
Em um novo post na Truth Social, neste sábado (14/3), o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que outros países, especialmente os afetados pela tensão no Estreito de Ormuz, “enviarão navios de guerra, em conjunto com os Estados Unidos da América, para manter o estreito aberto e seguro”.
Apesar da certeza inicial em sua fala, Trump citou alguns países e disse que “espera” que a China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido enviem as embarcações.
O canal marítimo fica localizado entre o norte do Irã e o sul de Omã, por onde passam cerca de 20% do petróleo mundial e mais de um terço do gás natural liquefeito.
Leia a íntegra do post:
“Muitos países, especialmente aqueles afetados pela tentativa do Irã de fechar o Estreito de Ormuz, enviarão navios de guerra, em conjunto com os Estados Unidos da América, para manter o estreito aberto e seguro.
Já destruímos 100% da capacidade militar do Irã, mas é fácil para eles enviarem um ou dois drones, lançarem uma mina ou um míssil de curto alcance em algum ponto ao longo ou dentro dessa hidrovia, não importa o quão derrotados estejam.
Esperamos que a China, a França, o Japão, a Coreia do Sul, o Reino Unido e outros, afetados por essa restrição artificial, enviem navios para a área para que o Estreito de Ormuz deixe de ser uma ameaça de uma nação que foi totalmente decapitada.
Enquanto isso, os Estados Unidos bombardearão impiedosamente a costa e continuarão a abater barcos e navios iranianos. De uma forma ou de outra, em breve teremos o Estreito de Ormuz ABERTO, SEGURO e LIVRE! Presidente DONALD J. TRUMP”
Nessa sexta-feira (13), como resposta à intensificação dos ataques iranianos no estreito, os Estados Unidos enviaram cerca de 2,5 mil fuzileiros navais para a região a bordo de navios de guerra.
O envio foi solicitado pelo Comando Central dos EUA, responsável pelas forças americanas no Oriente Médio, ao secretário de Defesa, Pete Hegseth. Os fuzileiros navais devem se juntar que já estão na região.
À noite, Trump fez outro pronunciamento na redes social, afirmando que “o Comando Central dos Estados Unidos executou um dos bombardeios mais poderosos da história do Oriente Médio”. Confira:
“Nossas armas são as mais poderosas e sofisticadas que o mundo já conheceu, mas, por razões de decência, optei por NÃO destruir a infraestrutura petrolífera da ilha. Contudo, caso o Irã, ou qualquer outro país, interfira na livre e segura passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, reconsiderarei imediatamente essa decisão”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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