
Ministros do STF relutam em conceder prisão domiciliar a Bolsonaro por temer que o ex-presidente volte a violar a tornozeleira eletrônica.
Sob reserva, magistrados relataram à coluna que tudo estava encaminhado para Bolsonaro seguir o mesmo caminho do também ex-presidente Fernando Collor, que, condenado pela Suprema Corte a regime fechado, obteve o benefício de poder ficar preso em casa devido a problemas de saúde.
“Bolsonaro estava em prisão domiciliar quando violou a tornozeleira eletrônica. O que garante que não tentará novamente? Collor nunca violou a tornozeleira”, disse à coluna um integrante da Corte.
Já advogados de Bolsonaro sustentam que o ex-presidente apresentava quadro de desorientação mental quando usou uma solda para tentar romper a tornozeleira, pois havia misturado os medicamentos pregabalina e sertralina.
A bula desses medicamentos aponta que, em casos incomuns, a pessoa medicada pode sofrer alucinações.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após a eleição do presidente Lula. Fernando Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Deixe um comentário