A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou nesta sexta-feira (20) as tarifas sobre produtos importados impostas globalmente…
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump
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MP investiga denúncia de estupro, declarações e manifestações de apoio envolvendo jogadores do Vasco-AC
A denúncia de violência sexual coletiva contra duas mulheres, supostamente praticada por quatro atletas da Associação Desportiva Vasco da Gama (Vasco-AC), ocorrida no dia 13 de fevereiro, motivou a instauração de procedimento investigatório criminal no Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A investigação também abrange declarações atribuídas ao treinador da equipe e outras manifestações […] -

Rastreio amplia diagnóstico precoce de câncer colorretal, diz estudo
AlexLMX/Getty Images
O rastreamento do câncer colorretal pode aumentar de forma significativa o número de diagnósticos em estágio inicial, especialmente nos dois primeiros anos depois da realização dos exames. É o que mostra um novo estudo publicado na revista Nature Medicine nesta sexta-feira (20/2), conduzido por pesquisadores da Universidade de Uppsala e do Instituto Karolinska, ambos na Suécia.
O câncer colorretal está entre os mais comuns no mundo, sendo o terceiro tipo de tumor mais frequente em homens e o segundo mais comum em mulheres, segundo dados da OMS. Assim como em outros tumores, a detecção precoce é fundamental para ampliar as chances de tratamento e reduzir o risco de morte.
Segundo os pesquisadores, tanto a colonoscopia quanto o teste imunoquímico fecal (FIT) levaram à identificação de mais casos em fase inicial, período em que as intervenções são mais eficazes e menos invasivas.
Como o estudo foi feito
A pesquisa faz parte do estudo sueco SCREESCO, iniciado em 2014 para comparar duas estratégias de rastreamento do câncer colorretal com a ausência do rastreio.
Mais de 278 mil pessoas, todas com 60 anos, foram selecionadas a partir dos registros da Suécia. Em seguida, eles foram divididos de forma aleatória em três grupos diferentes:
Todos foram acompanhados de 2014 até 2020 por meio dos registros de saúde, o que permitiu que os pesquisadores comparassem quantos casos de câncer surgiram, em que estágio foram diagnosticados e se foi observada alguma diferença entre os grupos.
Mais diagnósticos precoces e menos casos avançados
Os resultados indicam que os dois métodos de rastreio — colonoscopia e FIT — ampliaram a detecção dos tumores em estágio inicial, principalmente nos primeiros dois anos, quando a maioria dos exames foi realizada.
Além disso, houve redução no número de casos avançados nos grupos que fizeram o rastreamento. O maior efeito foi visto entre os participantes que fizeram o teste FIT: 0,61% desenvolveram câncer colorretal, em comparação com 0,73% no grupo controle.
Outro ponto destacado pelos autores é a possibilidade de identificar e remover as adenomas, lesões com potencial para evoluir para câncer. A retirada dessas alterações durante a colonoscopia pode ter um efeito de prevenção contra o câncer colorretal.

O sangramento pelo reto ou sangue nas fezes pode ser um dos primeiros sinais do câncer colorretal Riscos e segurança dos exames
O estudo também avaliou possíveis efeitos adversos associados ao aumento do número de colonoscopias. Foi observado um leve crescimento nos casos de sangramento gastrointestinal e na formação de coágulos sanguíneos, principalmente no primeiro ano. Ainda assim, esses eventos foram considerados raros, e a mortalidade geral foi semelhante entre os três grupos.
Próxima etapa do estudo
Os pesquisadores pretendem acompanhar os participantes até 2030 para verificar se o rastreamento, além de aumentar as chances de diagnóstico precoce, também diminui a mortalidade por câncer colorretal.
Segundo os pesquisadores, a expectativa é que os dados finais confirmem o benefício dos métodos de rastreio, reforçando a importância da detecção precoce como forma de prevenção e controle da doença.
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Filho de Rita Lee rebate jurada que criticou homenagem no Carnaval
Reprodução/Instagram
A Mocidade Independente de Padre Miguelterminou o Carnaval carioca de 2024 na 11ª posição do Grupo Especial. A escola perdeu 0,4 ponto no quesito Enredo após apresentar um carro alegórico em homenagem a Rita Lee. A penalidade rendeu uma crítica de João Lee, filho da catora que morreu em 2023.
No desfile, a artista foi retratada como Padroeira da Liberdade. A jurada Mônica Mançur justificou a perda de ponto: “A associação da figura de Rita Lee a qualquer título de ordem convencional (religiosa ou não), como no caso de Padroeira, desconstrói o recorte libertário do enredo apresentado. Por esta razão, retira-se um décimo”.
A decisão gerou reação de fãs e familiares da cantora. “Bem que a Mônica poderia trocar o Carnaval carioca para ser roteirista do Porta dos Fundos. Combina mais com a lógica e explicação dela”, avaliou João Lee, filho de Rita nas redes sociais.
A própria escola também criticou a interpretação da jurada. “Difícil, né? Alguém explica? A jurada só esqueceu de ler que a própria Rita Lee se chamava assim.”
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“A gente ficou chocada. Colocam de molho no hipoclorito com as etiquetas”, denunciou a presidente da Comissão de Saúde da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputada distrital Dayse Amarilio (PSB).
“Pode alterar os resultados dos exames. Podem ficar traças de hipoclorito e até de urina do paciente anterior”, alertou.
Acompanhada de integrantes do Conselho de Saúde, ela visitou o hospital nesta sexta-feira (20/2) e encontrou outros problemas.
Além da reutilização dos fracos de urina, a diligência identificou a falta de capotes, de filmes para exame Raio-x, fraldas e agulhas para crianças e idosos.
“Estão usando agulhas de adultos nas crianças e idosos. Muitas não aguentam a dor. É uma judiação”, contou Amarilio.
Emergência
Além disso, segundo a parlamentar, a reforma da Emergência está parada e sem previsão de conclusão. A unidade também enfrenta o problema de falta de profissionais de saúde nas escalas de plantão.
Para Pedro Bezerra, presidente do Conselho de Saúde de Planaltina, a situação do hospital parece “um cenário de guerra ou de pandemia”.
Outro lado
O Metrópoles entrou em contato com a Secretaria de Saúde. A pasta informou que já adotou as providências administrativas necessárias para regularizar o abastecimento.
Em nota, afirmou que os processos de aquisição estão em andamento, e acrescentou que acompanha permanentemente a situação para restabelecer a regularidade “o mais breve possível, a fim de minimizar impactos na assistência”.
A secretaria ressaltou que oscilações no fornecimento podem decorrer por fatores relacionados à dinâmica do mercado e aos trâmites legais que regem as aquisições públicas.
“A pasta reafirma seu compromisso com a assistência hospitalar e com a adoção das medidas necessárias para assegurar o pleno funcionamento da unidade”, destacou.










