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  • A perpetuação histórica da violência sexual como ferramenta de poder

    A perpetuação histórica da violência sexual como ferramenta de poder

    Reprodução/Divulgação
    Imagem colorida, Menor envolvido "comemorou" estupro coletivo em Copacabana, diz PCERJ - Metrópoles

    O cenário é um apartamento na Rua Viveiros de Castro, coração de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. A data, 31 de janeiro de 2026. O que deveria ser um encontro entre dois adolescentes se transforma em uma sessão de tortura que durou cerca de uma hora e culminou no estupro coletivo de uma jovem de 17 anos. O caso, por si só, já seria mais um número trágico nas estatísticas da violência contra a mulher no Brasil. Contudo, os detalhes que emergem da investigação policial e das reações sociais pintam um quadro muito mais sombrio e complexo, que transcende o crime em si e expõe as feridas abertas de uma sociedade doente.

    Os acusados não são figuras marginais, espectros anônimos da criminalidade urbana. Pelo contrário. São jovens da elite carioca: um estudante de universidade federal (UniRio), dois alunos de um dos mais tradicionais colégios do país (Pedro II) e um atleta de futebol com passagem por clubes conhecidos. Homens em formação, com acesso à educação e a privilégios que a maioria da população brasileira jamais terá. Este crime nos força a encarar a “banalidade do mal”, conceito cunhado pela filósofa Hannah Arendt ao analisar o julgamento de Adolf Eichmann, um dos principais organizadores do Holocausto. Arendt argumentou que o mal não é necessariamente praticado por monstros sádicos, mas por pessoas comuns, burocratas que cumprem ordens sem refletir sobre a moralidade de seus atos. No caso de Copacabana, vemos jovens que, em vez de ordens, seguem um roteiro de masculinidade criminosa, uma cartilha de poder e dominação que transforma o corpo feminino em território a ser conquistado e violado.

    imagem colorida procurados estupro coletivo
    Adolescentes são procurados por estupro coletivo no Rio

    A “comemoração” de um dos agressores, o menor de idade que articulou a emboscada, captada pelas câmeras de segurança, é o símbolo máximo dessa banalidade. O sorriso, os gestos de triunfo após a vítima deixar o apartamento, não são apenas um ato de deboche; são a expressão de uma cultura que dessensibilizou a violência, que a transformou em espetáculo, em troféu. É a celebração da própria desumanidade, a prova de que, para eles, a vítima não era uma pessoa, mas um objeto. Uma pergunta do menor à vítima, preocupado se a mãe dela a veria nua por causa das marcas e do sangramento, revela não um pingo de remorso, mas o receio da consequência, a preocupação com a própria imagem, não com o sofrimento infligido.

    Historicamente, a violência sexual sempre foi uma ferramenta de poder e controle. Da Antiguidade, com o “direito” de posse sobre as mulheres dos inimigos derrotados, à Inquisição, que usava a violência sexual como forma de punição e humilhação, o estupro nunca foi apenas sobre sexo. É sobre poder. E o que vemos em Copacabana é a perpetuação dessa lógica em pleno século XXI, em um apartamento com vista para o mar. Os agressores, ao atuarem em bando, não apenas somam forças físicas, mas criam uma entidade coletiva que dilui a responsabilidade individual e potencializa a crueldade. É o efeito manada, a mesma dinâmica que explica linchamentos e massacres. O grupo se torna um monstro de muitas cabeças, onde cada um se sente menos culpado, pois a culpa é de todos e, ao mesmo tempo, de ninguém.

    As redes sociais, como um espelho distorcido da nossa sociedade, revelam o que a narrativa oficial muitas vezes esconde. Enquanto a maioria das reações é de justa indignação, surgem vozes que tentam relativizar o crime. A defesa de um dos acusados, por exemplo, alega que a vítima “sabia da presença prévia dos outros rapazes” e que teria havido “consentimento inicial”. É a velha e covarde tática de culpar a vítima, de transferir para ela a responsabilidade pela violência que sofreu. Essa narrativa, que encontra eco em comentários e posts, ignora o fato de que consentimento não é um cheque em branco. Ele pode ser retirado a qualquer momento. E, mais importante, não existe consentimento sob coação, violência e cárcere privado. A tentativa de transformar um estupro coletivo em uma “festa que deu errado” é um insulto não apenas à vítima, mas à inteligência e à decência humana.

