Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Estupros em série: pai de santo que incorporava Zé Pilintra é preso

    Estupros em série: pai de santo que incorporava Zé Pilintra é preso

    Vinícius Schmidt/Metrópoles
    pai de santo com a mão no rosto

    O pai de santo Leandro Mota Pereira, de 37 anos (foto em destaque), que estava foragido desde agosto do ano passado, foi preso nessa terça-feira (10/2) por policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Conhecido como Pai Leandro de Oxóssi, ele foi capturado em Sobradinho II (DF), em um condomínio residencial. O suspeito foi encontrado dentro de um quarto, escondido embaixo da cama.

    De acordo com a Polícia Militar, a corporação recebeu informações sobre o possível esconderijo do foragido em um condomínio na região onde ocorreu a prisão. No local, duas mulheres atenderam os policiais no portão. Nesse momento, os militares avistaram o homem tentando fugir pelos fundos do imóvel e seguiram em sua direção, enquanto as mulheres tentavam impedir a ação policial.

    Contra ele havia um mandado de prisão em aberto pelo crime de estupro de vulnerável. Além disso, o suspeito também é investigado por pelo menos outros quatro estupros. Após a prisão, ele foi encaminhado à 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II).


    Entenda o caso: 


    Chá batizado

    Em um dos casos do qual a coluna Na Mira teve acesso, uma mulher foi convencida a dormir na propriedade na companhia de um casal de filhos, entre eles uma garota de 17 anos – também alvo do pai de santo, em maio de 2024.

    Quando a adolescente começou a dormir no local, Leandro sempre lhe oferecia chá e suco. No entanto, nas manhãs seguintes, a vítima relata que acordava com cólicas e sangramentos que não cessavam. Em uma das noites, como de costume, Leandro entregou o chá, mas a jovem tomou apenas um gole. No meio da madrugada, a garota acordou com o religioso completamente nu, deitado sobre ela.

    Assustado quando percebeu que a vítima estava consciente, o pai de santo teria tampado a boca da menina com as mãos para evitar que ela gritasse e assim consumasse o estupro. No dia seguinte, quando a adolescente acordou, a vítima disse que o suspeito a ameaçou, falando que se ela contasse para alguém, o irmão dela iria pagar. E que faria “macumba” para matar o garoto. Os estupros perduraram por semanas.

    Em várias oportunidades, o pai de santo sussurrava no ouvido da garota: ” O Zé já me falou que você quer”. O líder do terreiro usava a figura de “Zé Pilintra”, uma entidade popular na cultura afro-brasileira, para justificar suas ações criminosas. Logo depois, Leandro começava os abusos sexuais. De acordo com vítima, ele costumava simular a incorporação de “Seu Zé”, e que a entidade falava para a jovem que ela deveria manter relações com o chefe do terreiro.

    Sexo escondido

    O  pai de santo mirava mulheres suscetíveis aos ataques e que apresentassem sinais de vulnerabilidade e facilidade de manipulação. Outra vítima havia procurado a umbanda em busca de cura, proteção espiritual e apoio emocional. Após três meses frequentando o terreiro, Leandro passou a enviar mensagens por meio do WhatsApp para a jovem, convidando-a para ir até a loja de artigos religiosos que ele possuía.

    A vítima foi até o estabelecimento e ouviu do pai de santo que ele precisava “ensiná-la algo”. O suspeito foi direto e disparou: “Vamos começar a transar e ninguém vai ver”. À PCDF a mulher relatou que o religioso a obrigou a ter relações sexuais dentro da loja e na casa dela por semanas a fio.

    Controlador, Leandro ameaçou a vítima afirmando que havia “hackeado o celular” dela e conseguia ver todas as mensagens. Em um dos estupros, o religioso teria amarrado as mãos da mulher para trás e utilizado um cinto para bater nas costas e nádegas da vítima. Mesmo com os pedido para cessar com as agressões, o pai de santo teria prosseguido.

