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  • Mascarada era prostituta e assumiu que roubava clientes após programa

    Mascarada era prostituta e assumiu que roubava clientes após programa

    Reprodução/Na Cidade News
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    Beatriz Elissandra Marques Carvalho, de 24 anos, a mascarada que foi presa na quarta-feira (25/2) após torturar um homem em Ceilândia, marcava encontros, oferecia bebida, misturava remédio e aguardava o efeito. Quando os clientes perdiam a consciência, cartões, dinheiro e objetos pessoais desapareciam. Segundo a própria investigada, presa por extorsão, tortura e tentativa de homicídio, esse era o modo como agia durante os programas.

    Com 27 ocorrências policiais no histórico — por crimes como tráfico de drogas, tentativa de homicídio e atropelamento — ela tem, até o momento, duas vítimas formalmente identificadas. A Polícia Civil do Distrito Federal apura se há mais casos.

    A polícia apreendeu com a mulher cartões, dinheiro e objetos pessoais

    Em depoimento, Beatriz admitiu que costumava dopar clientes com Clonazepam para facilitar os furtos. A prática, segundo afirmou, era recorrente.

    Ainda segundo relato prestado à polícia, antes das agressões, a vítima teria oferecido R$ 10 para praticar sexo anal com ela, utilizando termos considerados ofensivos. A fala, de acordo com a investigada, teria reavivado um ressentimento antigo de uma relação deles, que já se conheciam há alguns anos.

    Tortura

    A partir daí, a situação escalou para violência extrema.

    Parte das agressões foi filmada pela própria suspeita. Nas imagens, Beatriz aparece usando uma máscara que cobre o rosto enquanto agride o homem, que está caído e ensanguentado. Em determinado momento, ela pisa no pescoço e no peito da vítima, chuta o corpo do homem repetidas vezes e faz com que a cabeça dele bata contra um móvel, provocando cortes.

    Os vídeos também mostram a investigada aproximando um isqueiro do pescoço do homem, enquanto ironiza a situação e afirma que ele estaria “condenado”. Em outro trecho, ela exibe a vítima ferida, com as mãos amarradas, e continua as agressões.

    De acordo com a confissão à Polícia Militar, quando o homem gritou por socorro e a beliscou, Beatriz desferiu golpes de faca contra ele.

    Após as agressões, ela cobriu a vítima com um lençol e acionou o socorro médico. Horas depois, foi até a UPA de Ceilândia para saber o estado de saúde do homem. Segundo relato aos policiais, afirmou que, caso ele não tivesse morrido, “terminaria o serviço”.

    Na residência, os policiais também encontraram cartões bancários, documentos pessoais e um notebook pertencentes a uma segunda vítima de 37. O material foi apreendido e será analisado.

    A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o caso e apura se o mesmo modus operandi foi utilizado contra outros clientes.

  • Argentina tem novo dia de greve em meio à discussão da reforma trabalhista

    Argentina tem novo dia de greve em meio à discussão da reforma trabalhista

    Marcos Brindicci/Getty Images
    Confrontos entre policiais e manifestantes em frente ao Congresso Nacional da Argentina Metrópoles 3

    A Argentina vai enfrentar um novo dia de greve nesta sexta-feira (27/2) que deve afetar diversos serviços públicos do país. A mobilização ocorre no mesmo dia em que o Senado começa a analisar o texto da reforma trabalhista, aprovado na Câmara. No dia da aprovação, uma paralisação afetou mais de 90% das atividades em Buenos Aires.

    A convocação foi feita pela Frente Sindical Unida (FreSU). A reforma trabalhista foi aprovada na Câmara dos Deputados na última quinta-feira (19), por 135 votos a 115.Antes, o texto já tinha sido aprovado no Senado, mas como sofreu modificações na Câmara, teve que voltar à Casa.

    O projeto foi proposto pelo presidente Javier Milei e faz uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina desde os anos 1970.

    A proposta modifica várias questões dos contratos de trabalho, como mudar o cálculo da indenização por rescisão contratual e permitir o fracionamento do período de férias.

