
Um vídeo obtido pelo Metrópoles mostra o momento em que , na zona sul de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (9/2). Ele é suspeito de integrar uma “rede criminosa estruturada voltada à exploração sexual de crianças e adolescentes”, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
A prisão se deu no âmbito da Operação Apertem os Cintos, da 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia. O piloto Sérgio Antônio Lopes foi preso dentro de uma aeronave, durante os procedimentos de embarque de um voo para o Rio de Janeiro.
A investigação apura os crimes de estupro de vulnerável, estupro, favorecimento da prostituição e da exploração sexual de criança e adolescente, uso de documento falso, produção, armazenamento e compartilhamento de material de pornografia infantojuvenil, perseguição reiterada (stalking), aliciamento de crianças e coação no curso do processo, evidenciando um contexto de extrema gravidade, marcado por abuso de vulnerabilidade, reiteração delitiva e grave violação à dignidade sexual de crianças e adolescentes.
Pelo menos três vítimas menores de idade já foram identificadas – duas com 11 e 12 anos de idade à época dos fatos e uma com 15 anos. Todas teriam sido submetidas a graves situações de abuso e exploração sexual.
Além da prisão do piloto, a operação desta segunda cumpre mandado de prisão temporária e oito de busca e apreensão contra quatro investigados em São Paulo e em Guararema, na Grande São Paulo.
Em nota, a Latam informou que abriu apuração interna e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. “A companhia repudia veementemente qualquer ação criminosa e reforça que segue os mais elevados padrões de segurança e conduta”, diz o texto.
Entenda o caso
O voo que seria pilotado por Lopes operou normalmente, decolando e pousando no horário previsto.
Avó “vendia” netas menores de idade para piloto da Latam
foi presa nesta segunda-feira, em São Paulo.
De acordo com a SSP, o inquérito policial começou em outubro de 2025. Desde então, já foram identificadas três vítimas, com 11, 12 e 15 anos, todas submetidas a graves situações de abuso e exploração sexual. Segundo a Polícia Civil, a rede criminosa estruturada era voltada à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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