    A mulher passou a ser perseguida e ameaçada pelo líder do terreiro e precisou mudar de cidade e de telefone para escapar das investidas.

    “Jamais dopei ninguém com chá”

    Procurado pela coluna, Leandro nega as acusações. “Eu nunca tive qualquer relação sexual, consentida ou não, com esta pessoa, jamais dopei ninguém com chá ou qualquer outra bebida. A pessoa passava os fins de semana no terreiro para ritos religiosos, e estava sempre acompanhada de outros filhos de santo, em momento algum ficou sozinha comigo. Nunca, jamais houve estupro nem tive qualquer outro envolvimento com essa pessoa”, defendeu-se.

    O acusado disse, ainda, que nunca recebeu em sua loja de artigos religiosos nenhuma mulher com o propósito de ensinar algo, nem pediu para ter relação sexual com ninguém. “Nunca fiquei sozinho com nenhuma mulher na loja, muito menos mantive relação sexual com ninguém lá. Ao frequentar casas dos filhos de santo, sempre estou acompanhado de minha esposa, amigos e filhos de santos antigos”, garantiu.

    Sobre as ameaças suspostamente direcionadas às vítimas, Leandro também nega as acusações. “Jamais ameacei nem hackeei o celular de ninguém, pois não sei nem mesmo como fazer isso. Nunca amarrei e nem bati nas nádegas de nenhuma mulher. Nunca agredi nem estuprei nenhuma mulher”, finalizou.

  • Áudio atribuído a Juliette sobre eliminação de Sarah viraliza na web

    Áudio atribuído a Juliette sobre eliminação de Sarah viraliza na web

    Foto com montagem colorida de Sarah e Juliette

    A eliminação de Sarah Andrade do BBB 26, nessa terça-feira (10/2), com quase 70% dos votos, gerou repercussão fora do programa. Após o resultado, um áudio atribuído à campeã do BBB 21, Juliette, passou a circular em páginas de fofoca e provocou reação entre internautas.

    Sarah foi a terceira participante mais rejeitada da temporada, atrás apenas de Matheus e Brígido. Enquanto a ex-sister participava do Bate-Papo BBB, um suposto áudio de Juliette começou a ser compartilhado nas redes sociais, no qual ela se defende de críticas sobre uma possível influência na eliminação.

    Preste atenção: não é para divulgar esse áudio, não! Eu estou recebendo umas mensagens do povo me culpando [pela eliminação de Sarah]. Eu não pedi, eu simplesmente perguntei qual era a porcentagem. Tinham três pessoas [no Paredão], certo? Perguntei a porcentagem”, diz o áudio atribuído à paraibana.

    A gravação teria sido compartilhada inicialmente em um grupo de fãs de Juliette, conhecidos como cactos. No conteúdo, ela também nega ter incentivado ações contra Sarah, com quem teve uma relação de proximidade no BBB 21 antes de se afastarem ao longo do jogo.

    “Cada um faz a interpretação que quiser! Eu não falei nada, não pedi mutirão, não pedi cancelamento. Até porque sou contra essas coisas, e a galera está querendo colocar na minha conta”, afirma no trecho. O áudio foi divulgado pelo Instagram Circo na Mídia. Escute:

  • "Soco foi causa da morte", diz defesa de adolescente morto por piloto

    "Soco foi causa da morte", diz defesa de adolescente morto por piloto

    Advogado da família de Rodrigo Castanheira afirma que prontuário médico aponta lesões compatíveis com agressão

  • O DF em ritmo de Carnaval: segurança e respeito para curtir a folia

    O DF em ritmo de Carnaval: segurança e respeito para curtir a folia

    11/02/2026 06:00, atualizado 11/02/2026 06:00

    metropoles.com

    O Carnaval é aquele momento mágico em que o calendário perde a noção do tempo, a cidade ganha glitter na alma e todo mundo resolve que a vida fica bem melhor ao som de um tamborim.

