
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou , nesta terça-feira (20/1), o convite para que o líder brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integre o conselho de paz para Gaza.
O republicano afirmou gostar de Lula e disse que o brasileiro terá um “grande papel” no conselho.
“Eu convidei. Eu gosto dele. Lula terá um grande papel no Conselho de Paz de Gaza”, declarou Trump.
Lula analisa convite
O governo brasileiro confirmou o recebimento do convite na última sexta-feira (16/1), mas pondera que Lula ainda não tomou uma decisão.
Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, o presidente prefere avaliar cuidadosamente as condições geopolíticas, diplomáticas e financeiras envolvidas antes de aceitar integrar o grupo.
O tema foi discutido em reunião entre Lula e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na manhã de segunda-feira (19/1), no Palácio do Planalto.
O Metrópoles apurou que a equipe do presidente analisa o documento de forma minuciosa e que não há prazo definido para o envio de uma resposta ao governo norte-americano.
Entre os principais pontos em estudo estão:
Conselho da Paz em Gaza
O documento assinado pelo republicano estabelece que haverá um grupo de membros permanentes — condição que exige o pagamento de uma taxa de US$ 1 bilhão ao fundo do conselho ainda no primeiro ano de funcionamento.
Além de Lula, foram convidados outros chefes de Estado, como o presidente da Argentina, Javier Milei; o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan; o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi; o presidente da Rússia, Vladimir Putin e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney.
A criação do conselho faz parte da segunda fase do plano de 20 pontos apresentado pelo norte-americano para encerrar o conflito na Faixa de Gaza, com foco na desmilitarização e na reconstrução do território.
Também integram o colegiado, na condição de membros-fundadores, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. Foram oficializados ainda o enviado especial de Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e o genro do presidente norte-americano, Jared Kushner.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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