    Outros pontos incluem:

     

     

  • Com El Mencho morto, como fica futuro do cartel mais poderoso do México

    Com El Mencho morto, como fica futuro do cartel mais poderoso do México

    Arte Metrópoles/Carla Sena
    Imagem colorida de El Mencho

    Entre armas, drogas e poder, uma operação em Tapalpa, município do estado de Jalisco, pôs fim ao reinado de Nemesio Oseguera Cervantes, vulgo “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG) e criminoso mais procurado do México. Sua morte abre caminho para uma sucessão que pode redefinir a estrutura do grupo e o mapa do crime organizado no país.

    Descrito no narcocorrido – subgênero musical mexicano cujas letras narram histórias do narcotráfico – como um homem de grande estatura e respeito, El Mencho é retratado como “o chefe dos chefes, o homem de Michoacán”.

    “Onde quer que o homem esteja presente, sente-se o contrapeso. Uma lenda muito poderosa, de grande estatura e respeito, o homem de Michoacán é o chefe dos chefes, El Mencho”, diz a música “El Mencho”, do grupo Los Plebes del Rancho de Ariel Camacho

    Nascido em julho de 1966, em Aguililla, o mexicano imigrou ilegalmente para os Estados Unidos na década de 1980. Em 1994, foi condenado por tráfico de heroína em tribunal federal no norte da Califórnia. Ele cumpriu pena e, posteriormente, foi deportado ao México, onde iniciou a trajetória no crime organizado que culminaria no comando do CJNG.


    Operação e morte de El Mencho


    Estrutura e sucessão do CJNG

    O Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG), fundado em 2009, manteve sob El Mencho uma hierarquia centralizada com liderança vertical, mas também atuava como uma rede de franquias, permitindo autonomia relativa a facções regionais. Essa estrutura expandiu o cartel por quase todo o México e facilitou sua infiltração em setores, como judiciário e forças de segurança.

    A morte de El Mencho abriu um vácuo de poder dentro do cartel, tornando a sucessão uma questão crítica.

    Diferentemente de outros cartéis, o grupo não possui um herdeiro direto: seu filho mais velho, Rubén Oseguera González — conhecido como “El Menchito” — cumpre pena perpétua nos Estados Unidos, o que elimina o sucessor natural.

    Nesse cenário, o principal candidato ao comando é Julio Alberto Castillo Rodríguez, genro de El Mencho e conhecido como “El Chorro”.

    Descrito no narcocorrido como alguém “pronto para agir e manter a ordem no território”, El Chorro se apresenta como uma figura de continuidade dentro de uma organização acostumada à disciplina de Oseguera.

    Além do genro, existem outros líderes regionais com grande influência, como Audias Flores Silva (“El Jardinero”), Ricardo Ruíz Velasco (“Doble R”) e Heraclio Guerrero Martínez (“Tío Lako”), cada um com seu braço armado e território de atuação.

    A ausência de um sucessor claro para El Mencho aumenta o risco de conflitos internos, e especialistas alertam que uma disputa pelo comando do CJNG pode elevar a violência em várias regiões do México.

    Braços armados e Forças Especiais R1

    El Mencho não caiu sozinho. Os braços armados do CJNG, como o Comando das Forças Especiais R (FER1), eram liderados por Rubén Guerrero Valadez, “El R1”, que também foi morto durante a operação.

    Com sua morte, há incerteza sobre a lealdade das células.

    Los Guerreros, clã familiar que controlava operações em Michoacán e Jalisco, continuará a exercer influência, mas agora com lacunas na cadeia de comando, possivelmente desencadeando disputas internas.

  • Em meio à divisão no PT, PSB reforça defesa de Alckmin na vice de Lula

    Em meio à divisão no PT, PSB reforça defesa de Alckmin na vice de Lula

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    Presidente Lula, vice Geraldo Alckmin e ministros durante anúncio da nova linha de crédito para Indústria 4.0 no Palácio do Planalto Metropoles 6

    As movimentações de setores do PT para rediscutir a composição da chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026 têm gerado um mal-estar com membros do PSB, que consideram a manutenção de Geraldo Alckmin no posto de vice como essencial para a sigla.

    O desconforto, que tem sido reforçado por indisposições na composição de palanques estaduais, foi ampliado com declarações públicas de lideranças petistas em defesa de trocas na chapa. Uma ala do PT trabalha para atrair o MDB para a campanha de Lula ao quarto mandato — um movimento que levaria à entrada de um emedebista como vice e à saída de Alckmin da aliança que acabou vitoriosa em 2022.

