
Morto em operação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), o traficante Cláudio Augusto dos Santos (foto em destaque), de 55 anos, conhecido como Jiló dos Prazeres, tinha uma extensa ficha criminal e foi classificado pelo atual secretário de Estado de PM e comandante-geral da corporação, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, como “sanguinário”. Ele era chefe do Comando Vermelho (CV) no Morro dos Prazeres.
Jiló era considerado um dos líderes mais “experientes” da facção criminosa. Com 135 anotações criminais,ele respondia por homicídio, sequestro, cárcere privado e tráfico de drogas.
Seu nome aparecia envolvido em registros criminais pelo menos desde 1990. Havia oito mandados de prisão em aberto contra o criminoso.
Ao anunciar a morte, o chefe da PM descreveu o criminoso como uma “liderança sanguinária e violenta, responsável por diversas ações criminosas na área do centro e Zona Sul da cidade.”
Morte de turista
À época da morte do italiano, Jiló havia deixado a prisão há apenas 30 dias.
Em 2018, Jiló apareceu em uma investigação como chefe do tráfico na Rua do Lavradio.
Já em 2024, uma operação da Polícia Civil apreendeu cinco toneladas de drogas na comunidade do Fallet, em Santa Teresa, que pertenceriam ao grupo do qual Jiló fazia parte
Terror no Rio
Na manhã desta quarta-feira (18/3), um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontin, próximo ao acesso ao Túnel Rebouças, na região central do Rio, por traficantes do CV. O veículo foi destruído pouco depois da morte de Jiló dos Prazeres.
Além de Jiló, outras sete pessoas morreram na ação, que é um desdobramento de uma operação realizada nessa terça (17), quando foram expedidos 28 mandados de prisão contra integrantes do grupo.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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