
Diretamente dos anos 2000 para o Carnaval de 2026. A Mulher Pera voltou a a aparecer depois de ser impedida de desfilar no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, nesta sexta-feira (13/2), e fez muita gente relembrar uma era em que mulheres-fruta dominavam capas de revistas, programas de TV e, claro, o imaginário popular.
Por trás do apelido está Suéllem Cury. Diferente de Melancia, Jaca, Melão e Morango, ela não surgiu como dançarina. Em 2009, apareceu direto como cantora e adotou o nome artístico inspirado no quadril largo e na cintura fina, marca registrada da personagem.
Em 2010, A Mulher Pera tentou uma vaga como deputada federal por São Paulo. Não rolou. Em 2012, voltou à disputa, dessa vez como candidata a vereadora na capital paulista. Também não deu para ela.
Em 2013, a Mulher Pera foi oficialmente aposentada para dar lugar à apresentadora do programa infantil “A Fadinha do Brasil”, na RedeTV!. Um ano depois, Suéllem encerrou de vez a carreira artística, se casou em 2015 com o empresário Jamil Cury, teve um filho e passou a atuar como empresária no ramo de joias.
Confusão em São Paulo
A noite da Mulher Pera no Anhembi acabou ainda na concentração. Segundo a assessoria de Suéllem Cury, ela foi impedida de desfilar pela Mocidade Unida da Mooca pouco antes da entrada da escola na Avenida, nesta sexta-feira (13/2). A justificativa apresentada à coluna foi um suposto atraso, versão que a influenciadora contesta e diz não corresponder ao que aconteceu nos bastidores.
Ainda de acordo com o relato da própria Mulher Pera, o problema foi além do relógio. Ela afirma que não gostou da fantasia entregue pela escola, resolveu trocar o figurino por conta própria e a decisão não caiu bem na agremiação. O desfecho foi registrado em vídeo, ao qual este colunista teve acesso, com direito a discussão minutos antes do desfile e veto final à sua participação.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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