TitaN, streamer e gamer profissional de LoL, é denunciado por estupro

Reprodução/Instagram
Streamer conhecido como TitaN com microfone

Alexandre Lima dos Santos, streamer e jogador profissional de League of Legends (LoL) conhecido como TitaN, foi denunciado por crimes sexuais envolvendo ao menos três mulheres, incluindo uma adolescente de 16 anos. Após a repercussão do caso, o atleta de 25 anos foi desligado da equipe de esportes eletrônicos PaiN Gaming.

“A paiN Gaming informa o desligamento de Alexandre TitaN Lima da organização. Como instituição, pautamos nossas decisões por princípios e pela responsabilidade que carregamos com a nossa história, com a comunidade e com tudo que a paiN representa”, publicou a equipe.

Ao Metrópoles, a Polícia Civil de São Paulo confirmou que a ocorrência foi registrada como divulgação de pornografia, estupro de vulnerável e importunação sexual na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo. Segundo a corporação, o procedimento está em andamento para localizar o suspeito e esclarecer os fatos.

O boletim de ocorrência cita o envio de conteúdo adulto a uma menor de idade, a divulgação não consentida de um vídeo íntimo de uma ex-namorada e o relato de uma terceira mulher, que afirma ter sido abusada enquanto estava embriagada.

Em janeiro, a ex-namorada Gabriela Zambrozuski já havia tornado públicas acusações contra o streamer. Na época, TitaN se manifestou nas redes sociais, reconheceu falhas pessoais e profissionais, mas afirmou que “não houve crime”.

Salve, rapa!!

Tô aqui pra trocar uma ideia com vocês sobre o que fiz.

Não vou fugir nem tentar me justificar: eu traí, quebrei a confiança das pessoas que estavam ao meu lado e decepcionei todos ao meu redor. Isso inclui família, time, amigos e as pessoas que torce por mim.

Na…

— paiN TitaN (@titanlolOficial) February 11, 2026

Alexandre Lima dos Santos, o TitaN, foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou até a publicação desta matéria.

Se estiver passando por uma situação de violência ou presenciar algum caso, busque ajuda e denuncie. Ligue 190 (Polícia Militar), 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 181 (Disque Denúncia). Os serviços são gratuitos e garantem sigilo.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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