Yoga na menopausa: prática equilibra saúde física e emocional

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Na foto uma mulher está em cima de um tapetinho de exercício fazendo uma posição do yoga - Metópoles

A menopausa é um marco biológico que traz transformações profundas, mas não precisa ser sinônimo de queda na qualidade de vida. Para muitas mulheres, a busca por longevidade e equilíbrio emocional encontra um porto seguro em uma prática milenar: o yoga. Diante das oscilações hormonais que desencadeiam ondas de calor, insônia e mudanças de humor, a modalidade surge como uma ferramenta terapêutica capaz de devolver o protagonismo feminino durante essa transição.

Entenda os benefícios da prática

Para a professora de yoga Fernanda Ester Machado, a prática é uma aliada estratégica para o público “40+”. Ela explica que a combinação entre movimento e silêncio é o que torna a atividade completa. “É importante frisar que a menopausa é um período de transição intensa. O equilíbrio entre as posturas físicas e a meditação favorece o autoconhecimento e auxilia a lidar com os sintomas de forma integrada”, pontua a especialista.

Ilustração de mulher com relógio e calendário representando a menopausa - Metrópoles
Definida pela interrupção definitiva da ovulação, a menopausa é a última menstruação, e ocorre entre os 45 e os 55 anos

A escolha da modalidade ideal

O universo do yoga é vasto, oferecendo intensidades que se adaptam a diferentes perfis e necessidades. Fernanda destaca as principais opções:

“Para mulheres na menopausa, o Hatha Yoga e a Yoga Restaurativa são ótimas opções, especialmente para iniciantes que buscam autocuidado e redução do estresse”, recomenda Fernanda.

Como começar

A especialista reforça que não existe limite de idade para iniciar. O segredo para colher os frutos da longevidade está na constância e no respeito aos próprios limites. Para quem está atravessando a menopausa, a orientação é começar com aulas leves, ao menos duas vezes por semana, incorporando a respiração consciente na rotina diária. “Com o tempo, é possível ajustar o ritmo ideal para se reconectar com o corpo e a mente”, finaliza a professora.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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