Que curioso…
A ex-vice-governadora do Acre, Nazaré Araújo, que tem o irmão no Dnit, parece que não vai encorpar a chapa de federal da federação. Informações de fonte afirmam que Nazaré não engole não ter sido incluída na discussão após o resultado das eleições de 2022, achou uma desfeita dos cabeças do PT. Eles decidiram colocar o irmão da Nazaré sem qualquer discussão, mesmo ela tendo só 39 mil votos.
Ora, Adherbal
Adherbal Maximiano é para os fracos. Uma referência de perpetuação no cargo precisa ser atualizada no Acre e o nome é Assuero Veronez. Reeleito pela oitava vez à presidência da Faeac, Assuero sabe que já cumpriu a missão na entidade. Ele deve construir um processo de mudança. Precisa.

Vira ca$aca?
Teve trairagem à chapa de oposição a Assuero. No dia da votação, Veronez tinha 6 votos garantidos. Precisava de mais um, dos 10 possíveis, já que o Sindicato Rural de Feijó estava inabilitado. No dia da votação, um presidente mudou o voto e outro votou em branco.
Boquinha
Faeac é uma instituição privada, mas recebe recursos de dois sistemas: CNA/Senar e do Sistema S. Ou seja: no fundo do cofre, tem também uma verbinha de paraestatais. No dia da votação, o nervosismo de alguns aduladores de Veronez era evidente. Agora se entende: qualquer mudança na direção provocaria desmama de muitas boquinhas.
Focando no eleitor da capital
Eudo Rafael, pré-candidato ao governo do Acre pelo PCB, está de olho no eleitor da Capital. Nas redes sociais, tem colocado as pautas de Rio Branco como prioridade. Recentemente, o Transporte Coletivo foi tema, inclusive com lista de vereadores que não assinaram a CPI, que investigaria a PMRB na Câmara de Vereadores.
Previdência
O pré-candidato ao Governo do Acre pelo PSDB, Tião Bocalom, inaugurou o prédio da RBPrev, o instituto de previdência dos servidores públicos municipais. São vários os caminhos que se trilha para chegar ao coração do eleitor. Quem tem as suas armas que as apresente.
Aposta no trabalho
O prefeito de Tião Bocalom tem intensificado agenda administrativa e acelerado a entrega de obras na capital. Nos bastidores, aliados e adversários avaliam que o ritmo das ações busca fortalecer seu nome diante das pesquisas que o colocam, atualmente, na terceira posição na corrida pelo governo do Estado. Há quem diga que iniciativas como pagamento em dia dos servidores e reforço na limpeza urbana também entram na estratégia de ampliar visibilidade. O slogan entre apoiadores é direto: “dá-lhe, Boca”.
Perdeu
O pré-candidato ao Governo pelo PSB, Thor Dantas, em declaração a um jornal local, perdeu oportunidade de construir uma referência em torno dos candidatos ao Senado no campo progressista. Quando perguntado sobre a possibilidade de compor com Petecão, requebrou-se todo e não falou que Petecão não tem nenhuma afinidade de agenda da esquerda. Por isso, Petecão ainda encanta muitos comunistas, mesmo votando no Senado contra o trabalhador.
Sorrindo pra não chorar
Já o senador Sérgio Petecão afirma que vive um de seus melhores momentos na política. Apesar do discurso otimista, interlocutores ponderam que a tentativa de reeleição ao terceiro mandato no Senado pode enfrentar obstáculos. Petecão saiu derrotado nas duas disputas majoritárias mais recentes em que esteve envolvido — ao governo do Estado e nas prefeituras que apoiou em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. A avaliação é de que a próxima eleição não será simples.
Mãe de filho adotado
A candidata ao Governo pelo Progressistas, Mailza Assis, já vai ter um grande desafio pela frente: garantir a manutenção da Faculdade Estadual do Acre. Se for levar isso a sério, vai ser uma prova rara de gestão que Mailza terá. Politicamente, Gladson jogou para a galera, mas a fatura ficará para a colega. Toda solidariedade da coluna a ela.
Mais informação
Alan Rick, candidato ao Governo pelo Republicanos, não quis se manifestar sobre a Faculdade Estadual do Acre. Disse que vai procurar se inteirar melhor do assunto para poder se posicionar a respeito.
Infraestrutura
Entrega parcial do complexo viário em Rio Branco e obra de R$ 12 milhões na BR-364 mostram avanço logístico no Acre. Enquanto a capital ganha fluidez, o interior busca estabilidade estrutural — dois ritmos de investimento que ainda evidenciam desigualdade regional.

Imunoterapia
Produção nacional de imunoterapia pode ampliar acesso no SUS e reduzir custos. Para o Acre, onde a alta complexidade ainda é limitada, a medida representa potencial ganho, mas depende de incorporação e logística efetiva.
No caminho certo
Com apenas 1.558 exames, Acre fica entre os piores no rastreio de câncer de intestino. Enquanto isso, Brasil cresce 190% na testagem — desigualdade regional permanece crítica.
Energia
Com 42,1 mil famílias atendidas e R$ 5,19 milhões investidos, o Gás do Povo avança no Acre. O programa amplia cobertura, mas reafirma a dependência de subsídios diante do alto custo do botijão no país.
Social
Programa de gás evidencia recorte de gênero: 85% dos lares atendidos no Acre são chefiados por mulheres. Dado reforça centralidade das políticas sociais, o que no fim não é um mal negócio…
Educação
Projeto Pequenos Brilhantes aposta na formação cidadã desde o ensino fundamental. A prevenção aparece como estratégia de longo prazo, com baixo custo e alto impacto social.
Gestão
Acre sobe para 13º em solidez fiscal e mantém índice de 19,6%. Apesar do avanço, ainda está fora do grupo de elite, indicando equilíbrio, mas sem capacidade robusta de investimento.
Política
Renúncia de Bocalom abre novo ciclo em Rio Branco -isso é claro porque quem está na cadeira de prefeito agora é o vice. Discurso de “missão maior” antecipa movimentação eleitoral, enquanto a transição testa a continuidade administrativa.
Resultado inusitado
A eleição da Ufac terminou com um arranjo raro: Josimar eleito reitor e Almecina, da chapa adversária, como vice. Voto separado deu nisso.
Ufac agora é agro
Filho de produtor rural e engenheiro agrônomo: esse é o perfil do futuro reitor da Universidade Federal do Acre. O campo ganha espaço no comando da instituição.
Chapa dividida
Reitor de um lado, vice do outro. A nova gestão já nasce com o desafio de provar que consegue governar junta — mesmo tendo disputado em lados opostos.

Digital de Guida
Nos bastidores, cresce a leitura de que a reitora Guida Aquino teve papel direto no desfecho. A divisão do grupo político abriu caminho para o resultado.
Racha calculado
Tudo começou com o rompimento entre Guida e Josimar. E acabou fragmentando o grupo que mandava na Ufac desde 2012.
Dissidência no poder
O que era unidade virou disputa interna. Agora, os dissidentes assumem o comando — fruto direto da quebra de alianças.
Mudança ou continuidade?
Josimar foi eleito como alternativa, mas é o atual vice-reitor da gestão. A pergunta que fica: muda o rumo ou apenas troca o nome?
Conta política
A eleição escancarou mais que votos: mostrou articulação, rompimentos e reposicionamentos. Guida apostou na divisão — e perdeu o controle do jogo.
Caneta final
Mesmo eleito, Josimar ainda depende da nomeação do presidente Lula. Até lá, o capítulo final dessa disputa segue em aberto.
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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