Trump descarta cessar-fogo e afirma que está "aniquilando" o Irã

Alex Wong/Getty Images
WASHINGTON, DC - FEBRUARY 20: U.S. President Donald Trump speaks answers questions during a press briefing held at the White House February 20, 2026 in Washington, DC. The U.S. Supreme Court today ruled against Trump’s use of emergency powers to implement international trade tariffs, a central portion of the administration’s core economic policy. (Photo by Alex Wong/Getty Images)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (20/3) pode dialogar com o Irã, mas que não quer um cessar-fogo na guerra.

“Podemos dialogar, mas não quero um cessar-fogo. Não se faz um cessar-fogo quando se está literalmente aniquilando o outro lado. Eles não têm marinha, não tem força-aérea, eles não têm equipamentos […] e os líderes deles estão todos mortos. Não é isso (cessar-fogo) que queremos”, disse o presidente americano em uma entrevista à imprensa na frente da Casa Branca.

Entrando no 21° dia de guerra, a aliança entre Estados Unidos e Israel matou em bombardeios o líder supremo do Irã, Ali Khamenei em 28 de fevereiro, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança, Ali Larijani nessa terça (17/3) – figuras do alto escalão do regime iraniano.

O Irã prometeu vingança e lançou ataques contra Israel após a morte de Larijani.

O conflito no Oriente Médio tem envolvido ataques contra estruturas energéticas no Oriente Médio. Israel atacou na quarta-feira o maior campo de gás do país, o South Pars. O Irã retaliou com bombardeios contra estruturas energéticas do Golfo Pérsico.

O filho de Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei foi escolhido como novo líder supremo. Desde que sucedeu o pai, ele ainda não foi visto em público.

Além disso, o fechamento do Estreito de Ormuz por parte do Irã causou uma alta no barril de petróleo internacional – chegando a bater US$ 115 a unidade nessa quinta (19/3), e uma crise diplomática entre os EUA e a Otan.

Nesta sexta, Trump chamou os demais países do bloco de “covardes”, por não quererem ajudar na reabertura do canal marítimo pelo qual passa 20% do petróleo do mundo.

O chefe do departamento de guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nessa quinta que “não há um prazo definitivo para o fim da guerra”.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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