Trump confirma morte de líder supremo do Irã, Ali Khamenei. Siga no Youtube

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Ali Khamenei, aiatolá iraniano -- Metrópoles

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (28/2) a morte líder supremo do Irã, Ali Khamenei. A confirmação foi publicada pelo presidente norte-americano nas redes sociais.

“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”, disse Trump na Truth Social.

O presidente dos Estados Unidos declarou a morte de Khamenei é uma “oportunidade” dos iranianos recuperarem seu país.

“Esta é a maior chance para o povo iraniano recuperar seu país. Estamos ouvindo que muitos de seus membros da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e policiais não querem mais lutar e estão buscando imunidade”, argumentou Trump.

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O líder norte-americano disse esperar que exista um diálogo pacífico das forças de segurança com os “patriotas” iranianos. Trump prometeu também que os bombardeios vão continuar “durante toda a semana” ou “pelo tempo que for necessário”. 

“Esperamos que a Guarda Revolucionária Islâmica e a Polícia se unam pacificamente aos patriotas iranianos e trabalhem juntos como uma unidade para trazer o país de volta à grandeza que ele merece […]. Os bombardeios pesados ​​e precisos, contudo, continuarão ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”, declarou.

Ataques dos EUA e Israel ao Irã

O mundo voltou os olhos ao Oriente Médio neste sábado (28/2) depois do ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Os indícios de uma possível investida ganharam força após os EUA esvaziarem suas embaixadas no país, o que acabou se confirmando horas depois.

Em um primeiro momento, o ministro da Defesa de Israel afirmou que a ação tinha como objetivo “eliminar ameaças” e denominou a ofensiva de “Operação Fúria Épica”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o ataque teve como objetivo acabar com ameaças aos norte-americanos, que seriam as armas nucleares supostamente em posse do Irã. Em resposta, o regime iraniano atacou bases americanas no Oriente Médio.

O que se sabe até aqui

Segundo ataque dos EUA ao Irã em menos de um ano

O último ataque registrado dos EUA e de Israel contra o Irã havia ocorrido em junho do ano passado.  A nova ofensiva ocorre após o fim das negociações entre EUA e Irã na sexta-feira (27/2), quando não houve avanço para o desmantelamento do programa nuclear iraniano.

Na ocasião, Trump afirmou que “não estava feliz” com o progresso das conversas, que teriam nova rodada na semana seguinte — agora, não há indicativos de retomada do diálogo.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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