
Os protestos no Irã continuam a escalar nesta terça-feira (13/1). Uma autoridade iraniana afirmou que ao menos 2 mil pessoas, incluindo membros das forças de segurança, já foram mortas nas manifestações. A onda de protestos contra o regime dos aiatolás é considerada a maior desde 2009 e ocorre em meio à crise econômica no país.
O início da crise se deu no fim de dezembro por uma crise econômica. Em 2025, o rial perdeu cerca de metade de seu valor frente ao dólar, enquanto a inflação ultrapassou os 40% em dezembro.
Onda de protestos no Irã
Uma autoridade do Irã informou à agência Reuters que os protestos já ultrapassaram 2 mil mortos, mas não deu mais detalhes sobre a identidade das vítimas.
Com o avanço das manifestações, a repressão policial avançou e os atos ganharam um caráter político mais explícito. Desde então, a maior exigência passou a ser a renúncia do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo desde 1989.
“Opções muito fortes”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesse domingo (11/1), que as Forças Armadas norte-americanas estão considerando “opções muito fortes” em relação à situação do Irã.
“Estamos analisando algumas opções muito interessantes. Estou recebendo informações a cada hora e tomaremos uma decisão muito em breve”, afirmou Trump.
Apoiadores do aiatolá Ali Khamenei foram às ruas em solidariedade ao governo teocrático. Khamenei afirmou que a mobilização foi um “aviso aos políticos americanos”.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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