    A avaliação do grupo é de que a entrada de um nome de centro na chapa poderia fortalecer Lula frente ao espólio eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No PSB, porém, a leitura é oposta: dirigentes consideram que mexer na composição pode fragilizar o petista.

    Comandado pelo prefeito do Recife (PE), João Campos, o PSB tem atuado para blindar Alckmin. Campos esteve com Lula no início deste mês e defendeu a manutenção do ex-governador de SP na chapa. Ao sair da agenda, ele afirmou que a repetição da aliança é “importante” para o PSB.

     

    Problemas na relação

    Além das dúvidas em torno da chapa de Lula, membros do PSB já vinham se queixando de problemas na relação com o PT, especialmente na definição dos palanques estaduais. Em Pernambuco, por exemplo, integrantes da sigla relatam incômodo com a possibilidade levantada por petistas de neutralidade na disputa pelo governo estadual, na qual João Campos deve concorrer contra Raquel Lyra (PSD).

    Enquanto o PSB fecha fileiras em torno de Geraldo Alckmin, Lula tem evitado anunciar um desfecho para a sua chapa à reeleição. No início de fevereiro, o petista chegou a afirmar que Alckmin tinha um “papel para cumprir em São Paulo” — declaração vista por aliados como um sinal de que a chapa de 2022 poderia não se repetir.

    Interlocutores do ex-governador dizem que ele tem reafirmado que deseja disputar a reeleição ao lado do presidente.

    Aliado de Alckmin, o ex-prefeito de Campinas (SP) e atual líder do PSB na Câmara, Jonas Donizette (SP), afirmou que o PT precisa “conversar” internamente e ter “um pouco mais de respeito por uma figura que foi fundamental na eleição do presidente Lula”.

    “Acho que eles têm de valorizar a lealdade do que o Alckmin tem tido, a postura. Ele é, sem dúvida, a pessoa que mais agrega valor à candidatura do Lula. Foi por isso que ele foi convidado lá atrás para ser vice”, acrescentou o parlamentar.


    De adversários a companheiros de chapa


    Alianças para a reeleição

    Apesar das articulações que defendem mudanças na chapa presidencial, Geraldo Alckmin também tem acumulado apoios dentro do PT.

    Na última segunda-feira (23/2), em reunião que reuniu dirigentes nacionais e lideranças paulistas da legenda, a manutenção da dobradinha foi defendida por uma das figuras mais influentes do partido: o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

    O encontro discutia a construção do palanque petista em São Paulo, e o nome de Alckmin chegou a ser citado como possível candidato ao Palácio dos Bandeirantes. Segundo relatos de participantes, Dirceu argumentou que a chapa vitoriosa de 2022 não deveria sofrer alterações — posição que, ainda de acordo com pessoas ouvidas pelo Metrópoles, foi endossada pelos presentes.

    O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou, no início deste mês, que o desenho da chapa de Lula ainda não estava fechado e não descartou a manutenção de Geraldo Alckmin como vice.

    Edinho Silva avaliou que Alckmin “disputará o cargo que ele quiser” nas eleições deste ano. Em meio a elogios ao ex-governador paulista, ele também afirmou que Geraldo Alckmin é “muito respeitado” dentro do partido.

    “Eu tenho dito e vou repetir: o vice-presidente Geraldo Alckmin disputará o cargo que ele quiser nas eleições de 2026, porque nós o respeitamos e temos por ele muito carinho”, declarou.

  • Entenda os motivos que fizeram as piscinas da Água Mineral serem fechadas

    Entenda os motivos que fizeram as piscinas da Água Mineral serem fechadas

    Divulgação/ICMBio
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    Frequentadas por milhares de brasilienses e turistas ao longo do ano, as piscinas Areal e Pedreira, do Parque Nacional de Brasília estão fechadas. O prazo? Por tempo indeterminado, até que haja a conclusão das obras de recuperação da estrutura.

    A necessidade da realização do serviço nas piscinas mostrou-se como uma ação de urgência, em razão dos danos que as piscinas sofreram por conta das últimas chuvas intensas no Distrito Federal. Em fevereiro, a capital registrou quase 100% do esperado de chuva do mês todo, apenas nos primeiros cinco dias de fevereiro.

