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    Prefeitura de SP anuncia aumento nas passagens de ônibus para R$ 5,30

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    A partir do dia 6 de janeiro, os usuários de transporte público vão pagar mais para andar de ônibus na cidade de São Paulo. A prefeitura de São Paulo confirmou nesta…

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    Ocupação hoteleira para réveillon do Rio tem média superior a 87%

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    Dados divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (HotéisRIO) mostram que ocupação hoteleira está em alta para o réveillon na capital fluminense.…

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    Rodrigo Damasceno destaca apoio às famílias afetadas pela cheia do rio

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    Cantores Ana Castela e Zé Felipe anunciam separação através das redes sociais

    Os cantores Ana Castela e Zé Felipe anunciaram, nesta segunda-feira (29), o fim do relacionamento. A informação foi divulgada pelo próprio Zé Felipe nas redes sociais e posteriormente compartilhada por…

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    Com homenagens e emoção, empresário Betão é sepultado em Rio Branco

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    Sob comoção, lágrimas e louvor, Betão é sepultado no Cemitério Morada da Paz

    O corpo do pecuarista e empresário Edilberto Afonso de Moraes, conhecido como Betão, foi sepultado no fim da tarde desta segunda-feira, 29, no Cemitério Morada da Paz, em Rio Branco. O enterro ocorreu na Quadra 10, jazigo 31, e foi marcado por forte emoção de familiares, amigos e autoridades que acompanharam o último adeus. Antes […]

  • Cheia do Rio Acre já deixa mais de 400 desabrigados em sete abrigos na capital acreana

    Cheia do Rio Acre já deixa mais de 400 desabrigados em sete abrigos na capital acreana

    Nível do rio chegou a 15,36 m na segunda-feira (29), um aumento de 42 cm sem precipitação. Há 141 famílias desabrigadas em abrigos e outras 216 desalojadas em casas de parentes

    Prefeitura de Rio Branco e governo estadual mantêm pontos de acolhimento em escolas e centros culturais; número de desalojados também cresce. Foto: captada 

    A enchente atípica do Rio Acre em dezembro já desabrigou mais de 400 pessoas em Rio Branco, segundo dados da Prefeitura e do governo estadual. Ao todo, 411 pessoas — de 141 famílias — estão em sete abrigos montados em escolas e centros culturais. Outras 216 famílias estão desalojadas em casas de parentes ou amigos, sendo que 138 delas contaram com auxílio da Defesa Civil para remoção.

    O nível do rio continua subindo mesmo sem chuva: na medição das 9h desta segunda-feira (29), marcava 15,36 metros, um aumento de 42 centímetros em 24 horas sem precipitação. A surpresa com a cheia em dezembro foi expressa por moradores como Janaína Brenna, de 22 anos, que vive no bairro Seis de Agosto: “Ninguém estava esperando […] é mais para fevereiro e março. E ainda assim, Natal, Ano Novo, você pensa que quando vai festejar, vem isso”.

    A situação mantém a capital em estado de emergência, com equipes da Defesa Civil atuando na remoção de famílias e no monitoramento contínuo do nível do rio.

    Janaína Brenna mora no bairro Seis de Agosto e se mudou para a casa do pai. Foto: captada/Rede Amazônica

    A Prefeitura de Rio Branco mantém seis abrigos e o governo do Acre mais um para atender às famílias desabrigadas pela enchente do Rio Acre. Ao todo, sete pontos de acolhimento foram abertos — a maioria em escolas e centros culturais — e já abrigam 411 pessoas, de 141 famílias.

    Com o nível do rio continuando a subir a expectativa é que mais pessoas precisem ser removidas de áreas de risco. Além dos desabrigados em abrigos, outras 216 famílias estão desalojadas em casas de parentes ou amigos. Os locais seguem recebendo doações e contam com apoio da Defesa Civil e de equipes de assistência social.

