
Antes mesmo da polêmica envolvendo a participação do Andrew Mountbatten-Windsor com os escândalos de abuso sexual de Jeffrey Epstein, o príncipe William tentou banir o tio da realeza. A informação é revelada no novo livro do editor da realeza do Daily Mirror Russell Myers.
O príncipe de Gales alertou o pai, o rei Charles III, e a então rainha Elizabeth II sobre impor limites e punições a Andrew, que à época mantinha o título de duque de York. O motivo da insatisfação foi uma embaraçosa entrevista concedida ao programa Newsnight da BBC.
Na entrevista de 2019, Andrew revelou que não suava desde 2000 porque possuía uma condição rara, adquirida após um “pico de adrenalina”. A declaração ocorreu após a jornalista Emily Maitlis o confrontar sobre as acusações de Virginia Giuffre — que afirmou que Andrew estava “muito suado” na primeira vez em que abusou dela, em 2001.

Príncipe William temia descrédito da família
De acordo com o escritor, William confrontou o pai e a vó de forma direta. Na época, a preocupação de William era sobre como as acusações contra Andrew poderiam impactar a longevidade família real — o que inclui a possibilidade de seu reinado, visto que ele era um dos primeiro na linha de sucessão.
“A entrevista foi um desastre, não só para Andrew, cuja reputação ficou em frangalhos, mas para a monarquia em geral. De repente, o palácio estava envolvido em uma verdadeira batalha, com questionamentos cada vez maiores sobre sua relevância no mundo moderno, e até mesmo sobre sua sobrevivência”, diz o trecho do livro.

Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

Deixe um comentário