    Com buracos no chão, pedras soltas e até a presença de infiltrações em pisos e paredes, as piscinas, tradicionalmente cheias – seja de água ou de pessoas -, vão apresentar um cenário incomum nos próximos dias: estarão vazias.

    Veja imagens:

    De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a medida do fechamento foi tomada por atestar a impossibilidade de atender os banhistas com segurança. A piscina Pedreira, por exemplo, apresentou risco iminente de ruptura.

    Essa é terceira vez que as piscinas fecham. Anteriormente, os espaços de lazer foram fechados por causa da pandemia da Covid-19, onde permaneceu sem acesso aos visitantes por quase dois anos, e a outra em virtude da falta de salva-vidas em 2022, mas que permaneceu fechada por apenas dois dias.

    O próximo passo, segundo a instituição, será uma avaliação técnica detalhada com todas as intervenções necessárias.

    “A avaliação será necessária para posterior lançamento de licitação exclusiva para obras estruturais nas piscinas, já que a situação pede uma intervenção com resultados duradouros e não apenas manutenção”, explicou em nota.

    Até lá, o acesso às trilhas da Água Mineral continuarão funcionando normalmente, mas as áreas das piscinas estarão isoladas, com a expectativa de que o acesso aos turistas seja liberado brevemente.

  • Filipe Luís vê Flamengo superior, mesmo com vice-campeonato da Recopa

    Filipe Luís vê Flamengo superior, mesmo com vice-campeonato da Recopa

    Gilvan de Souza/Flamengo
    Filipe Luís, técnico do Flamengo

    O Flamengo enfrentou o Lanús pela partida de volta da Recopa Sul-Americana nessa quinta-feira (26/2). No Maracanã, o Rubro-Negro foi superado por 3 x 2 e ficou com o vice-campeonato do certame. Em entrevista coletiva, Filipe Luís avaliou o clube como superior durante a partida, mesmo com a derrota para os argentinos.

    “Acho que fizemos um grande jogo. Cometemos um erro que nos custou um gol, o adversário praticamente não passou do meio-campo. E foi assim até quase acabar a prorrogação, quando fizeram o gol de cabeça e depois com o time exposto. Minha avaliação é de que o time foi superior. Como não ganhamos, essas palavras vão soar mal”, disse Filipe Luís.

    Durante a coletiva de imprensa, o comandante do Flamengo comentou que sentiu que seus jogadores se entregaram ao máximo. Ele aproveitou para parabenizar o Lanús e disse que não avalia o próprio trabalho como técnico da equipe.

    “Senti que os jogadores deram tudo em campo. No futebol os resultados a gente não controla. Não estamos no nosso melhor momento, mas tentamos. Quero parabenizar o Lanús pela conquista. Eu não avalio meu trabalho. Meu trabalho é avaliar a equipe para o próximo jogo. A avaliação (do meu trabalho) é com vocês”, comentou.

    Com a derrota para o Lanús, o Flamengo amarga mais uma perda de título em 2026. Anteriormente, a equipe já havia sido superada pelo Corinthians e ficou com o vice-campeonato da Supercopa Rei.

  • Flamengo perde segundo título no ano e aumenta pressão para o Carioca

    Flamengo perde segundo título no ano e aumenta pressão para o Carioca

    Gilvan de Souza / Flamengo
    Imagem colorida de Flamengo x Lanús

    Vice de novo. O Flamengofoi derrotado por 3 x 2 no duelo diante do Lanús nesta quinta-feira (26/2), no Maracanã, em partida que valia o título da Recopa Sul-Americana 2026. Com isso, o Rubro-Negro viu a segunda disputa de título da temporada escapar. Agora, o foco da equipe é o Campeonato Carioca, onde irá disputar o segundo jogo das semifinais.

    Antes de enfrentar os argentinos, o Rubro-Negro havia perdido a Supercopa do Brasil no confronto contra o Corinthians, em Brasília.

    Diferente de 2025, a temporada que o Flamengo faz neste ano decepciona os torcedores. Com a nova derrota, o time carioca tem quatorze partidas disputadas no ano, sendo sete derrotas, dois empates e apenas cinco vitórias.

    O time comandado pelo técnico Filipe Luís passa a ser alvo de críticas pelo desempenho negativo que tem em 2026. Com as vice colocações nas duas decisões que participou na temporada, o Flamengo ainda pode fechar o início do ano com o título do Campeonato Carioca.

