
A Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) informou que os policiais envolvidos na ação que ocasionou a , foram afastados de suas atividades. Andréa morreu nesse domingo (15/3), após ser baleada durante uma perseguição policial em Cascadura, na zona norte do Rio.
A ordem do afastamento foi determinada pelo comandante do Batalhão de Rocha Miranda (9⁰ BPM), guarnição na qual os policiais estão lotados. Após a tragédia, a corregedoria geral da corporação instaurou um procedimento para apurar os fatos em torno da ocorrência no bairro de Cascadura.
No domingo, a médica visitou os pais e, após sair, entrou em seu carro, um Corolla. Segundo a PMERJ, o 9⁰ BPM foi acionado após denúncias de que criminosos em um Corolla Cross (veículo semelhante ao da vítima) realizavam assaltos na região.
A PMERJ informou que os policiais deram ordem de parada aos bandidos. No entanto, os ocupantes dos veículos reagiram, dispararam contra a polícia e fugiram, iniciando uma troca de tiros durante a perseguição.
O Corolla Cross seguiu pelas ruas Eufrásio Corrêa, Colúmbia, Goiás, Cupertino e Mendes, parando apenas na Rua Palatinado. Ao chegarem ao local, os agentes avistaram o carro de Andrea e a encontraram sem vida no banco do motorista, com uma perfuração causada por disparo de arma de fogo.
Câmera corporal
Os militares lotados no 9º BPM portavam câmeras corporais, dispositivo que permitiu o registro de toda ação policial. A coporação comunicou que tanto as câmeras quanto as armas estão à disposição da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) para possíveis investigações.
Os equipamentos utilizados pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil. A Secretaria de Estado de Polícia Militar diz que colabora integralmente com as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
O caso foi repassado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) da PCERJ.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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