
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu, neste domingo (1º/3), “vingar” a morte dos três militares norte-americanos no conflito com o Irã. Em um vídeo publicado nas redes sociais, Trump admitiu também o risco de mais baixas americanas nos próximos dias.
“Infelizmente, é possível que haja mais [baixas]. Mas os EUA vingarão suas mortes e desferirão o golpe mais devastador contra os terroristas que estão travando uma guerra, essencialmente, contra a civilização.”, afirmou o líder norte-americano.
Trump também fez uma ameaça de morte para integrantes da Guarda Revolucionária iraniana, caso não baixem as armas. “Exorto novamente a Guarda Revolucionária, as forças armadas iranianas e a polícia a deporem as armas e receberem imunidade total, ou enfrentarão a morte certa”, argumentou.
No mesmo vídeo, o presidente dos Estados Unidos fez um apelo à resistência de cidadãos iranianos contra o regime. “Apelo a todos os patriotas iranianos que anseiam por liberdade que aproveitem este momento, que sejam corajosos, ousados, heroicos e retomem seu país”, afirmou.
Em um balanço da ação dos EUA, o republicano afirmou que centenas de alvos foram atingidos, incluindo instalações da Guarda Revolucionária e sistemas de defesa aérea, e que líderes do comando militar iraniano “se foram”.
O titular da Casa Branca disse ainda que as operações continuarão até que “todos os objetivos” sejam atingidos. “As operações de combate continuam neste momento com força total, e continuarão até que todos os nossos objetivos sejam alcançados. Temos objetivos muito fortes”, garantiu.
Conflito está no 2º dia
Os ataques começaram no sábado (28/2), em uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel, e atingiram a capital Teerã e regiões do país. O ataque resultou na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e outras lideranças do regime. Segundo a mídia estatal iraniana, mais de 200 pessoas morreram e outras 700 ficaram feridas após a ofensiva.
O Irã retaliou a operação com ataques às bases militares dos Estados Unidos em países da região do Golfo. Também foram lançados mísseis que atingiram áreas civis de Israel e Emirados Árabes, por exemplo. Três soldados norte-americanos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos nas ações.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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