    No estadual, o Rubro-Negro encontrou dificuldades para avançar ao mata-mata mas venceu a partida de ida da semifinal contra o Madureira por 3 x 0 e não deve encontrar dificuldades para avançar à final.

    Em 2026, o Campeonato Brasileiro acontece simultaneamente aos estaduais. Pela Série A, o Flamengo ocupa atualmente a 11ª colocação da tabela de classificação com quatro pontos, sendo uma vitória, um empate e uma derrota.

    A equipe volta aos gramados na próxima segunda-feira (2/3), às 21h, para enfrentar o Madureira no jogo de volta da semifinal do Campeonato Carioca.

  • Maracanazzo! Web não perdoa vice-colocação do Flamengo na Recopa

    Maracanazzo! Web não perdoa vice-colocação do Flamengo na Recopa

    Rubro-Negro foi superado pelo Lanús por 3 x 2, em jogo disputado no Maracanã nesta quarta-feira (26/2)

  • Lula se reúne com líderes mórmons após polêmica em desfile de Carnaval

    Lula se reúne com líderes mórmons após polêmica em desfile de Carnaval

    Ricardo Stuckert/ Reprodução
    Lula em encontro com Mórmons

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu, nesta quinta-feira (26/2), com líderes apostólicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, conhecidos como mórmons. De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o encontro foi para falar sobre como a igreja funciona no Brasil e os trabalhos dos missionários.

    A audiência foi pedida pelos líderes religiosos e durou 30 minutos. No encontro, Lula aproveitou para pedir uma mobilização da igreja contra o feminicídio. Em resposta, os líderes falaram que estão abertos a trabalhar em campanhas do governo.

    Eles também se colocaram à disposição para ajudar no apoio e acolhimento às famílias afetadas pelas chuvas em Minas Gerais, como já fizeram na tragédia que assolou o Rio Grande do Sul.

    Pelas redes sociais, Lula classificou a conversa como “muito boa” e que ficou feliz ao ouvir que “a liberdade religiosa no Brasil contou, nas palavras dos religiosos, com amplos incentivos dos meus governos”.

    “Agradeci o apoio com as ações humanitárias e pedi o engajamento da igreja no Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, para que o combate à violência contra as mulheres tenha o engajamento de todos os segmentos da sociedade”, disse Lula.

    Os religiosos foram representados por Ulisses Soares, apóstolo da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Michael O. Leavitt, presidente do Coro e Orquestra do Tabernáculo na Praça do Templo, ex-Governador do Estado de Utah, no Estados Unidos, e ex-Secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos; Gordon Smith, diretor no Temple Square em Salt Lake City, Utah, e ex-Senador dos Estados Unidos e Joni L. Koch, presidente da Igreja de Jesus Cristo no Brasil. Também estava presente o advogado-Geral da União, Jorge Messias.

    Recebi hoje representantes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Tivemos uma conversa muito boa, na qual eles ressaltaram suas experiências missionárias com ajuda humanitária. E se colocaram à disposição para colaborar com o Governo no apoio e acolhimento às… pic.twitter.com/FqGRxyRQ3V

    — Lula (@LulaOficial) February 27, 2026

    Reaproximação com religiosos

    O encontro ocorre em meio ao atrito do governo com religiosos. Lula foi criticado depois que a escola de samba que o homenageou na Sapucaí fez uma ala denominada “neoconservadores em conserva”,  que levou à avenida pessoas fantasiadas de latas com rótulos estampando a imagem de uma família.

    “Eu não penso. Assim, porque, primeiro, eu não sou carnavalesco. Eu não fiz o samba-enredo, não cuidei dos carros alegóricos. Eu apenas fui homenageado numa música maravilhosa. Foi uma pena que a minha mãe já tivesse morrido e não pudesse ver, porque, na verdade, a música é uma homenagem à minha mãe, é a saga dela de trazer a gente para São Paulo”, declarou Lula ao Metrópoles ao ser questionado sobre o assunto. 

  • Recopa: Argentina iguala número de títulos brasileiros no século XXI

    Recopa: Argentina iguala número de títulos brasileiros no século XXI

    Na noite desta quinta-feira (26/2), o Lanús se sagrou campeão da Recopa Sul-America, a 9ª conquista de times argentinos no século XXI