Polícia acha adolescente sumida há 1 ano morando com homem de 31 anos

Reprodução / PCDF
Polícia localiza desaparecida de 15 anos morando com homem de 31 anos

Policiais civis da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro) concluíram o inquérito policial e vão encaminhar à Justiça a sugestão de arquivamento do caso envolvendo o desaparecimento da adolescente Luiza Riquessoli Liberato (foto em destaque), de 15 anos.

A jovem estava desaparecida desde janeiro de 2025, após fugir do Lar São José, em Ceilândia (DF).

Nessa quarta-feira (14/1), a equipe policial recebeu uma ligação do abrigo informando que um idoso havia comparecido ao local para buscar documentos da adolescente.

A informação deu origem a uma nova linha de investigação. Diante disso, os policiais se dirigiram inicialmente ao abrigo e, posteriormente, à residência do homem, localizada em Taguatinga (DF).

No local, o idoso relatou que Luiza estava vivendo maritalmente com seu filho, de 31 anos, na cidade de Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. A equipe policial entrou em contato com ele, que confirmou a informação.

Em seguida, os agentes se deslocaram até a residência indicada, onde constataram que a adolescente era, de fato, Luiza Riquessoli Liberato.

A localização da menor foi imediatamente comunicada aos familiares, e a adolescente foi apresentada à Promotoria da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal para a adoção das providências legais cabíveis.

Na ocasião, foi verificado que Luiza se encontrava em boas condições físicas e de saúde, sem indícios de maus-tratos.


Entenda o caso:


Insatisfação e fuga

Durante as apurações, constatou-se que Luiza demonstrava insatisfação com o acolhimento institucional, relatando a outros acolhidos e amigos que não gostava do abrigo e que pretendia fugir.

Os policiais realizaram diligências, ouviram familiares e pessoas próximas, além de efetuarem buscas em locais frequentados pela adolescente, como residências, lanchonetes, comércios e pontos de encontro indicados por testemunhas.

Fotografias de Luiza e contatos da equipe policial foram deixados nesses locais para auxiliar na obtenção de informações. Também foi coletado material genético do irmão da adolescente para eventual confronto genético, caso fosse necessário.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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