    Outro ponto que as redes e a apuração jornalística trouxeram à tona é que o comportamento predatório dos agressores não era um segredo. Colegas de escola relataram que eles “não respeitavam quando uma menina dizia não”. O silêncio que permitiu que esse padrão de comportamento continuasse impune é cúmplice. É o silêncio de uma sociedade que ensina os meninos a serem “pegadores” e as meninas a “se darem ao respeito”. É o silêncio de instituições que, muitas vezes, preferem abafar casos de assédio para proteger sua reputação. O Colégio Pedro II e a UniRio, ao afastarem os alunos, tomaram a atitude correta, mas a pergunta que fica é: quantas outras vítimas silenciosas podem ter cruzado o caminho desses jovens?

    A operação policial, batizada de “Não é Não”, é um lembrete óbvio, mas necessário, em uma sociedade que ainda precisa aprender o significado da palavra. O caso de Copacabana não é um ponto fora da curva. É o sintoma de uma doença social profunda, que mistura privilégio de classe, misoginia estrutural e uma crise de valores que nos impede de enxergar a humanidade no outro. A “comemoração” do estupro é o nosso reflexo no espelho, quanto sociedade. E a imagem é insuportável.

  • Saiba quem é o policial investigado por agredir servidor do INSS

    Saiba quem é o policial investigado por agredir servidor do INSS

    Reprodução/TV Anhanguera
    imagem colorida servidor do inss agredido por policial civil goias

    A coluna apurou que o policial investigado por agredir um servidor de 73 anos dentro de uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Goiânia, é Hudson Alves de Souza, lotado em grupo especializado da Polícia Civil de Goiás.

    O caso ocorreu na manhã de segunda-feira (2/3) e mobilizou equipes da Polícia Militar após denúncia de que um homem armado estaria ameaçando funcionários e frequentadores da unidade.

    Como tudo começou

    A PM foi acionada com a informação de que um indivíduo, armado, estaria no interior da agência intimidando pessoas e alegando ser policial. Testemunhas relataram que ele apresentava comportamento agressivo.

    Hudson estava no local acompanhando o pai e buscava informações sobre atendimento para a mãe.

    Conforme os relatos colhidos no local, ele teria se exaltado durante o atendimento, passou a filmar funcionários e exigiu a presença do gerente da agência.

    No momento em que um servidor se levantou para chamar a chefia, Hudson teria avançado para o interior da unidade e iniciado as agressões.

    A agressão

    Imagens feitas por câmeras de segurança mostram o policial derrubando o servidor no chão e desferindo socos e chutes. Testemunhas relataram que o pai e uma mulher tentaram intervir para conter a situação.

    Após a sequência de agressões, o policial deixou o local. A vítima foi orientada pela equipe policial e encaminhada ao Instituto Médico Legal para realização de exame de corpo de delito. O caso também foi registrado na Polícia Federal.

    Arma e ameaça

    Segundo o relato da ocorrência, Hudson estava armado durante o episódio. Há registros de que ele chegou a portar a arma dentro da agência, o que elevou a tensão no local.

    A Polícia Militar informou que, ao chegar à unidade, já não encontrou o suspeito.

    Manifestação da Polícia Civil

    A Corregedoria da Polícia Civil foi comunicada imediatamente, assim como a Direção-Geral da instituição.

    Em nota, a Polícia Civil de Goiás informou que Hudson Alves de Souza está de licença por motivo de luto pelo falecimento do irmão e não estava em serviço no momento dos fatos.

    A corporação afirmou ainda que ele foi encaminhado para atendimento médico, medicado e afastado por 15 dias das funções operacionais.

    O caso segue sob apuração, tanto na esfera criminal quanto administrativa.

  • Galvão Bueno surpreende, ataca de cantor e solta a voz no SBT

    Galvão Bueno surpreende, ataca de cantor e solta a voz no SBT

    Reprodução/SBT
    galvao-bueno

    O apresentador e narrador Galvão Bueno estreou nesta segunda-feira (2/3) seu novo programa esportivo no SBT, o Galvão F.C. Antes, no entanto, o famoso participou do Programa do Ratinho e surpreendeu o público ao atacar de cantor e soltar a voz ao vivo. Nas redes, muita gente reagiu e comentou.

    Assista:

    Se alguém me perguntar o que o Galvão está fazendo no SBT, eu vou responder: VIVENDO! #ProgramaDoRatinhopic.twitter.com/mdw7WlKpv6

    — Brenno (@brenno__moura) March 3, 2026

    “Vivendo”

    Galvão Bueno escolheu a música La Bamba, canção interpretada por Ritchie Valens, para animar a plateia da atração comandada por Ratinho. O narrador participou do quadro Dez ou Mil, que tem como jurados nomes como Sônia Lima, Sérgio Mallando e Décio Piccinini.

