
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, comemorou nesta quinta-feira (5/2) a troca de prisioneiros de guerra com a Rússia, que resultou no retorno de 157 cidadãos ucranianos ao país.
“O mais importante é a troca. E 157 dos nossos cidadãos retornaram para casa do cativeiro russo. Por muito tempo não foi possível destravar as trocas, agora o processo existe e é importante que continue”, disse Zelensky.
O intercâmbio entre os dois países estava travado há cinco meses.
Segundo o presidente ucraniano, entre os libertados há militares que permaneceram quase quatro anos em cativeiro, período descrito como “extremamente longo e difícil”, diante do que chamou de crueldade russa.
Negociações trilaterais
EUA como mesa de negociações
O líder ucraniano adiantou, ainda, que novas reuniões já estão sendo planejadas, possivelmente nos Estados Unidos.
“Estamos prontos para todos os formatos de trabalho que possam realmente aproximar a paz e torná-la confiável e duradoura”, disse Zelensky, ao reforçar que o fim da guerra não pode resultar em qualquer tipo de recompensa à Rússia pela agressão.
Segundo Moscou, os militares russos libertados foram levados à Bielorrússia, onde recebem atendimento médico e psicológico.
Witkoff disse ainda que as negociações seguem em andamento e incluem debates sobre o mecanismo de cessar-fogo, questões territoriais e aspectos econômicos.
Autoridades russas avaliam o clima das reuniões como mais profissional do que em encontros anteriores.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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