    Os abrigos abertos são:
    • Escola Álvaro Rocha – Bairro: Conquista (Há 14 famílias – um total de 51 pessoas)
    • Escola Anice Jatene – Bairro Geraldo Fleming (Há 16 famílias – um total de 56 pessoas)
    • Escola Maria Lúcia – Bairro Morada do Sol (Há 13 famílias – um total de 38 pessoas)
    • Escola Georgete Eluan Kalume – Bairro Cadeia Velha (Há 8 famílias – um total de 31 pessoas)
    • Escola Marilda Gouveia Viana – Bairro João Eduardo I (Há 9 famílias – um total de 58 pessoas)
    • Centro de Cultura Mestre Caboquinho – Bairro Vila Maria, Estrada do Aeroporto (Há 75 famílias – um total de 130 pessoas)
    • Escola Estadual Leôncio de Carvalho (abrigo indígena) – Bairro Benfica (Há 6 famílias – total de 47 pessoas)

    A cota alerta máximo é fixada em 14 metros. Isto significa que a partir desta marca, o manancial pode começar a inundar os bairros próximos às margens. Este é o segundo registro de transbordo em menos de um ano, uma vez que o rio também ultrapassou a marca em março.

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    ”Perda muito grande para o Acre”, diz Mailza sobre Betão durante enterro

    Durante o sepultamento do empresário e pecuarista Edilberto Afonso de Moraes, o Betão, realizado nesta segunda-feira (29) no Cemitério Morada da Paz, em Rio Branco, a vice-governadora do Acre, Mailza…

  • Ausência de alertas nos celulares gera críticas durante enchente atípica em Rio Branco

    Ausência de alertas nos celulares gera críticas durante enchente atípica em Rio Branco

    Defesa Civil municipal reconhece limitações no envio de notificações, enquanto Rio Acre atinge 15,37 m e mais de 400 pessoas estão em abrigos

    Falcão reforçou que o sistema não é automatizado e que exige equipes exclusivas para funcionar plenamente, o que, segundo ele, pode comprometer outras frentes de atendimento emergencial. Foto: captada 

    A ausência de alertas da Defesa Civil nos celulares da população durante a enchente atípica de dezembro em Rio Branco gerou questionamentos e críticas nas redes sociais. Até esta terça-feira (29), o Rio Acre já desabrigou mais de 400 pessoas, que estão em sete abrigos montados em escolas e centros culturais. Às 12h, o rio marcava 15,37 metros.

    Segundo o coordenador da Defesa Civil municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão, o sistema de alertas — que depende da integração entre as esferas municipal, estadual e nacional — ainda passa por testes e tem limitações operacionais. Ele explicou que o envio de notificações não é automatizado e exigiria equipes exclusivas, o que poderia comprometer outras frentes emergenciais.

    “Nós não conseguimos atender a todos e também essa parte. O sistema não é eletrônico, então precisa de equipes exclusivas. Se nós formos fazer isso, nós deixamos de atender a população”, afirmou Falcão. Ele reforçou que, enquanto as equipes atuam diretamente em bairros e abrigos, falta estrutura para monitoramento contínuo, especialmente em áreas sem sensores eletrônicos, dependendo de vistorias presenciais.

    Implementação

    Atualmente, de acordo com a Defesa Civil, Rio Branco possui cerca de 230 bairros, dos quais 43 foram afetados diretamente por inundação ou enxurrada até esta segunda-feira (29). As equipes atuam, neste momento, em 19 dessas localidades. O comandante alertou que o envio indiscriminado de mensagens poderia causar pânico.

    “Se nós emitirmos um alerta sem controle, vai tocar nos 230 bairros e vai trazer pânico para a população. Além do mais, nós podemos perder credibilidade. Isso não pode acontecer”, comentou.

    Apesar das limitações, Falcão reconheceu a importância do sistema de alertas e defendeu maior integração entre os entes federativos para que a ferramenta funcione de forma eficaz.

    “Nós precisamos, nesse instante, é do empenho maior. Também da Defesa Civil estadual, junto com a nacional, para que a gente possa ter as condições necessárias para emitir o alerta, que é de extrema importância para toda a comunidade daqui de Rio Branco”, destacou.

    De acordo com o gestor, o chamado ‘Defesa Civil Alerta’ não é controlado por um único órgão e depende da atuação conjunta das defesas civis municipal, estadual e nacional. Foto: captada 

  • Corpo de Betão chega ao Cemitério Morada da Paz após grande cortejo em Rio Branco

    Corpo de Betão chega ao Cemitério Morada da Paz após grande cortejo em Rio Branco

    O corpo do empresário e pecuarista Edilberto Afonso de Moraes, o Betão, chegou ao Cemitério Morada da Paz, em Rio Branco, por volta das 17h desta segunda-feira (29), encerrando o…