
Em um comunicado raro nesta segunda-feira (9/2), o rei Charles III comentou sobre a participação de seu irmão Andrew Mountbatten-Windsor com o escândalo sexual de Jeffrey Epstein. Por meio de porta-vozes do Palácio de Buckingham, o monarca demonstrou “preocupação profunda” com as novas provas da participação do ex-príncipe, divulgadas no dia 30 de janeiro.
A nota afirma que Charles apoiará “integralmente” a investigação do caso, bem como os desdobramentos do vazamento de dados sensíveis da realeza que Andrew promoveu enquanto era representante do comércio do Reino Unido. De acordo com os últimos arquivos divulgados, o ex-príncipe compartilhou informações sobre viagens que membros da realeza fizeram à Asia.
O rei reiterou “pensamentos e solidariedade” às vítimas de Epstein e afirmou: “Como já foi dito, os pensamentos e a solidariedade de suas majestades estiveram, e continuam a estar, com as vítimas de todas e quaisquer formas de abuso.”

Ostracismo de Andrew cresce em meio novos desdobramentos
Essa é mais uma ação da realeza em meio aos mais recentes desdobramentos do caso Epstein. Na segunda-feira (2/1), Andrew foi despejado na calada da noite da Royal Lodge, residência na qual viveu durante a maior parte de sua vida.
A medida seria uma tentativa de afastar o ex-membro da realeza — que deu início ao seu exílio forçado — e evitar desgastar ainda mais a imagem do reinado do irmão, o rei Charles III. A ex-mulher de Andrew, também teria relações com o caso. De acordo com o portal britânico Express, Sarah Ferguson pode ter dormindo com magnata.

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Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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