
Morreu nesta quinta-feira (5/2) o cantor Marcos Silva, aos 47 anos. O artista, que já foi vocalista das bandas Muleke Doido e Forró Bandido, estava internado desde o dia 20 de janeiro em um hospital do município de Horizonte, no Ceará. Segundo informações, ele faleceu por conta de complicações provocadas por um câncer.
Estado grave
Um dia após ser internado, o cantor de forró, conhecido no meio da vaquejada, publicou um comunicado em suas redes sociais no qual afirmou que precisaria realizar uma cirurgia de emergência. Segundo pessoas próximas, o quadro de saúde do artista se agravou nos últimos dias e ele não resistiu.
Em dezembro de 2023, Marcos Silva havia sido diagnosticado com um câncer no intestino. Em entrevistas, ele afirmou estar recuperado da doença. Mesmo assim, ele relatou ter passado mal após um show em Francisco Macêdo, no Piauí. Em agosto de 2024, ele deixou a banda Forró Bandido após dois anos como vocalista.
Nas internet, amigos e familiares do artista chegaram a pedir ajuda financeira aos seguidores para custear o tratamento do cantor. “Ele se encontra no balão de oxigênio, lutando pela a sua vida”, escreveu a família em um apelo feito no Instagram.
Comunicado
Nas redes sociais, o grupo Forró Bandido se manifestou e lamentou a morte do cantor. “Marcos Silva esteve quase dois anos à frente do Forró Bandido e, nesse tempo, foi muito mais que um cantor no palco. Foi parceiro, amigo e parte fundamental da nossa caminhada”, começou a nota.
“Dividimos estradas, palcos e momentos únicos, sempre vividos com verdade. Marcos sempre foi carismático, humilde, atencioso e de um coração imenso. Um ser humano do bem, que contribuiu de forma marcante para a nossa história e deixou sua marca de maneira verdadeira e especial”, seguiu o texto.
Ao encerrar, o grupo afirmou que sua história seguirá viva: “Hoje, a tristeza é grande com essa partida, mas a gratidão é ainda maior. Gratidão por cada estrada percorrida, cada show vivido, cada conversa, cada sorriso e cada momento especial que ficará guardado para sempre em nossa memória e em nosso coração.”
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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