    E, na folia, vale quase tudo: fantasia improvisada, dançar até doer o pé e risada sem hora pra acabar. O que não vale é esquecer que a festa só fica completa quando todo mundo se diverte. Por isso, para que tudo ocorra com alegria, segurança e respeito, existe um trabalho que começa muito antes do primeiro bloco sair: a atuação do Governo do Distrito Federal.

    O Carnaval da capital federal é resultado de uma atuação coordenada do GDF com diversos órgãos públicos trabalhando juntos para entregar uma festa democrática, acolhedora e bem organizada.

    As Secretarias de Cultura e Economia Criativa, de Turismo e da Mulher promovem diversidade, inclusão e acesso às atividades; a Secretaria de Saúde reforça atendimentos e campanhas educativas; a Secretaria de Segurança Pública atua na proteção dos foliões; a Secretaria de Transporte e Mobilidade organiza o deslocamento pela cidade; a Secretaria de Comunicação Social divulga a programação oficial; e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) garante a limpeza e a manutenção das vias.

    Dessa forma, o Governo do Distrito Federal assume um papel central na festa, trabalhando de forma integrada para garantir que o Carnaval seja organizado e seguro. É o cuidado andando junto com a diversão, para que brasilienses e visitantes curtam cada momento com tranquilidade.

    Falando em festa, este ano 73 blocos de Carnaval espalhados por três territórios carnavalescos levarão música, cor e diversidade para diferentes pontos da cidade, garantindo que a folia seja democrática e acessível para todos. Tudo dentro do programa DF Folia, que gera emprego e renda, mobilizando artistas, produtores, técnicos, comerciantes e trabalhadores informais.

    Com tanta opção de bloco, é bom lembrar que o Carnaval ocorre na rua, e o GDF cuida bem dela, mas você pode ajudar: lixo é no lixo, pois as vias públicas também fazem parte do bloco.

    Bebeu? Então não dirija, planeje antes, use transporte público ou aplicativo e chegue em casa em segurança.

    Fique atento aos seus pertences, porque perder algo no meio da multidão não faz parte da diversão.

    Importante frisar que respeito à diversidade é regra de ouro, pois alegria não combina com preconceito.

    Na paquera, respeito também é saber recuar se ouvir um “não”, sem insistência nem climão. Mas, se o clima esquentar, use camisinha: prazer e cuidado devem andar juntos.

    E atenção redobrada com as crianças, para que a folia seja leve, segura e feliz para todos. Inclusive, os responsáveis podem registrar as crianças utilizando a Carteirinha de Identificação Infantil da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), que pode ser anexada à roupa ou utilizada como crachá. Acesse o link e imprima o documento.

    Com essa união de esforços do GDF e todo mundo sabendo brincar, o Carnaval deixará apenas boas lembranças, histórias engraçadas e a certeza de que curtir com consciência é sempre o melhor enredo.

  • DF tem 576 vagas nesta quarta (11/2) com salários de até R$ 3,8 mil

    DF tem 576 vagas nesta quarta (11/2) com salários de até R$ 3,8 mil

    As vagas podem ser encontradas em várias regiões do DF e abrangem candidatos com ou sem experiência

  • Sol volta, mas pancada de chuva também. Veja o tempo para quarta em SP

    Sol volta, mas pancada de chuva também. Veja o tempo para quarta em SP

  • O vice de Lula será Alckmin outra vez, e estamos conversados

    O vice de Lula será Alckmin outra vez, e estamos conversados

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, concede entrevista coletiva no Salão Verde da Câmara dos Deputados Metropoles

    Balão não é só coisa de festa junina, ou de irresponsáveis que ameaçam a segurança do tráfego aéreo e a mata densa em períodos de estiagem, sujeita pois a pegar fogo. Balão é coisa também da política, a qualquer tempo, especialmente em ano eleitoral.

