“Superalimento” popular é retirado do mercado após contaminação

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cápsulas de suplementos

Um suplemento considerado “natural” e amplamente consumido por quem busca mais energia e saúde virou motivo de preocupação nos Estados Unidos. Cápsulas de moringa — vendidas como aliadas do bem-estarestão sendo retiradas do mercado após ligação com um surto bacteriano que já deixou pessoas doentes.

Lotes de suplementos à base de moringa foram associados a uma contaminação por Salmonella, bactéria que pode causar infecções graves. O caso mais recente envolve cápsulas da marca Rosabella, retiradas do mercado após investigação de órgãos como FDA e CDC. 

Até o momento, foram confirmados casos em vários estados dos EUA, com registros de hospitalizações

O ponto mais preocupante é que a cepa identificada apresenta resistência a antibióticos, o que dificulta o tratamento e aumenta o risco para pacientes mais vulneráveis

Por que isso é tão grave

A moringa é frequentemente vendida como um “superalimento”, usada em cápsulas, pós e misturas verdes. O problema é que, quando contaminada, ela pode se tornar um veículo direto de doenças.

Sintomas mais comuns da infecção incluem:

 

Os sinais podem surgir entre 6 e 72 horas após o consumo e durar vários dias — com risco maior para idosos, crianças e pessoas com imunidade baixa

Não é um caso isolado

O alerta atual faz parte de uma sequência preocupante. Investigações anteriores já haviam ligado produtos com moringa a surtos que afetaram dezenas de pessoas.

Isso indica que o problema pode estar na cadeia de produção — e não apenas em um produto específico.

Onde os produtos eram vendidos

Os suplementos contaminados foram comercializados principalmente online, incluindo plataformas populares de e-commerce e redes sociaisOu seja, muita gente pode ter comprado sem saber do risco.

O alerta que ninguém esperava

O caso acende um sinal vermelho sobre produtos vendidos como “naturais”. Nem tudo que vem da natureza é automaticamente seguro — especialmente quando passa por processos industriais e cadeias globais de distribuição.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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