
O caso veio à tona em 24 de janeiro, quando o investigado, um empresário, foi flagrado durante operação policial, com apoio do Conselho Tutelar, nu, no quarto com a vítima, que estava em estado de choque.
Tortura
As investigações da PCMG revelaram que a mãe, além de facilitar os encontros, também coagiu a menina a se prostituir.
Para viabilizar os abusos, ela dopava a filha com remédios sedativos e utilizava pomadas anestésicas nas partes íntimas da criança para tentar minimizar os efeitos das agressões.
Além disso, a vítima era agredida com fios e sofria ameaças de morte constantes para não revelar o esquema criminoso.
Carta de socorro
Os crimes só foram interrompidos após a adolescente entregar uma carta pedindo socorro a uma colega de escola.
A partir da denúncia, a Polícia Civil assumiu o caso e reuniu elementos que levaram ao indiciamento dos suspeitos.
O homem responderá por estupro de vulnerável praticado diversas vezes. Já a mulher foi indiciada por favorecimento à prostituição de vulnerável.
O delegado responsável pelo inquérito, Eduardo Placheski Trepiche, destacou a gravidade do caso e a importância da atuação rápida da polícia para preservar a integridade da menina.
“Nossa atuação técnica visa não apenas à responsabilização dos indiciados, mas, sobretudo, interromper ciclos de violência que ferem pessoas vulneráveis. A Polícia Civil está vigilante e atenta para que crimes dessa natureza sejam combatidos com o rigor da lei”, afirmou.
O inquérito foi concluído e encaminhado à Justiça.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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