    Chama-se de balão de ensaio a plantação de uma informação cujo objetivo é conhecer antecipadamente o que poderá ser colhido mais tarde. Assim são testadas ideias e propostas, e descartadas as que não forem bem aceitas. Faz-se isso quase todo dia.

    Quando Lula disse em entrevista que Fernando Haddad, ministro da Fazenda, e Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, terão um papel a cumprir nas eleições em São Paulo, ou ele estava lançando um balão de ensaio ou não foi bem compreendido.

    Lula está à caça de mais apoios para isolar a candidatura de Flávio Bolsonaro e se reeleger pela segunda vez consecutiva. Se o MDB o apoiasse – quem sabe? -,  ele rifaria a candidatura de Alckmin a vice. Se o PSD de Kassab o apoiasse, certamente rifaria Alckmin.

    É o que se diz nos arredores do Palácio do Planalto e do Congresso. É o que se continuará dizendo até que Lula anuncie que Alckmin será seu vice e ponto final. Mas, por hora, se não quiser, ele não precisa dizer. É senhor do seu tempo, e do tempo dos outros.

    O balão segue seu voo e Lula observa as reações. A de Alckmin, via terceiros, foi garantir que apoiará Lula em qualquer hipótese, mas a não ser vice, não se candidataria a nada. A de Haddad se desconhece, mas ele não gostaria de disputar o governo paulista.

    As duas vezes que disputou só para ajudar Lula a se eleger, perdeu. Se depender dele, será apenas um dos coordenadores da campanha de Lula. Iria para o sacrifício se Lula lhe acenasse com a candidatura a presidente em 2030, mas isso Haddad não confessa.

    Os mais graduados líderes do PT reagiram ao suposto balão dizendo que Alckmin será o vice, a não ser que não queira – e Alckmin quer. O PSB, partido de Alckmin, saiu em socorro dele como se isso fosse necessário. Jogou o jogo. Vai, vai, balão…

    O MDB não quer a vice de Lula porque lhe falta unidade para tal. Sua vocação é dividir-se. O PSD não quer porque terá candidato a presidente. O próprio Lula prefere a companhia de Alckmin. Irá com ele, como em 2006 foi com José de Alencar, então seu vice.

     

    Todas as colunas do Blog do Noblat no Metrópoles

  • MP é contra redução da maioridade penal em PEC da Segurança

    MP é contra redução da maioridade penal em PEC da Segurança

    Fotos: Humberto Filho
    pedro-maia-09

    Integrantes do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) propuseram ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que o Ministério Público atue junto ao Legislativo na análise da PEC da Segurança.

    À coluna, o presidente do CNPG, Pedro Maia, afirmou ter sugerido a Motta na terça-feira (10/2) a criação de uma comissão de trabalho por parte do MP.

    Maia também disse ter sinalizado ao relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), que o Ministério Público não apoiará a inclusão do trecho que propõe a redução da maioridade penal para todos os tipos de crimes.

    Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, o relator da matéria na Câmara, deputado Mendonça Filho (União-PE), afirmou em conversa com jornalistas que estuda alterar seu parecer para incluir a redução da maioridade penal em todos os crimes.

    “Na reunião, surgiu um ponto sem convergência: a redução da maioridade penal. O Ministério Público não é favorável e não há apoio”, disse Maia à coluna.

    O CNPG se reuniu com Hugo Motta e o deputado Mendonça Filho na terça-feira. A previsão é de que, nesta quarta-feira (11/2), os procuradores se encontrem com o ministro da Justiça e Segurança, Wellington César Lima.

     

     

  • PL sonda Moro para dar palanque a Flávio Bolsonaro no Paraná

    PL sonda Moro para dar palanque a Flávio Bolsonaro no Paraná

    Sondagem do PL a Sergio Moro foi uma reação ao movimento do PSD de anunciar mais presidenciável para competir com Flávio Bolsonaro