Sem predadores naturais e em área de difícil acesso, a retirada não é viável — nem mesmo o aproveitamento da carne, por falta de controle sanitário. Segundo o órgão, a erradicação é, hoje, a única alternativa.
O projeto também vai avaliar logística, comportamento dos búfalos e impactos ambientais. Pesquisadores da Unir coletam material biológico, enquanto o ICMBio monitora a área com câmeras e análise da água.
Os búfalos foram introduzidos na região em 1953 e hoje ocupam unidades de conservação no oeste do estado, em uma área de encontro entre Amazônia, Cerrado e Pantanal.
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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