Alanis Guillen vive um dos momentos de maior visibilidade da carreira na novela das nove da Globo, Três Graças. Na trama escrita por Aguinaldo Silva, a atriz interpreta Lorena, que se envolve com Juquinha, personagem de Gabriela Medvedovsky.
O casal ganhou repercussão nas redes sociais, com cenas compartilhadas por fãs no Brasil e no exterior. Com o sucesso internacional dos vídeos, a emissora passou a legendar os trechos em inglês e espanhol.
Em entrevista a este colunista do Metrópoles, Alanis comentou o impacto da personagem e a dimensão que a história alcançou fora do país. A atriz falou sobre o significado pessoal de interpretar Lorena e acompanhar a reação do público.
“Para mim está sendo muito especial poder contar essa história, me enxergar ali e poder me emprestar também. E ver esse movimento mundial acontecendo. Acho que é uma história que rompeu fronteiras por isso, por contar esse amor que a gente pouco vê. Se a gente vê, é sempre com um estereótipo”, afirmou.
A força da representatividade
Na conversa, Alanis também destacou a relevância da representatividade e a forma como enxerga a construção da relação entre as personagens. Para ela, a recepção do público está ligada à maneira como o romance é apresentado na novela.
“É muito importante. A gente está vendo a força da representatividade. Como transforma, como liberta, como educa. Como alimenta o amor nas pessoas. Dessa vez, a gente está contando com muita verdade. De uma horizontalidade bonita entre as duas. É o que eu espero, é o que eu vivo também”, disse.
Identidade e carreira
Atualmente, Alanis mantém um relacionamento com a produtora e gerente de projetos Giovanna Reis. As duas se conheceram em 2022 e, após um período de idas e vindas, assumiram a relação no início do ano passado.
Inclusive, a atriz se reconhece como uma pessoa de sexualidade fluida, termo utilizado por quem não se identifica de forma permanente com classificações como bissexual ou lésbica e entende a vivência afetiva de maneira mais aberta.
E, ainda durante a entrevista, ela revelou que já refletiu sobre os possíveis impactos de sua sexualidade na trajetória profissional. Segundo Alanis, a decisão de não esconder quem é sempre foi central em sua vida e carreira.
“Isso sempre pode bater. Mas sempre soube que o melhor caminho é ser quem a gente é. Se a gente esconde da gente mesmo, do mundo, uma hora a gente tropeça. Quando é quando se é, se fortalece, ama com mais verdade, atua com mais verdade, vive com mais vida. Acredito nisso”, declarou.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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