Ricco tem demissões em massa após paralisação

De acordo com o ex-funcionário, ao menos 25 motoristas já teriam sido desligados, sendo dois por justa causa. Somente na segunda-feira (9), conforme relatou, 16 profissionais foram demitidos.

“É uma perseguição muito grande contra a gente, porque fizemos uma paralisação de advertência e fomos penalizados com essa demissão em massa. Eu e outro motorista recebemos justa causa e saímos sem sequer fazer o exame demissional. Até agora, não sei oficialmente o motivo da minha demissão”, afirmou.

Felizardo também alega que a empresa não estaria efetuando o pagamento das verbas rescisórias dentro do prazo legal.

“Pelo que apuramos, eles não estão pagando. Tem motoristas que saíram há três meses e ainda não receberam. No meu caso, como foi justa causa, vou precisar recorrer à Justiça para tentar reverter a situação. Não recebi nenhuma justificativa formal, apenas fui informado por terceiros de que estava sendo demitido por justa causa”, declarou.

O motorista ainda criticou as condições de trabalho oferecidas pela empresa desde o início das atividades no estado, em 2022.

Segundo ele, houve promessas que não teriam sido cumpridas. “Prometeram muita coisa quando chegaram, mas nada foi feito. Farda só entregaram depois de três anos, e ainda de baixa qualidade. É muito complicado trabalhar nessa empresa”, disse.

José Felizardo afirmou que esteve na Câmara Municipal em busca de apoio para a categoria. “Estamos tentando apoio para ver se conseguimos reverter essa situação e dar visibilidade ao que está acontecendo”, concluiu.

Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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