Saiba por que Bruna Marquezine não tem mais interesse em fazer novelas

Bruna Marquezine praticamente cresceu na televisão, aos olhos do Brasil. A atriz começou sua carreira ainda criança, em Mulheres Apaixonadas (2003), e construiu uma longa trajetória em novelas Globo. Mas, longe do formato há cerca de oito anos, a atriz garantiu que não pretende retomar nem tão cedo.

Em entrevista a este colunista do Metrópoles, Bruna explicou o porquê de se afastar das novelas e disse que tem priorizado projetos fora da televisão aberta. A atriz indicou ainda que não há planos para voltar ao formato no curto prazo.

“Agora, não. A novela foi um formato que explorei muito. Acho que fiz 14 novelas, fiz muitas novelas. Sou muito grata ao formato, à Globo e a todas as pessoas que caminharam comigo. Mas hoje não tenho vontade de voltar para esse formato”, disse.

Bruna também reconheceu a relevância das novelas na televisão brasileira e o alcance junto ao público. Ao mesmo tempo, explicou que a pausa foi necessária para manter o interesse pelo tipo de produção.

“Tem um valor gigantesco para mim. E acessa as pessoas do Brasil inteiro. A novela ainda é o que a maior parte da nossa população assiste. Tenho vontade de fazer arte para todo mundo, mas é um formato que explorei muito. Até para que eu não perca o amor pelo formato, foi necessário essa pausa”, afirmou.

Ainda durante o papo, Marquezine citou o processo de criação em obras abertas, como as novelas. Ela destacou limitações no desenvolvimento de personagens nesse tipo de produção. O que para ela, por agora, não é muito atrativo.

“É um formato longo. Porque é uma obra aberta, toda obra aberta acaba não te possibilitando aprofundar tanto na criação e na elaboração do seu personagem. Você está sempre meio aberto a uma mudança, uma possibilidade. Tudo pode mudar em uma novela. E confesso que tenho muito prazer no desenvolvimento do personagem na obra fechada”, explicou.

Por fim, Bruna reforçou a importância das novelas na formação profissional, mas indicou interesse em explorar outras possibilidades.

“Novela é uma baita escola. É diferente, delicioso, divertido e um aprendizado. Mas hoje quero experimentar novos formatos que não tive tanta oportunidade de fazer”, concluiu.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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