
No papel timbrado da 5ª Delegacia de Crimes Funcionais, da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Tiago Lobo foi direto ao ponto.
Disse que policiais civis teriam interceptado e desviado uma carga de cocaína pertencente a ninguém menos que Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, apontado como sócio do líder máximo Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Tiago Lobo era informante de policiais civis investigados pela Corregedoria. Seu relato está em um pedido de acordo de colaboração premiada, obtido pelo Metrópoles. Ele foi assassinado com 10 tiros, em novembro do ano passado, em Campo Grande (MS).
No documento, o informante descreve rotas, nomes e a suposta divisão de valores. Segundo Lobo, a carga — que ele associou a Fuminho e Marcola — teria sido interceptada na Rodovia Euclides da Cunha, região de Rubinéia (SP), após cruzar a divisa com Mato Grosso do Sul.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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