças nas normas técnicas ao longo dos anos impactaram diretamente a execução da obra. “De 2013 pra cá, mudou a norma de vigilância, mudou a norma de incêndio, tudo mudou em relação à execução deste objeto”, afirmou.
O secretário destacou que a Secretaria de Obras tem como missão ampliar a execução de recursos federais e que, atualmente, investe mais verbas da União do que recursos próprios. No entanto, reconheceu limitações desse modelo para reformas hospitalares no interior.
Foto: Iago Nascimento
“Pra mim tá claro que reformas em unidades hospitalares no interior do Estado não podem ser feitas através desse instrumento de investimento. Ele não consegue comportar as nossas necessidades e essa burocracia acaba prejudicando inclusive a população”, disse.
Ele detalhou que o recurso federal será utilizado exclusivamente para dar funcionalidade ao primeiro bloco. Já a segunda etapa será executada com recursos próprios do Estado, que já estavam previstos no orçamento inicial da obra, estimada em R$ 5 milhões, metade de origem federal e metade estadual.
“O Governo Estadual vai avançar nessa segunda etapa de maneira muito mais célere, porque além de nós já termos a clareza de que temos recurso próprio para avançar nessa obra, a empresa contratada tem mostrado capacidade. Nós já conhecemos a capacidade dela de outros contratos da saúde”, afirmou.
Durante a entrevista, o secretário também comentou os atrasos anteriores e confirmou que houve rescisão contratual com a empresa que inicialmente executava os serviços.
“De fato, nós tínhamos uma empresa contratada, nós firmamos os prazos com a empresa, a empresa falou que conseguiria resolver e não conseguiu. E aí, como servidor público e como ordenador de despesas, o que é que me cabe? Recomendar a notificação, rescindir o contrato, chamar uma outra empresa”, explicou.
Lopes ressaltou que a rescisão não ocorre de forma imediata, devido às exigências legais previstas na Lei de Licitações, o que prolonga prazos e impacta o cronograma. Ele citou como exemplo a obra da Orla do 15, em Rio Branco, também executada com recursos federais, onde a rescisão ocorreu no fim do ano passado e a nova licitação foi aberta após os trâmites legais.
“No Hospital de Feijó eu fui até o último limite, porque a gente precisava entregar o raio-X funcionando. A gente entregou o raio-X funcionando ainda com o último contrato, e aí fizemos uma nova contratação”, disse.
Segundo ele, a empresa atual já executou outras obras na área da saúde no estado, o que dá segurança ao governo quanto ao cumprimento do novo prazo. “Esse compromisso é firme, eu não estou conversando com uma empresa que não tem o conhecimento da dificuldade”, afirmou.
Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.
O prefeito de Feijó, Railson Ferreira (Republicanos), afirmou na manhã desta terça-feira, 03, durante entrevista ao programa Boa Conversa – Edição Aleac, do ac24horas, que a mobilização popular em torno das obras do hospital do município não teve patrocínio da prefeitura e que a discussão precisa ser tratada com responsabilidade institucional, sem viés partidário. A entrevista foi concedida após reunião da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), que debateu os desdobramentos da paralisação e manutenção da unidade hospitalar.