    Nas redes sociais, muitos internautas e telespectadores afirmaram que o locutor esportivo parecia mais “solto” na emissora de Silvio Santos do que na TV Globo. “Galvão tá livre, leve e solto”, observou Fernando Wylton. “Não sou de puxar saco de ninguém, mas devo admitir que Galvão é carismático, espontâneo e alto astral. Posso estar enganado, mas ele me parece muito ‘real’ e espontâneo!”, disse Luíz Correa.

    Os comentários seguiram: “Se alguém me dissesse em 2018 que Galvão um dia estaria no Ratinho cantando La Bamba com a banda do programa e ao fundo Sônia Lima e Sérgio Mallandro dançando eu iria dizer que a pessoa tava viajando”, brincou Netto Fernandes.

    Passa ou Repassa

    O Programa do Ratinho não foi a única atração que Galvão Bueno participou no SBT. No domingo (1º/3), ele marcou presença no Passa ou Repassa, quadro do Domingo Legal comandado por Celso Portiolli, e citou sua ex-emissora, a TV Globo.

    O assunto surgiu quando o comunicador falou sobre as premiações que recebeu das mãos de Silvio Santos: “Tenho os Troféus Imprensa recebidos dele. E tenho um monte que ficaram me devendo depois que a Globo fez a bobagem de vir receber aqui“, disparou, antes de completar:

    “Mas a gente está acertando pra vir receber. Mas eu sempre falo: que prazer de estar na casa de Silvio Santos, o maior comunicador da história da televisão brasileira. E que vai continuar, ninguém vai superar”, elogiou.

  • Finep investe em inovação para aumentar competitividade das empresas

    Finep investe em inovação para aumentar competitividade das empresas

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    Finep investe em inovação para aumentar competitividade das empresas

    Por Da redação ac24horas3 de março de 2026 – 11h33 1 min de leitura

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    O diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Carlos Aragão, explicou que os recursos concedidos pela instituição não são destinados à simples compra de produtos, mas ao fortalecimento da pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas e instituições científicas.

    Assista:

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  • Acre amplia prazo de edital para proteção de territórios indígenas

    Acre amplia prazo de edital para proteção de territórios indígenas

    O governo do Acre prorrogou até 20 de março o prazo do chamamento público nº 01/2025, destinado à seleção de organizações da sociedade civil para execução de ações voltadas à gestão e proteção de territórios indígenas. A medida foi publicada pela Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi).

    A iniciativa conta com apoio do Programa Global REDD+ for Early Movers (REM Acre – Fase 2) e prevê investimento de R$ 1,5 milhão para a execução dos termos de fomento.

    O edital contempla projetos relacionados a diagnóstico territorial, planejamento estratégico, gestão ambiental, enfrentamento às mudanças climáticas, redução do desmatamento e das queimadas, recuperação de áreas degradadas e fortalecimento de atividades agroflorestais e de segurança alimentar. As propostas também devem incentivar o protagonismo de mulheres indígenas e estar alinhadas às metas de REDD+ e de redução de gases de efeito estufa.

    As organizações interessadas têm até 60 dias para apresentar propostas, com possibilidade de prorrogação por mais 30 dias. A seleção considerará critérios técnicos, capacidade operacional e compatibilidade financeira.

    O plano de trabalho deve prever execução em até 12 meses, conforme a vigência do termo de fomento, com possibilidade de prorrogação nos termos da Lei Federal nº 13.019/2014 e do Decreto Estadual nº 11.238/2023.

    A secretária extraordinária dos Povos Indígenas, Francisca Arara, afirmou que a medida amplia a participação das entidades. “Essa prorrogação reafirma o compromisso do governo do Acre com a valorização dos povos indígenas, amplia a participação e contribui para a proteção de seus territórios frente às mudanças climáticas, com atenção especial ao protagonismo das mulheres indígenas na gestão ambiental”, declarou.

    As propostas podem ser entregues presencialmente na sede da Sepi, em Rio Branco, ou enviadas em formato digital, conforme as regras previstas no edital.

    Jornalista e social media, com atuação em marketing, assessoria de comunicação política e institucional. Atualmente escreve para o ac24horas, fazendo cobertura regional do estado do Acre.

