PE: saiba quem é a influenciadora presa por forjar o próprio sequestro

Reprodução/Instagram
Imagem colorida, A Polícia concluiu que a mulher forjou o próprio sequestro- Metrópoles

Monniky Fraga, influenciadora digital pernambucana, ganhou destaque e chamou a atenção dos internautas após ser alvo de uma operação da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE). Nesta terça-feira (24/3), a influencer foi presa após ser investigada por simular o próprio sequestro.

Monniky engajou o perfil nas redes sociais expondo a rotina, além de publicações com enfoque em viagens e estilo de vida. Atualmente, a influencer contabiliza a marca de 27 mil seguidores em seu Instagram.

Na rede social vizinha, Monniky publica dancinhas e trends, além de mostrar looks e vídeos exaltando a vaidade. O padrão de vida e a imagem pública se associam a uma vida de luxo, com viagens e exposição de marcas.

Segundo a PCPE, a influencer passou a ser investigada em abril do ano passado, após ela procurar a polícia afirmando ter sido vítima de sequestro e relatar ter sido libertada horas depois.

À época do suposto crime, a mulher gravou um story relatando que ela e o marido foram vítimas de um sequestro. Segundo o relato, a abordagem ocorreu quando o casal retornava da praia e foi interceptado por três homens armados, que os obrigaram a descer do veículo.

Segundo Monniky, ela e o marido foram conduzidos a um matagal, e os sequestradores exigiram cordões de ouro que ela havia exibido em um story nas redes. De acordo com a influencer, ela disse ao bandido que os itens não pertenciam a ela e teria sido solta junto com o marido.

Sequestro forjado

Após informar sobre o suposto sequestro, a influencer concedeu entrevistas a emissoras de televisão locais, nas quais detalhou a dinâmica do sequestro. No entanto, ao longo das investigações, os policiais reuniram elementos que indicavam que a denúncia poderia ser falsa

Após diligências e oitivas, com apoio do setor de inteligência, foi constatado que se tratava de uma trama arquitetada pela própria mulher.  A trama foi pensada de maneira coordenada, de acordo com o delegado.

“Foram utilizados veículo clonado e arma de fogo para dar contorno de veracidade à trama, que mobilizou todo o aparato da Polícia Civil de Pernambuco. As investigações seguem, e dispomos do prazo de dez dias para concluir o inquérito policial. Uma vez encaminhado ao Ministério Público, acreditamos que ela venha a ser denunciada, caso esse seja o entendimento do órgão”, afirmou.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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