STF, BC e PF articulam resposta a crimes financeiros após Caso Master

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Estátua da justiça em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal STF - Metrópoles

O Supremo Tribunal Federal (STF), o Banco Central (BC), a Polícia Federal (PF) e o BNDES articulam uma estratégia conjunta para sufocar financeiramente o crime organizado, com foco no combate à lavagem de dinheiro e aos crimes cibernéticos.

Representantes dos órgãos se reuniram, nesta segunda-feira (23/3), na presidência do Supremo. A prioridade é a criação de um grupo voltado ao enfrentamento de crimes financeiros digitais, diante da escalada dessas práticas no país, especialmente agora com o caso Master.

Na audiência, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, destacou que a instituição trabalha na elaboração de normas para reforçar a segurança do sistema financeiro, com foco na prevenção de operações suspeitas e na mitigação de riscos.

O encontro também serviu para que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a PF e o BNDES ressaltassem a importância da troca de informações e do desenvolvimento de ferramentas para o rastreamento de operações financeiras ilícitas.

Os órgãos destacaram que o aprofundamento das investigações da PF contará com o compartilhamento de dados entre as instituições.

A iniciativa, segundo os órgãos, busca ampliar a integração, regulação e investigação, com o objetivo de tornar mais eficaz a identificação e interrupção de fluxos financeiros ligados a atividades criminosas.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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