  • Produtores do Acre doam cupuaçu após falta de mercado para escoar safra

    Produtores do Acre doam cupuaçu após falta de mercado para escoar safra

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    Produtores do Acre doam cupuaçu após falta de mercado para escoar safra

    Por Da redação ac24horas3 de março de 2026 – 11h33 1 min de leitura

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    O diretor do Sindicato Rural de Rio Branco, José Carlos Mendes, relatou que produtores enfrentam prejuízo após a cooperativa suspender a compra do cupuaçu por falta de espaço em câmaras frias e ausência de demanda para retirada do produto.

    Segundo ele, somente na última semana foram doadas 1.180 frutas por não haver para quem vender. A situação atinge diretamente 26 famílias de produtores ribeirinhos, que agora acumulam perdas após uma safra considerada promissora.

    Assista:

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  • Produtor rural do Belo Jardim enfrenta prejuízo com venda de cupuaçu

    Produtor rural do Belo Jardim enfrenta prejuízo com venda de cupuaçu

    O produtor rural Antônio Jorge, morador da região do Belo Jardim, denuncia a dificuldade para comercializar a safra de cupuaçu. Ele percorre cerca de 40 minutos de barco para escoar a produção e, nesta colheita, trouxe aproximadamente 700 quilos da fruta em uma pequena embarcação. Na propriedade, são cerca de 500 pés de cupuaçu, que […]

  • Ifac abre 100 vagas para curso sobre aplicações pedagógicas da Inteligência Artificial na Educação

    Ifac abre 100 vagas para curso sobre aplicações pedagógicas da Inteligência Artificial na Educação

    O Instituto Federal do Acre (Ifac) tornou público nesta semana o edital do seletivo simplificado para o curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) “Aplicações Pedagógicas da Inteligência Artificial na Educação”, ofertado na modalidade Educação a Distância (EaD). O certame tem o Campus Xapuri como unidade ofertante. A formação integra o Eixo Tecnológico Informação e […]

  • Vereador denuncia atraso em encargos trabalhistas aos trabalhadores da Ricco Transporte

    Vereador denuncia atraso em encargos trabalhistas aos trabalhadores da Ricco Transporte

    DENÚNCIA TRABALHISTA

    Vereador denuncia atraso em encargos trabalhistas aos trabalhadores da Ricco Transporte

    Por Saimo Martins3 de março de 2026 – 11h20 2 min de leitura

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    O vereador Eber Machado (MDB) afirmou, durante sessão na Câmara Municipal de Rio Branco nesta terça-feira (3), que trabalhadores da empresa Ricco Transporte estariam com encargos trabalhistas descontados em folha, mas sem o devido repasse à Caixa Econômica Federal.

    Segundo o parlamentar, a empresa teria firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) se comprometendo a regularizar a situação, mas o acordo não teria sido cumprido.

    Foto: Jardy Lopes

    “Eles assinaram um TAC se comprometendo em resolver a situação e até hoje não foi resolvido, como nós recebemos as informações diárias. E mais grave ainda, eles descontam dos servidores, mas não fazem o repasse para a Caixa Econômica Federal”, declarou.

    O vereador também comentou sobre um documento encaminhado pela empresa solicitando o cancelamento de uma audiência pública que já havia sido aprovada pela Casa.

    “Eles enviaram um primeiro documento provocando a Câmara de Vereadores e, acima de tudo, ameaçando a gestão de Rio Branco, dizendo que, se não resolvessem essa pouca vergonha que é esse contrato emergencial, eles iriam à Câmara para pressionar. Depois enviaram outro documento pedindo o cancelamento, mas a Casa já tinha aprovado”, afirmou.

    De acordo com Eber Machado, a audiência pública está mantida e deve ocorrer na próxima sexta-feira, às 9h. “Vai acontecer agora, na próxima sexta-feira, às 9 horas da manhã, essa audiência pública para que a gente possa começar a colocar essas vistas para fora. E se eles não vierem? É uma decisão deles. Aí a Câmara vai se posicionar”, ressaltou.

    O parlamentar informou ainda que a denúncia foi formalizada junto ao Ministério Público do Trabalho em janeiro de 2025. “A minha denúncia que eu fiz no Ministério Público do Trabalho foi em janeiro do ano passado, em 2025. Então, se eles não cumpriram o TAC que a Justiça fez com eles, até hoje está em aberto. Só que temos denúncias recentes de que continuam descontando dos servidores, mas não fazem o repasse”, concluiu.

  • ac24horasPlay 4ª edição (03/03/2026)

    ac24horasPlay 4ª edição (03/03/2026)

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    ac24horasPlay 4ª edição (03/03/2026)

    Por Da redação ac24horas3 de março de 2026 – 11h26 1 min de leitura

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